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“Jogos Vorazes - A cantiga dos pássaros e das serpentes” saiu no finalzinho de 2023 e não deixamos passar a oportunidade de reassistir a consagrada quadrilogia de filmes adaptada da série de livros da autora Suzanne Collins, os famosos: “Jogos Vorazes” de 2012, "Jogos Vorazes: Em Chamas” de 2013 e as duas partes de “Jogos Vorazes: A Esperança”de 2014 e 2015.
Vem com a gente conferir se a série clássica de Katniss Everdeen resistiu ao teste dos 10 anos nesse episódio especial em que gravamos pela primeira vez em vídeo.
A 25ª Festa do Livro na USP acabou no final de semana passado e acreditamos que não existe melhor oportunidade para falar sobre feiras do livro do que agora. Feiras como a Bienal do Livro, a FIL (feira internacional do livro de Ribeirão Preto), a Festa do Livro na USP e A Feira do Livro no Pacembu tem propostas diferentes em sua organização. Será que elas são bem sucedidas em suas intenções? Quais as suas diferenças?
Nos acompanhe em mais um episódio falando sobre esse vasto mundo da literatura.
E você, tem um evento de livros favorito? Esquecemos de algum? Comenta aqui pra gente.
Antes de virar a criatura tentacular que conhecemos hoje, o Rei de Amarelo fez uma longa jornada pelas décadas. Para cada escritor uma interpretação, uma mitologia: o Inominável, Kaiwan, Hastur, H'aaztre, Assatur, o Devorador Longínquo, Um rei aquém imperadores já serviram, o Deus Vivo, a Máscara Pálida, o Rei de Amarelo.
Desde a primeira referência para Carcosa com Gustave Nadaud em seu poema Carcassone, para Ambrose Bierce (El Gringo Viejo) e suas histórias fantasmagóricas, chegando ao ilustre Robert Chambers e sua peça amaldiçoada, para H.P Lovecraft com seus deuses antigos no espaço profundo, até August Derleth, Nic Pizzolatto e tatos outros autores que utilizaram e se inspiram no Rei.
Venha com a gente visitar a perdida Carcosa nesse episódio especial de Dia das Bruxas sobre “O Rei de Amarelo” de Robert W. Chambers e a sua mitologia coletiva que promete assombrar a humanidade até os seus últimos dias.
Antes de virar a criatura tentacular que conhecemos hoje, o Rei de Amarelo fez uma longa jornada pelas décadas. Para cada escritor uma interpretação, uma mitologia: o Inominável, Kaiwan, Hastur, H'aaztre, Assatur, o Devorador Longínquo, um rei aquém imperadores já serviram, o Deus Vivo, a Máscara Pálida, o Rei de Amarelo.
Desde a primeira referência para Carcosa com Gustave Nadaud em seu poema Carcassone, para Ambrose Bierce (El Gringo Viejo) e suas histórias fantasmagóricas, chegando ao ilustre Robert Chambers e sua peça amaldiçoada, para H.P Lovecraft com seus deuses antigos no espaço profundo, até August Derleth, Nic Pizzolatto e tatos outros autores que utilizaram e se inspiram no Rei.
Venha com a gente visitar a perdida Carcosa nesse episódio especial de Dia das Bruxas sobre “O Rei de Amarelo” de Robert W. Chambers e a sua mitologia coletiva que promete assombrar a humanidade até os seus últimos dias.
Todos nós já nos pegamos imaginando vários “E se…”, não é mesmo?
Indo nessa linha, imagine um mundo onde Nazistas e Japoneses tivessem ganhado a Segunda Guerra Mundial e os Estados Unidos (assim como o resto do mundo) estivessem divididos entre essas duas potências. Pois é, esse é o tema do livro e série “O Homem do Castelo Alto”.
Nos acompanhe em mais um episódio, onde conversaremos sobre um homem a frente ao seu tempo, Phillip K Dick, famoso escritor de ficção científica.
- Filme “Blade Runner: O Caçador de Andróides”
- Filme “O VIngador do Futuro”
- Filme “Matrix”
- Filme “Era uma vez em Hollywood”
- Anime Cavaleiros do Zodíaco
- Encerramento do desenho animado “Hey Arnold”
- Vídeo do youtube “Como o café afeta seu cérebro e te deixa acordado”
- “A Europa é um jardim e o resto do mundo é um selva” - frase de Josep Borrell, o alto representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança.
Quer continuar no assunto? Seguem alguns links sobre a prédisposição ocidental (e porque não capitalista) para a fasticização:
- O movimento que inspirou o Holocausto
- Como a Grã-Bretanha e a América inspiraram a eugenia nazista:
- A Dinamarca é realmente tão progressista?
- Como o nazismo sobreviveu na Alemanha
Se você tem fome de conhecimento e acredita que a partir da história e experiências podemos modificar nossa cultura e assim fortalecer o espirito, o episódio de hoje é especial para você!
Venha com a gente nessa experiência transendental!
No Entre Livros de hoje, na esteira do fechamento de grandes livrarias, vamos conversar sobre os livros digitais e físicos! O que você acha que faz mais sucesso atualmente? A lenda de que o livro físico vai acabar é real?
Nos acompanhe nesse bate papo e entenda o que precisamos olhar ao ver matérias como essa rolando na internet.
Bibliografia:
Dessa vez viemos conversar sobre um clássico do cinema, Jurassic Park, baseado no livro com o mesmo nome do autor Michael Crichton, falamos sobre os dinossauros e nosso tempo de vida na terra com um toque de caos para dar um charme a discussão.
Se você tem curiosidade em saber se o diretor Steven Spilberg fez o filme igualzinho a obra venha conferir nosso bate papo, talvez você se surpreenda como a vida sempre encontra um jeito.
Para criticas, sugestões e comentários, você nos encontra no Instagram como @olharanacronico ou no e-mail [email protected].
Nesse Entre Livros decidimos tentar chegar no público que está tentando adquirir o hábito da leitura, a ideia nesses tipos de episódios é sermos propositivos e pensando nisso quem sabe ajudar pessoas que tem vontade de ler mais a alcançarem esse objetivo tão prazeroso.
Se você já lê com frequência e gosta das nossas análises não deixe de conferir esse episódio para confirmar se não esquecemos de nada importante e quem sabe nos ajudar a trazer mais pessoas para esse mundo da leitura.
E não, não estamos mortos (ainda).
O podcast de literatura no seu tempo conversa nesse episódio sobre a obra "Metropolis" de Thea von Harbou. Base para o roteiro do filme homônimo dirigido por Fritz Lang e considerado uma grande influência para as distopias futuristas no cinema e na televisão, além de ser um importante marco no imaginário cyberpunk. Confira nossa conversa e descubra quem são os senhores das máquinas do nosso presente cada vez mais distópico.
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