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Frequentemente associado à destruição, o fogo foi fundamental para a evolução do homem. No campo, o fogo é usado como instrumento para abertura de novas áreas, limpeza de pastagens e anda de mãos dadas com o desmatamento. Mas qual a diferença do uso do fogo feito por criminosos para derrubada de florestas e o que é realizado por comunidades tradicionais, indígenas e quilombolas? Para entender esta diferença, confira o novo episódio do podcast Palavra do Campo.
Em um momento em que os produtores precisam mostrar níveis competitivos de pecuária frente ao cenário nacional e internacional, investir no cuidado inicial e na recuperação das áreas de pastagem no longo prazo se torna um aspecto essencial para um crescimento sustentável. No segundo episódio da série, falamos sobre como a adubação nitrogenada pode ser uma grande aliada do produtor.
Episódio oferecido por Mosaic Fertilizantes e produzido por G.Lab
Com o excesso de gases de efeito estufa, como o carbono e o metano, as mudanças climáticas têm se intensificado. É hora de investir na descarbonização, processo que implica em "pegar leve" com a natureza e mudar a dinâmica como emitimos os gases que contribuem para o aquecimento global.
No Brasil, mais da metade das emissões se deve ao desmatamento e à pecuária. A boa notícia é que para ambos o Brasil já tem solução. É o explica André Guimarães no podcast Palavra do Campo deste mês.
Membro do Conselho da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, nosso convidado também destaca que o Brasil é um dos poucos países a se beneficiar enquanto cumpre com as metas de descarbonização firmadas na Conferência do Clima da ONU, na Escócia, ano passado. O País precisa reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 30% até 2030 e, como André diz, já se sabe o que fazer e agora é o momento de colocar as ações em prática.
Quer saber mais? Confira a matéria completa no site da Revista Globo Rural: https://revistagloborural.globo.com/Noticias/Sustentabilidade/noticia/2022/01/o-que-e-descarbonizacao-e-o-que-isso-tem-ver-com-comida-que-consumimos.html
Se você pensa que pastagem é sempre igual, nós te convidamos a mergulhar nesta série que reunirá quatro episódios de entrevistas com especialistas e produtores rurais. No primeiro capítulo, vamos conversar sobre a importância da adubação de pastagem para a produtividade do rebanho e você irá aprender sobre como o tipo de fertilizante utilizado pode interferir na qualidade do gado.
Em seu terceiro episódio, o podcast da 9ª temporada do Caminhos da Safra aborda como a má conservação das estradas rurais, também conhecidas como vicinais, impacta não só o custo logístico da agropecuária, como também o desenvolvimento social no campo. O bate papo conta com a participação da assessora técnica de logística e infraestrutura da CNA, Elisangela Lopes; com o diretor do Movimento Pro logística, Edeon Vaz; com a gerente executiva de gestão e projetos da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Fernanda Rezende e com a secretária de Políticas Sociais da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares, Edjane Rodrigues.
Você já imaginou comer a carne de um animal que ainda está vivo? Parece loucura, mas a tecnologia já existe. E o mais interessante: a chamada carne cultivada vai chegar aos supermercados do Brasil em 2024, promete a BRF, gigante da indústria. Mas que carne é essa? Que gosto terá? E quanto vai custar? A menos de três anos do lançamento, o diretor de Inovação da companhia, Sérgio Pinto, revela os bastidores da produção em entrevista ao podcast Palavra do Campo, da Globo Rural.
Os desafios para fazer frente a uma demanda cada vez maior por uma logística mais sustentável tem movimentado transportadoras, montadoras e o próprio governo numa corrida para mitigar os impactos ambientais gerados pela cadeia logística. A mudança, contudo, exige não só investimento, mas também estratégia. No segundo podcast da 9ª temporada do Caminhos da Safra, Globo Rural discute como mitigar os impactos ambientais em um dos setores que mais aumentou as suas emissões na última década.
Desmatamento, mudanças climáticas, criação de represas privadas e falta de preservação de mananciais têm dificultado que a água venha dos oceanos e caia em forma de chuva. O resultado disso é que da década de 90 até os dias de hoje, o Brasil perdeu quase 16% da água doce do território nacional. Para falar sobre a relação destes fatores com o agronegócio, a repórter Mariana Grilli (@grillimari) conversa com Tasso Azevedo, coordenador do MapBiomas, responsável pelo estudo.
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