A coroa de banco mais valioso da América Latina agora pertence ao Nubank!
Em seu primeiro dia de negociação na Bolsa de Valores de Nova York, suas ações fecharam em alta de 14,56%, cotadas a US$ 10,31. Quando começaram a ser negociadas, dispararam em mais de 30%, passando de US$ 12, mas a euforia perdeu força ao longo do pregão.
O Nubank fez seu IPO (sigla em inglês para Oferta Pública Inicial) nesta quarta, oferecendo ações a US$ 9. Com isso, chegou a um valor de mercado de R$ 233 bilhões, superando gigantes do setor, como Itaú (R$ 213 bilhões), Bradesco (R$ 188 bilhões) e Banco do Brasil (R$ 93 bilhões).
O Nubank surgiu há apenas oito anos, como uma fintech que oferecia um cartão de crédito sem anuidade, e evoluiu para o banco digital mais bem sucedido do país, com mais de 48 milhões de clientes. Desses, mais de 7,5 milhões se tornaram sócios agora: cada um deles recebeu um BDR (recibo de ações) do banco digital.
Não se questiona suas qualidades, mas muita gente não entende como ele pode superar operações muito maiores e mais robustas, como as dos “bancões tradicionais” acima.
Afinal, como o Nubank pode valer tanto ou isso é só uma “bolha”? E qual o segredo do seu sucesso?
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Esses são os assuntos dessa edição:
- Nubank se torna banco mais valioso da América Latina com oferta pública de ações em NY e SP
- Prefeitos deixam de investir R$ 15 bilhões em educação e agora querem evitar punição
- Famílias brasileiras batem recorde de endividamento e uso de crédito rotativo
- Europa usa devolução de obras de arte para reforçar laços diplomáticos com países africanos
- “Notícia bizarra”: camelos com botox são barrados de concurso de beleza na Arábia Saudita