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A 7ª Fenavindima ocorreu de 17 de fevereiro a 4 de março de 1990 e teve como destaque a produção municipal de 100 mil toneladas de uva. Cerca de 60 mil pessoas visitaram a festa.
A 6ª Fenavindima ocorreu de 21 de fevereiro a 8 de março de 1987 e foi marcada pelos 20 anos de realização da festa. A organização do evento girou em torno da celebração. Foi lançado um livro sobre a Fenavindima escrito pelo presidente Floriano Molon, um carro alegórico alusivo as duas décadas desfilou na Avenida 25 de Julho e um encontro reuniu ex-rainhas, ex-princesas, ex-presidentes e ex-prefeitos.
A 5ª Fenavindima ocorreu de 27 de fevereiro a 14 de março de 1982 e ficou conhecida pela visita histórica do presidente da República João Batista Figueiredo. No balanço final, cerca de 60 mil pessoas visitaram a festa.
O campanário da Igreja Matriz de Flores da Cunha foi decretado patrimônio histórico municipal, no dia 30 de outubro de 2019, data em que comemorou-se os 70 anos de inauguração desta imponente obra, idealizada por frei Eugênio Brugalli e construída com a união da comunidade.
O campanário da Igreja Matriz de Flores da Cunha foi decretado patrimônio histórico municipal, no dia 30 de outubro de 2019, data em que comemorou-se os 70 anos de inauguração desta imponente obra, idealizada por frei Eugênio Brugalli e construída com a união da comunidade.
Em 1982, a 5ª fenavindima estava quase chegando ao fim, quando uma visita ilustre aportou nas terras florenses e colocou a edição daquela festa num patamar histórico. Em 11 de março daquele ano, um presidente da república visitou o município. O General João Batista Figueiredo, que governou o país de 1979 a 1984, participou da fenavindima. Foi a primeira e até agora única visita de um presidente na festa máxima do município – o presidente Luís Inácio Lula da Silva visitou flores da cunha em 2006, mas não durante uma fenavindima.
Antes mesmo de iniciar, a 4ª Festa Nacional da Vindima, realizada em 1979, tinha grandes expectativas. A organização esperava receber um público estimado em 100 mil pessoas durante a realização do evento. Somente na abertura, foram 10 mil pessoas e esse número triplicou no primeiro desfile, quando cerca de 30 mil pessoas se aglomeraram na Avenida 25 de julho.
Em 1976, Flores da Cunha abria as portas para a terceira edição da Festa Nacional da Vindima. A atriz Maria Della Costa, famosa por atuar nos palcos do centro do país, desfilava pela recente rua calçada que levava ao Parque da Vindima. A primeira dama do Estado, Ecléa Guazzeli, colhia uvas na Granja União. Os sinos da torre soavam por todo o município e os florenses pintavam suas casas com as cores da Fenavindima.
Os desfiles de carros alegóricos foram um dos pontos altos da segunda Festa Nacional da Vindima, em 1973. Ao todo, 34 alegorias desfilaram representadas pelas comunidades do interior. Até os bonecos de frutas Vitório e Marieta ganharam um carro próprio e passaram pela Avenida 25 de Julho.
A segunda Fenavindima ocorreu de 17 de fevereiro a 4 de março de 1973 e foi a primeira a ser realizada no Parque da Vindima. Flores da Cunha respirava novos ares. As vinícolas cresciam, fábricas de móveis e artesanato se destacavam e a pousada do Galo Vermelho era um hotel classificado pela imprensa de categoria internacional. Só no primeiro dia, um público estimado em 30 mil visitantes esteve presente no evento.
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