O Quarto Palco

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By Karen de AndradeArts
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O Quarto Palco episodes

  • ARTE & CULTURA IORUBÁ - Introdução
    Neste primeiro episódio da série sobre "Arte & Cultura Iorubá" somos introduzidos a alguns aspectos importantes desse povo. Vamos falar suscintamente sobre língua, história, música, cinema e outras curiosidades. Espero que vocês gostem e fiquem curiosos de conhecer mais sobre essa cultura africana tão rica e importante para a construção do Brasil.
    24 min
  • Leitura em voz alta - MEMÓRIAS DA PLANTAÇÃO. Capítulo 2. Quem pode falar? (Parte 4 - final)
    No final do 2º Capítulo, a autora recorre ao pensamento de Patricia Hill Collins e Stuart Hall, para exemplificar o doloroso processo a que sujeitas/os negras/os passam dentro de espaços acadêmicos para produzirem obras que sejam legítimas e legitimadas. Encontrar a própria voz de dentro do racismo estrutural é uma batalha contra a opressão, e ao falar sobre isso, Grada coloca a margem como "lugar de criatividade" e "resistência".  Escrever contra, segundo Hall, é se opor ao silêncio. Já bell hooks diz que se opor não é o bastante, sendo necessário que criemos uma nova forma de aprender, de pensar e escrever. Isso é a descolonização.
    13 min
  • Leitura em voz alta - MEMÓRIAS DA PLANTAÇÃO. Capítulo 2. Quem pode falar? (Parte 3)
    Prossigo com a leitura do Capítulo 2 - Quem pode falar?, no qual a autora vai olhar pro ambiente acadêmico como um dos espaços onde o racismo estrutural se manifesta de modo mais contundente. Grada parte da própria experiência universitária na Alemanha, e explica questões sobre margem e centro, sobre pertencimento e a necessidade que os racistas têm em colocar corpos não brancos às margens (sobretudo na academia).
    12 min
  • Leitura em voz alta - MEMÓRIAS DA PLANTAÇÃO. Capítulo 2. Quem pode falar? (Parte 2)
    CONHECIMENTO E O MITO DA OBJETIVIDADE. Na continuação da leitura, nos deparamos com questões epistemológicas. Epistemologia: "temas, paradigmas e metodologias do academicismo tradicional". Grada Kilomba nos explica como o espaço acadêmico refletiria apenas interesses políticos específicos da branquitude.  Em "Conhecimento e o mito da neutralidade", vemos que o racismo opera sobretudo através do discurso, que deslegitima pesquisas negras como "subjetivas" e "acientíficas". Essa prática revela como o saber negro é perigoso e ocupar esses espaços é subversivo para o sistema racista colonial.  Por fim, acompanhamos a sofrida trajetória da autora para ingressar no doutorado na Alemanha, trecho no qual  compreendemos o que é estar no centro e às margens.
    11 min
  • Leitura em voz alta - MEMÓRIAS DA PLANTAÇÃO. Capítulo 2. Quem pode falar? (Parte 1)
    FALANDO DO CENTRO, DESCOLONIZANDO O CONHECIMENTO. No segundo capítulo, Grada Kilomba retoma a famosa pergunta de Gayatri C. Spivak: "Pode a subalterna falar?" - Através da leitura, entendemos que sujeitos colonizados/as e "subalternos" são também resistentes. Surge aqui a noção de "espaço", do lugar de onde se fala. Grada retoma suas próprias memórias acerca dos silenciamentos sofridos por ela no espaço acadêmico. Ela também questiona a ordem colonial violenta e as ideias de universalidade do pensamento branco, que funcionam como a máscara do silêncio, destruindo e silenciando intelectuais negros/as.
    11 min
  • Leitura em voz alta - MEMÓRIAS DA PLANTAÇÃO. Capítulo 1. (Parte 3 - final) Falando do silêncio.
    Nessa parte final do 1º Capítulo,  Grada explica, através da psicanálise,"do medo branco de ouvir" e da recusa em reconhecer que eles são a fonte do racismo. A autora retoma os 5 mecanismos de defesa do ego, descritos por Paul Gilroy,  pelos quais pessoas brancas  deveriam passar antes de se tornarem verdadeiramente capazes de "ouvir", ou seja, se tornarem antirracistas de fato.
    13 min
  • Leitura em voz alta - MEMÓRIAS DA PLANTAÇÃO. Capítulo 1. (Parte 1) A Máscara.
    COLONIALISMO, MEMÓRIA, TRAUMA E DESCOLONIZAÇÃO. Neste primeiro capítulo, Grada Kilomba trás a "máscara do silenciamento", objeto de tortura símbolo da escravidão, para falar sobre "o silêncio, a mudez e o medo". A boca surge como uma poderosa metáfora, e nos é feita uma das perguntas mais importantes do livro: QUEM PODE FALAR? 
    * Obs: Dividi este capítulo em 3 partes, pois ele é extenso e eu gostaria de lê-lo integralmente. Este é o áudio da primeira parte.
    12 min

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O Quarto Palco é onde quebramos a parede da realidade e acessamos o mundo dos deuses iorubás. Aproveitando minha pesquisa de doutorado, no qual traduzo e estudo o livro "Myth, Literature and the…