"Diz-me o que lês, dir-te-ei quem és." Será isto verdade?
Ou talvez a versão mais honesta seja outra:
"Diz-me o que dizes que lês, dir-te-ei quem queres que eu pense que tu és."
Trocadilhos à parte, esta noite falo de preconceitos, do conforto perigoso de ler o que toda a gente lê, e daquela coisa que todos fazem e que ninguém admite: mentir.