ocupe SUS voz das juventudes

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ocupe SUS voz das juventudes episodes

  • ABRAce - escuta online para jovens vivendo com HIV/aids em tempos de covid 19 em São Paulo

    ABRAce - projeto que utilizou atendimento psicossocial online para promover distanciamento social e aumentar a energia vital de jovens através de atendimentos individuais e grupais. Através das práticas integrativas complementares, como ioga, reiki e arteterapia, houve a promoção da tranquilidade, equilíbrio e acolhimento tão necessários no enfrentamento da pandemia do covid19.

    6 min
  • Pedro Pires, partidário fiel da PAZ, sobre a articulação entre os povos

    Jean Vinicius teve a oportunidade de realizar o intercâmbio cultural Brasil - Cabo Verde em 2024 e teve a oportunidade de ouvir Pedro Pires, Presidente da República de Cabo Verde entre os anos 2001 a 2011, que é o atual Presidente da Fundação Amilcar Cabral e do Instituto Pedro Pires para a Liderança.

    Pedro Pires foi combatente abnegado pela causa da liberdade do seu povo e dos povos africanos. Manteve-se, porém, sempre partidário fiel da paz, de soluções negociadas dos conflitos e de relações pacíficas e cooperativas entre os países e povos do planeta. Liderou as negociações que conduziram à independência do seu país, a 5 de Julho de 1975. Revelou-se um diplomata hábil e ponderado.
    Apoiou com firmeza as lutas de libertação que conduziram à independência dos povos do Zimbabué e da Namíbia e à abolição do regime do apartheid na África do Sul. Como homem de estado tem-se distinguido como um político moderado, tolerante, partidário da paz e defensor consequente dos direitos humanos e da dignidade humana. Tem-se destacado ainda pelo seu empenho pessoal em prol da paz, da segurança e da estabilidade política na África. Tem trabalhado de forma abnegada pela ampliação e intensificação de relações de amizade e de cooperação entre Cabo Verde e os Estados Africanos, bem como, entre Cabo Verde e os outros Estados da Comunidade Internacional.

    estudou na Universidade de Lisboa e lá encontrou os futuros líderes dos movimentos de libertação que lutaram pela independência das colónias portuguesas. Com o início da luta armada em Angola em 1961, partiu de Portugal para a Guiné-Bissau. Ali, até à Revolução dos Cravos, lutou pela independência de Cabo Verde.


    Algumas marcas relevantes da política, interna e externa, praticada pelo Governo cabo-verdiano, sob a liderança de Pedro Pires:

    No domínio do desenvolvimento social

    Erradicação da fome aguda e redução significativa da pobreza no seio da população cabo-verdiana;

    Eliminação da discriminação entre filhos do casamento e fora do casamento;

    Instituição do Código de Família que protege os direitos das mulheres e dos filhos;

    Equiparação dos direitos entre marido e mulher;

    Abertura às mulheres profissões que eram interditadas;

    Legalização do aborto, em determinadas condições;

    Instituição do regime de união de facto, protegendo os direitos da mulher e da sua contribuição para a economia familiar;

    Protecção dos direitos da criança, instituindo o princípio de garantia de pensão aos filhos, em caso de separação dos pais; criação do Instituto de Menores;

    Reforma do Sistema de Ensino e desenvolvimento do sistema do ensino pré-escolar, primário e secundário;

    Promoção da formação de professores do ensino secundário no país;

    Instituição do ensino básico obrigatório de 6 anos;

    Combate ao analfabetismo e promoção da alfabetização de adultos;

    Apoio ao associativismo, mutualismo e ao cooperativismo como meios de combate à pobreza e de promoção da economia social;

    Instituição do Sistema Nacional de Saúde;

    Instituição da assistência judiciária gratuita e facilitação do acesso à justiça para as camadas mais desfavorecidas da população cabo-verdiana;

    Participação em fóruns e em debates internacionais de combate ao racismo e à discriminação racial.



    No áudio ele fala sobre a importância da união entre os povos africanos, os negros e negras que estão na diáspora e os povos originários, unidos contra a colonização, o imperialismo e o capitalismo.


    Ele comenta sobre a importância da articulação entre os povos e as pautas. E mais, que os povos originários atualmente são os mais oprimidos, por isso, nossos esforços em protegê-lós e valoriza-lo precisa ser prioritário

    2 min

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