O Mundo em Desordem - Podcast de Geopolítica com o Prof. Flávio Bueno.

O Mundo em Desordem - Podcast de Geopolítica com o Prof. Flávio Bueno.

By Flávio BuenoScienceSocial Sciences
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O Mundo em Desordem - Podcast de Geopolítica com o Prof. Flávio Bueno. episodes

  • 4. Como a Europa subdesenvolveu a África - O Mundo em Desordem. Prof. Flávio Bueno
    O que a África pode nos ensinar sobre imperialismo.
    O imperialismo sobre África não é apenas um jogo geopolítico, mas uma fase natural da expansão capitalista. Assim que o capitalismo se torna altamente desenvolvido dentro de uma determinada fronteira, ele parte para sua próxima fase que, ao tempo de Vladimir Lênin, era a expansão imperialista sobre a África, que virou um local de luta entre os colonizadores.
    Quais são os reflexos dessa violenta ocupação dos Europeus no continente Europeu? Diáspora africana, colonização e Neocolonialismo, imperialismo e muito mais...
    Então se liga em vem!!!
    @flaviobueno13
    47 min
  • 3. A Lei na Guerra - Podcast: O mundo em Desordem - com o Professor Flávio Bueno
    O direito internacional que regulamenta o emprego da força tem sido objeto recente de intenso debate público. Sob que condições é apropriado ou necessário, para um país, usar a força diante da impossibilidade das relações diplomáticas?
    O que são crimes de Guerra? Quais são os órgãos que atuam para julgamento de crimes contra humanidade? Tudo isso e muito mais no papo geopolítico do podcast O mundo em Desordem!!! Se liga e vem...
    45 min
  • 2. O Mundo em Desordem - Invasão do Iraque - 20 anos - Da farsa à destruição. Prof. Flávio Bueno.
    Vinte anos após a invasão do Iraque, persiste a controvérsia sobre a existência das “armas de destruição em massa”, que foram a justificativa para a invasão e para a participação do Reino Unido na guerra como principal aliado dos Estados Unidos. As tropas da coalizão internacional enviadas ao deserto iraquiano em 20 de março de 2003 tinham a ordem de encontrar as supostas armas de destruição em massa do regime de Saddam Hussein. Mas os marines americanos nunca encontraram tal armamento. E, provavelmente, nunca encontrariam se por 100 a os lá se instalassem.
    O ditador, que estava no poder desde 1979, apoiado durante uma década pelo próprio EUA, caiu em questão de semanas. Em seu lugar o então presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, insistiu em "impor uma democracia liberal". Modelo Yankkes de democracia... Um Big Stick contemporâneo.
    De fato, a invasão abriu uma caixa de Pandora. O atentado de fevereiro de 2006 contra um mausoléu xiita em Samarra, ao norte de Bagdá, incendiou uma guerra civil de violência incomum que persistiu até 2008.
    De 2003 a 2011, ano da retirada americana, mais de 100.000 civis iraquianos morreram, segundo a organização Iraq Body Count. O governo dos Estados Unidos registrou as mortes de quase 4.500 cidadãos do país. Mas, as imagens são estarrecedoras.
    Mas o trauma mais recente veio da ocupação de quase um terço do território do Iraque pelo grupo Estado Islâmico, entre 2014 e dezembro de 2017, quando Bagdá e uma coalizão internacional anunciaram "vitória" militar contra os extremistas.
    Ao longo dos anos, a violência alterou profundamente a sociedade iraquiana, que se distinguia pela grande diversidade étnica e religiosa.
    Duramente atingida por atentados durante a guerra civil e depois pelas ações dos extremistas, a comunidade cristã registrou uma redução drástica em sucessivas ondas de emigração.
    Os yazidis, uma comunidade de vários séculos que segue uma religião sincrética monoteísta, foram vítimas dos crimes do EI, considerados um genocídio pelos investigadores da ONU.
    Após as guerras, o Iraque afundou em um cenário instabilidade.
    As relações entre o Curdistão do Iraque, uma região do norte que aspira mais autonomia, e Bagdá são tensas, muitas vezes por causa das exportações de petróleo.
    No fim de 2019 explodiram protestos contra a corrupção, o "desperdício" de dinheiro e a "interferência" do Irã. As manifestações foram reprimidas de forma sangrenta.
    O Iraque é um Estado falido, vítima de uma modelo de intervenção tosco. E no fim, algo é certo, na nova ordem mundial: Ninguém regula a América.
    Instagram: @flaviobueno13 e Se inscreva no meu canal do YouTube.
    Abração.
    22 min
  • 1. O Mundo em Desordem - A Guerra Rússia X Ucrânia - 1 ano - Prof. Flávio Bueno.
    Salve, Salve, Moçada! Habemus finalmente a 2ª Temporada do Podcast - "O Mundo em Desordem". A guerra na Ucrânia, que começou há exatamente um ano e não deve acabar tão cedo, matou milhares, reduziu cidades inteiras a escombros, fez milhões de refugiados e alimentou temores de uma nova guerra mundial envolvendo armas nucleares da Rússia e dos Estados Unidos.
    A invasão, que começou com bombardeios constantes e rápido avanço de tropas russas, passou por um período de estagnação, uma contraofensiva das tropas da Ucrânia e ataques a infraestrutura energética. E agora? Quais serão os próximos passos das Nações envolvidas? Quais são as consequências deste conflito no âmbito econômico? Quer saber sobre tudo isso. Então segue o bonde ae. E noa ajude na divulgação deste projeto de Geopolítica... Grande abraço!!!! E segue lá no integram @flaviobueno13 e nas demais redes sociais.
    20 min
  • 8. O Mundo em Desordem - Primavera Árabe (Meandros e Consequências) - Prof. Flávio Bueno - Geografia
    Fala Galera!!!! Nosso Bate papo de hoje é: Primavera Árabe. Em seus primórdios, a Primavera Árabe deitou por terra os preconceitos ocidentais. Ela colocou em maus lençóis os clichês orientalistas sobre a incapacidade congênita dos árabes de conceber um sistema democrático e abalou a crença segundo a qual eles não mereceriam nada melhor do que ser governados por déspotas. Três anos depois, as incertezas permanecem intactas quanto ao desfecho do processo, que entra em sua quarta fase.
    Na primeira etapa, concluída em 2011, teve início uma onda gigantesca de reivindicações relativas à dignidade e à cidadania, alimentada por protestos intensos e espontâneos. A etapa seguinte, em 2012, marcou um momento em que as lutas se voltaram para si mesmas, para o contexto local e para o ajustamento delas à herança histórica de cada país. Simultaneamente, forças externas começaram a reorientar esses conflitos para direções mais perigosas, levando os povos à situação que conhecem hoje.
    No ano passado, assistiu-se a uma terceira fase, marcada pela internacionalização e pela ingerência cada vez mais agressiva das potências regionais e ocidentais. O foco sobre as rivalidades entre sunitas e xiitas se generalizou por todo o Oriente Médio, pressionando cada Estado e cada sociedade a se polarizar sobre o eixo das identidades religiosas. O antagonismo entre o islamismo e o secularismo se cristalizou em grande escala. O perigo advém do fato de que as rivalidades geopolíticas e as tensões religiosas se sobrepõem às especificidades de cada país e parecem reduzir os atores locais a simples fantoches nas mãos das potências estrangeiras.
    31 min
  • 7. O Mundo em Desordem - A cortina de Bambu e os EUA na Ásia. Podcast Prof. Flávio Bueno - Geografia
    "Era um garoto que como eu, amava os Beatles e os Rolling Stones..." E a estratégia de contenção do avanço socialista na Ásia? Será que o projeto de expansão dos EUA deu certo? As consequências: Coreias, Vietnã, Japão, Oriente Médio, valeu o sacrifício de mais de 60 mil soldados e uma profunda instabilidade na política interna e externa da superpotência? Este é outros assuntos você vai acompanhar aqui no podcast: O Mundo em Desordem" com o Professor de Geografia e Geopolítica: Flávio Bueno. Não deixem de seguir o nosso podcast nas principais plataformas de áudio e seguir @flaviobueno13. Se inscrevam no canal do YouTube do professor. Bom podcast. Até breve. Se liga e vem!!!
    39 min
  • 6. O Mundo em Desordem - 1949 - A Criação da Otan (Meandros e consequências) - Prof. Flávio Bueno.
    Fala Moçada!!! Geopolítica Brothers!!! Vamos lá... O nosso bate-papo de hoje é sobre um dos assuntos "quentes" da Guerra Fria: A criação da Otan. A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) foi criada pelo Tratado de Washington, um instrumento que estabeleceu simultaneamente seu caráter de aliança militares uma expressão institucional, na forma de uma organização internacional. Consta do texto original do tratado, redigido em 1949, além das disposições sobre a garantia da paz interna e sobre segurança coletiva, a forma de sua dimensão institucional: a decisão de estabelecer imediatamente umconselho para que os membros pudessem se reunir a qualquer momento. Este conselho poderia, por sua vez, estabelecer corpos subsidiários, “tantos quantos forem necessários”, e em particular um comitê de defesa (OTAN, 1949, art. 9). Tal agência estaria encarregada de supervisionar o desenvolvimento de capacidades individuais e coletivas para resistir a um ataque armado e organizar os atores para que esta resistência fosse efetiva. O quartel-general da OTAN fundar-se-ia nas proximidades de Paris apenas dois anos após a assinatura do Tratado de Washington. Logo em 1952, dois novos membros seriam convidados a integrar a Aliança. A ratificação do acordo pela Grécia e pela Turquia fez com que a organização, de uma só vez, deixasse de ser um elo apenas entre a Europa e os Estados Unidos, e também perdesse fundamentalmente a ligação com o Atlântico Norte. A expressão “ao norte do Trópico de Câncer” passou a representar melhor a abrangência da Aliança. No programa de hoje batemos um papo sobre a criação da OTASE e dos objetivos dos EUA na Ásia. Vamos todos? Aguardo vocês. E não deixem de visitar @flaviobueno13 no instagram, www.flavioebueno.blogspot.com e se inscrevam no meu canal no Youtube. Conto com vocês. Grande Abraço...
    25 min
  • 5. O Mundo em Desordem - A queda do Muro de Berlim (1989) - Podcast Prof. Flávio Bueno - Geografia.
    Fala galera!!! Um dos temas mais recorrentes sobre os debates acerca da Guerra Fria. O Muro de Berlim, que até hoje causa deveras discussões no cenário geopolítico deste universo que é o debate entre capitalismoxsocialismo. Após 28 anos de existência, em 09 de novembro de 1989, o mundo assistiu estarrecido ao fim da divisão de uma cidade e a unificação da Alemanha, foi o início do fim da Guerra Fria que culminou em 1991 com a fragmentação da URSS. Desde o início da década de 80 a URSS já havia mostrado que não iria suportar o ritmo de competitividade imposto pelos EUA. A corrida espacial, os altos custos com a guerra no Afeganistão e com a manutenção do aparato militar soviético aliado aos problemas econômicos ligados a produção de petróleo e a agricultura levaram a URSS a desaparecer em 1991, pondo fim ao bloco comunista conseqüentemente a Guerra Fria. A crise estrutural vivida na década de 80 pela URSS foi tão profunda que mesmo colocando em prática políticas governamentais arrojadas de modernização da economia soviética (Perestróica e Glasnost), Mikhail Gorbatchov não consegui evitar o fim da URSS em 1991. Se liga e vem. Vamos ver um pouco do fim deste que é o maior símbolo de um período entre 1945 e 1991.
    42 min
  • 4.1 - O Mundo em Desordem - A Globalização da Perversidade e a Covid19 - Podcast Prof. Flávio Bueno
    Texto de Quinta.
    Flávio Bueno
    Tema: A Globalização Perversa e a Covid19.
    Frase: "A Globalização se mundializa mas, não há a mundialização da globalização".
    Texto:
    Vivemos a primeira grande pandemia da globalização com níveis de letalidade relativamente altos e capacidade já comprovada de pôr em xeque o sistema de saúde mundial, inclusive dos países ricos. E ao se divulgar os primeiros casos de mortes de Covid19 no Brasil, alguns questionamentos sobre o impacto desta, ganham o noticiário. Neste sentido, as teses do maior geógrafo brasileiro, Milton Santos, teimam em ser atuais.
    .
    A face perversa da globalização, tema central nos meandros das ciências sociais, é pauta de diversas obras de Santos. Todavia, tão somente no seu último ensaio: "Por uma outra globalização (2001)", ele fornece o escopo necessário para a estruturação deste conceito.
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    Os últimos anos do século XX produziu transformações que contribuíram para processo de "unificação" do Mundo em virtude das condições técnicas produzidas pela Nova D.I.T. Entretanto, pode-se perceber o emergir do que o geógrafo apelidou de dupla tirania: a do dinheiro e da informação (e de quem os comanda), que produziu um ethos para as relações sociais, a globalização como fábula, ou seja, da competitividade, gerada pela relação produçãoxconsumo, como ideário de felicidade. Notório engano, nobres mortais! Somos mais frágeis do que pensamos.
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    Tais elementos, produziram uma nova forma de totalitarismo, a globalização perversa (o mundo real), pautado em uma violência social e estrutural que norteia a política adotada por estados e empresas e, que assim, unifica o que deve ser desejado, sem internacionalizar o combate às mazelas basilares da sociedade contemporânea.
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    Eduardo Galeano já afirmava que a globalização da indústria não alterou a organização da desigualdade, da pobreza ou da miséria. Ora pois, já viram a deusa da tecnologia falar idioma do Sul Geoeconômico ou algum dialeto africano? Perguntara em sua obra: "As veias abertas da América Latina". Talvez, o Mandarim da exclusão?
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    Diversas questões têm surgido. Será que essa característica do coronavírus colaborará no desenvolvimento de uma globalização mais justa e igualitária? Ao final desta pandemia seremos mais xenófobos ou mais empáticos? E o impacto social e econômico? Vamos enfim nos atentar para o fato de que as tragédias são globais e que, assim como as mudanças climáticas, os vírus não respeitam fronteiras? Ou haverá uma pandemia dos ricos e outra para os pobres?
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    É preciso aguardar o desvendar desta biopolítica (ou necropolítica) estruturada para dar conta da perversidade da atual condição humana. Milton estava certo.
    40 min
  • 3. O Mundo em Desordem - O Mundo dos Games e a Globalização - Podcast Prof. Flávio Bueno - Geografia
    O mundo dos games sempre me despertou curiosidade e apreço. Sou da geração que viu os consoles aparecerem e formatar uma geração de indivíduos em todos os sentidos. Quantos de nós até hoje não somos ligados à personagens do mundo dos games, jogos, músicas... Pois é. Hoje, responsável por ser o mais rentável meio de entreterimento do planeta, os games precisam ser analisados por uma ótica também política, econômica, social e cultural. Por isso, é tema da Geopolítica. Por isso, demanda uma análise muito, muito mais aprofundada. Tentaremos abordar um pouco disso no podcast de hoje. Como que funciona este mercado? Qual estruturação social deste? Ele tem ideologia política? Assume lado? Qual impacto deste mercado na economia local? Vamos lá bater este papo comigo...? O Mundo em Desordem com o Professor de Geografia Flávio Bueno. Espero que gostem. E não se esqueçam de me seguir lá no @flaviobueno13 no Instagram e acessar meu blog www.flavioebueno.blogspot.com
    42 min

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