Neste episódio, voltamos às 24 teses tomistas, para tentar perceber a segunda: «O acto, porque é perfeição, não é limitado senão pela potência, que é uma capacidade de perfeição. Por isso, na ordem onde o acto é puro, ele não pode ser senão ilimitado e único, onde ele é finito e múltiplo, ele entra em verdadeira composição com a potência.»