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Um programa diferente de todos os outros. Com a repercussão em tempo real da queda generalizada do Ibovespa, do estresse da curva de juros e da alta da moeda americana em meio ao imbróglio fiscal trazido pelo Auxílio Brasil. Os gestores Carlos Castrucci e Hugo Queiroz interagem com o jornalista Leonardo
Levatti para traduzir o momento e projetar o que fazer com base na análise fundamentalista. Imperdível. Ouça!
Nossa carteira bateu o Ibovespa, avançou 2,7% da última semana para cá, enquanto o índice subiu 2,6% no mesmo período. Entre os principais acontecimentos, a extensão do teto da dívida americana, dados de inflação da maior economia do mundo e a sinalização de Vladimir Putin sobre o compromisso de abastecer a Europa com o gás natural. Por aqui, expectativa em torno da PEC dos Precatórios, ausência de grandes ruídos e avanço nas discussões em torno do novo ICMS sobre os combustíveis. Em nossa carteira, com 16,3% de alta, os papéis do TC se destacaram positivamente. Do lado negativo aparecem as ações do Bradesco, com queda de 3,9%. Na entrevista da semana, André Musso, integrante do TC Matrix, fala sobre o mercado de cannabis e o de criptoativos.
Nossa carteira perdeu para o Ibovespa, recuou 0,7% da última semana para cá, enquanto o índice caiu 0,4% no mesmo período. Entre os principais acontecimentos, a discussão sobre o orçamento e o teto da dívida americana e o avanço entre democratas e republicanos; as instabilidades de WhatsApp, Instagram e Facebook que chacoalharam o valor de mercado da companhia de Mark Zuckerberg e os dados aquecidos do mercado de trabalho americano. Por aqui, o avanço em torno da PEC dos Precatórios, conversas sobre um fundo de estabilização dos preços dos combustíveis e muita negociação e discussão sobre a reforma tributária. Em nossa carteira, com 19,8% de alta, o Ethereum se destacou positivamente. Do lado negativo aparecem as ações da Mobly, com queda de 14%. Na entrevista da semana, Mauro Morelli, estrategista-chefe da Davos Investimentos, discorre sobre macroeconomia. Confira ainda a prova real desenhada por Carlos Castrucci sobre as profundas assimetrias abertas pelas quedas recentes da bolsa brasileira.
Nossa carteira perdeu para o Ibovespa, recuou 5,5% da última semana para cá, enquanto o índice caiu 2,7% no mesmo período. Entre os principais acontecimentos, a discussão sobre o orçamento e o teto da dívida americana, a indicação do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, de que a autoridade monetária aproxima-se do "progresso adicional substancial" para iniciar a redução de estímulos, os impactos da crise energética na China nas fábricas e o início de apagões programados em Pequim e Xangai e a continuação da novela "Evergrande" que mantém o planeta sob alerta. No Brasil, a pauta fiscal segue no radar com discussões sobre a prorrogação do Auxílio Emergencial, fundo de estabilização de preços para a Petrobras e dados econômicos melhores do que se imaginava... Em nossa carteira, com 1,6% de alta, os papéis da GM foram o destaque positivo. Do lado negativo aparecem as ações da Mobly, com queda de 20%. Na entrevista da semana, confira uma conversa com Orleans Martins, que discorre sobre empresas que pagam dividendos, possíveis impactos da reforma tributária e dicas para ajudar o investidor a construir o valuation das companhias.
Nossa carteira perdeu para o Ibovespa, recuou 0,5% da última semana para cá, enquanto o índice subiu 0,2% no mesmo período. Entre os principais acontecimentos, a forte volatilidade às vésperas das decisões de juros dos bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos. Por aqui, o Copom elevou a taxa Selic em um ponto percentual para 6,25% ao ano e contratou alta de igual magnitude para a reunião de novembro. Na reunião do Fomc, o comitê decidiu pela manutenção da taxa de juros no intervalo entre 0 e 0,25% e indicou que a redução das recompras de títulos do mercado deve ser definida já em novembro. Persiste a preocupação com a segunda maior incorporadora imobiliária da China, a Evergrande, e os mercados globais aguardam para ver o nível da intervenção do governo chinês ante a relevância da companhia. O minério de ferro apresentou grande volatilidade. O preço à vista da commodity em Qingdao caiu para USD 120, enquanto o contrato futuro, com vencimento em outubro, chegou a USD 95 e depois retomou o patamar de USD 110. Em nossa carteira, com 5% de alta, os papéis do Booking foram o destaque positivo. Do lado negativo aparece o Ethereum, criptoativo cuja queda foi de 12%. Na tese da semana, confira o racional por trás da alocação em papéis da General Motors, a GM. Bora pra mais um!
Nossa carteira ganhou do Ibovespa, recuou 1% da última semana para cá, enquanto o índice caiu 1,4% no mesmo período. Entre os principais acontecimentos, a preocupação com a maior incorporadora imobiliária da China, Evergrande, que estuda meios de reestruturar a sua dívida de 300 bilhões de dólares e suspendeu negociação de seus títulos locais; o anúncio do governo chinês sobre a venda de reservas estratégicas de metais no esforço de conter a inflação, o que afetou os preços do cobre, do alumínio e do zinco - e também o minério de ferro, que derreteu, ante o receio de que entre na lista, e por restrições à produção de siderúrgicas em algumas províncias. Além disso, no Brasil, pressão por mudanças na política de preços da Petrobras, o avanço em torno da PEC dos Precatórios e a busca do governo por turbinar o Bolsa Família em meio às Eleições do ano que vem. Em nossa carteira, com 5,4% de alta, os papéis da General Motors foram o destaque positivo. Do lado negativo aparecem as ações da Via, com recuo de 8,5%. Na entrevista da semana, o diretor do TC School, Felipe Pontes, nos traz suas percepções sobre o mercado e sobre o que é investir. Vem com a gente pra mais um episódio!
Nossa carteira ganhou do Ibovespa, recuou 0,5% da última semana para cá, enquanto o índice caiu 1,1% no mesmo período. Entre os principais acontecimentos, a crise política após os atos de 7 de setembro, com confronto aberto entre Executivo e Judiciário após declarações do presidente Jair Bolsonaro contra a corte, especificamente, contra o ministro Alexandre de Moraes. Bloqueios dos caminhoneiros em gesto de apoio ao governo foram uma das consequências mais graves. Até mesmo o ex-presidente Michel Temer entrou no circuito, assessorou Bolsonaro e cuidou para que fosse divulgada uma nota à Nação a fim de amenizar o ambiente. Clima político instável à parte, repercutimos o IPCA de agosto que veio mais forte que o esperado, alta de 0,87%. Em nossa carteira, com 4,4% de alta, os papéis da Iochpe-Maxion foram o destaque positivo. Do lado negativo aparece o Ethereum, com recuo de 8,3%. Na entrevista da semana, o contribuidor do TC School, Arlindo Nonato, nos traz suas percepções sobre os setores elétrico e financeiro. Vamos nessa!
Nossa carteira perdeu para o Ibovespa, caiu 3,5% da última semana para cá, enquanto o índice recuou 1,7% no mesmo período. Entre os principais acontecimentos, a repercussão do simpósio de Jackson Hole, a desaceleração chinesa e o alinhamento da OPEP+ em torno do aumento na produção do petróleo. No Brasil, clima fiscal e político instável segue. O texto-base da Reforma do Imposto de Renda, no entanto, as atenções se voltam para as manifestações do dia 7 de setembro. Você vai conferir o olhar do gestor Carlos Castrucci sobre o Ethereum, a grande novidade em nosso portfólio. Em nossa carteira, com 19% de alta, foi justamente o criptoativo que se destacou. Os papéis do TC, por sua vez, caíram 14,7% e você vai entender por quê. Na entrevista da semana, o analista político da Mover, Leopoldo Vieira, nos explica sobre a atual conjuntura política e os cenários das Eleições de 2022. Vem com a gente!
Nossa carteira perdeu para o índice Ibovespa, recuou 3,6% da última semana para cá, enquanto o índice desidratou 2,9% no mesmo período. Entre os principais acontecimentos, a divulgação da ata do FOMC, a discussão mais avançada em torno do tapering - a redução de estímulos nos Estados Unidos - e o avanço da variante Delta preocupando a retomada econômica global. No Brasil, clima fiscal e político azedo contribuiu para forte volatilidade e quedas expressivas. Você vai conferir o olhar do gestor Carlos Castrucci sobre o momento mais instável da bolsa, comentários sobre os papéis da Petz, que mais subiram em nossa carteira, com 5,9% de alta, e os papéis do TC, que tombaram 35,4%. Destaque especial nesta edição fica com o convidado Jorge Souto, contribuidor do TC, que explorou o universo dos criptoativos, em especial Bitcoin e o Ethereum. Vem com a gente!
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