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Em setembro de 2025, durante uma parada militar em Pequim, um microfone aberto captou uma conversa inesperada entre Vladimir Putin e Xi Jinping. O assunto não era Ucrânia, Taiwan ou petróleo. Era a possibilidade de prolongar a vida humana indefinidamente por meio da substituição de órgãos.
O episódio parecia apenas uma curiosidade. Mas por trás daquela conversa existe um programa real do Estado russo, lançado por Putin, voltado a novas tecnologias de preservação da saúde, bioimpressão de tecidos, xenotransplantes, terapia genética e pesquisas sobre longevidade.
Neste vídeo, contamos a história desse projeto de 26 bilhões de dólares, os nomes próximos a Putin envolvidos nele, o papel da filha do presidente russo, Maria Vorontsova, e de Mikhail Kovalchuk, chefe do Instituto Kurchatov.
Também mostramos como a obsessão de Putin pela longevidade se conecta ao medo da decadência física, ao isolamento do Kremlin, à paranoia com drones, à guerra na Ucrânia e à fragilidade de um regime construído em torno de um único homem.
A morte, ao contrário das eleições, não dá para fraudar.
By Heni Ozi Cukier5
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Em setembro de 2025, durante uma parada militar em Pequim, um microfone aberto captou uma conversa inesperada entre Vladimir Putin e Xi Jinping. O assunto não era Ucrânia, Taiwan ou petróleo. Era a possibilidade de prolongar a vida humana indefinidamente por meio da substituição de órgãos.
O episódio parecia apenas uma curiosidade. Mas por trás daquela conversa existe um programa real do Estado russo, lançado por Putin, voltado a novas tecnologias de preservação da saúde, bioimpressão de tecidos, xenotransplantes, terapia genética e pesquisas sobre longevidade.
Neste vídeo, contamos a história desse projeto de 26 bilhões de dólares, os nomes próximos a Putin envolvidos nele, o papel da filha do presidente russo, Maria Vorontsova, e de Mikhail Kovalchuk, chefe do Instituto Kurchatov.
Também mostramos como a obsessão de Putin pela longevidade se conecta ao medo da decadência física, ao isolamento do Kremlin, à paranoia com drones, à guerra na Ucrânia e à fragilidade de um regime construído em torno de um único homem.
A morte, ao contrário das eleições, não dá para fraudar.

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