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15 dias após o último episódio, nossa dupla repercute as atualizações da Covid-19 com seus riscos para a economia; as discussões do Fed em torno da redução de estímulos em meio ao excesso de liquidez; a forte retomada das economias americana e brasileira; além da volatilidade flagrada na cesta de criptoativos nas últimas semanas. Saiba por que os papéis da Iochpe-Maxion subiram mais de 21%, por que os da Mobly recuaram 8% e quais atualizações na carteira foram feitas pelo gestor Carlos Castrucci após um rendimento geral do portfólio de 5,6% - que deixou o Ibovespa bem pra trás, pois o índice cresceu 3% no mesmo período. Vem pra mais um capítulo que faz o seu tempo render!
Uma semana agitada mostrou dados do payroll abaixo do que o mercado esperava na geração de empregos na maior economia mundial. De outro lado, a inflação americana saltou aos olhos, tanto para o consumidor quanto para o produtor. Os reflexos logo se viram nas bolsas, inclusive a brasileira. O Ibovespa enfrentou forte volatilidade, mas avançou 0,7% enquanto nossa carteira ficou lateralizada, no zero a zero. Você vai conferir nesta edição a tese aprofundada do gestor Carlos Castrucci sobre a Via Varejo - a companhia teve resultados divulgados nesta semana. Saiba ainda qual o contexto da forte alta em torno dos papéis do Banco do Brasil - que avançaram 6,7% - e qual o contexto da baixa expressiva no caso da Mobly - cujo recuo foi de 10,7%. Chegou a hora de mais um episódio do realitycast que faz o seu tempo render! Bora lá?
Na semana em que o Copom decidiu manter a antecipada decisão de aumento em mais 0,75 ponto percentual na taxa Selic, agora a 3,5% ao ano, o Ibovespa ficou de lado, num recuo de apenas 0,1%, muito em função do bom desempenho das companhias voltadas para commodities, em especial Vale, CSN e Gerdau. Nossa carteira - que não conta com participação nestes papéis no momento - apresentou queda de 2,2% durante o mesmo período. Você vai entender mais do racional do gestor Carlos Castrucci que explica a performance positiva dos papéis da Totvs, com subida de 6%, e da Mobly, que caíram 9,9%. Na tese da semana, entenda as perspectivas dele por trás da Movida.
Uma semana marcada pela perspectiva de alta tem o tempero dos resultados divulgados pelos grandes bancos americanos no primeiro trimestre de 2021: números muito acima do esperado. A imunização avança e a recuperação forte é realidade na maior economia do planeta, cujos principais índices acionários seguem renovando topos históricos. Por aqui, muita indecisão em torno do Orçamento para 2021, ainda não aprovado e palco da queda de braço entre equipe econômica e parlamentares - com qual lado o presidente Jair Bolsonaro vai ficar? Nossa carteira avançou 1,6%, mas ficou abaixo do Ibovespa - que atingiu alta de 2% no mesmo período. O destaque positivo vai para a Iochpe-Maxion, incontestavelmente: alta de 13,4%. O gestor Carlos Castrucci ajuda você a entender o atual cenário, lança expectativas para um destravamento econômico doméstico e explica a tese da Mobly, companhia que mais caiu dentro de nosso portfólio, com recuo de 5,6%. Vem pra mais um episódio!
Uma semana de otimismo é o pano de fundo para um rendimento de 1,3% em nossa carteira - abaixo dos 2,7% de crescimento do Ibovespa, índice que surfou na performance fantástica da mineradora Vale. Entre os destaques de nosso portfólio, Totvs, com a maior alta, de 8,2%, e os papéis da Sanepar, que recuaram 4,8%. Confira ainda uma profunda explicação do gestor Carlos Castrucci sobre crédito de carbono: qual o futuro deste tipo de crédito enquanto ativo? Passamos também por fatos que repercutiram na semana como o payroll forte nos EUA, os PMIs aquecidos mundo a dentro, leilões relevantes ocorridos no Brasil na chamada Infra Week e os principais destaques políticos do país. É mais um episódio de "Os 10 Mil Deles" pra você! Bora lá?
Numa semana mais curta com o feriado de Páscoa, o presidente Jair Bolsonaro promoveu movimentações em seis ministérios e o cenário político parecia trazer algum ar de tranquilidade para o mercado - que entendeu o movimento como um fortalecimento do "Centrão" e da governabilidade. No entanto, impasses em torno do orçamento de 2021 ainda colocam o risco fiscal no radar do investidor no Brasil. PMIs fortes na Europa, pacote de cerca de 2 trilhões de dólares para a infraestrutura dos Estados Unidos e alinhamentos na reunião da Opep+ são pontos centrais na semana. Nossa carteira, com rendimento de 0,3%, ficou abaixo do Ibovespa, que cresceu 1,3%. O gestor Carlos Castrucci comenta o destaque positivo para os papéis do Facebook e o destaque negativo para os papéis da Cogna - com aprofundamento relevante nos números e teleconferência da companhia do setor de educação. Vem com a gente pra mais um!
Após 300 mil mortes pela Covid-19, a vacinação segue emperrada no Brasil, mas a pressão do "centrão" sobre o presidente Jair Bolsonaro parece ter surtido efeito: criação de um comitê para manejar a crise sanitária e maior empenho do governo federal para a aceleração do plano de imunização nacional. Risco fiscal segue no radar, com pressão de governadores para uma extensão do auxilio emergencial mais robusto; pressão cambial não arrefeceu; mas Campos Neto trouxe certa calma ao mercado ao sugerir que a Selic não subirá tão fortemente quanto o mercado chegou a cogitar. Enquanto isso, lá fora, os yields americanos parecem ter encontrado suporte na faixa dos 1,60% e a Turquia atrapalhou o desempenho dos emergentes, após demissão de seu presidente do Banco Central pela postura austera na luta contra a inflação. Do lado de cá, nossa carteira bateu o Ibovespa. Enquanto o índice caiu 0,9%, nosso patrimônio avançou 0,5%. Destaque positivo para os papéis da Lavvi, que subiram 6,7% - enquanto os da Iochpe-Maxion derreteram 3,8%. Na revelação da semana, confira a tese do gestor Carlos Castrucci sobre o Facebook, mais novo ingresso em nossa carteira. Bora lá pra mais um!
Nossa carteira apresentou leve recuo, de 0,2%, numa semana cuja palavra é "juros"! O FOMC, Comitê de Mercado Aberto do Federal Reserve, o banco central americano, decidiu manter o juro dos Estados Unidos no intervalo entre 0 e 0,25%. No comunicado que acompanhou a decisão, o Fed divulgou que manterá o ritmo de compras dos títulos de dívida americana. No Brasil, o destaque ficou na decisão do Copom que elevou a Taxa Selic em 0,75 ponto percentual, para 2,75%, já antecipando que, mantidas as condições atuais, sobretudo a pressão inflacionária, a próxima reunião implicará em novo aumento de 0,75 ponto percentual. Como essas mudanças impactam o racional do Carlos Castrucci por trás de nossos investimentos? Entre os destaques, a Lavvi, que subiu 8,8%, e a Iochpe-Maxion, que recuou 6%. Bora pra mais um?
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