
Sign up to save your podcasts
Or


Como a hiperconectada geração Z tem se ligado a crenças (e descrenças) e à religião? As residentes Carol Leal e Rebeca Fagundes foram em busca da resposta, ou melhor, das respostas. Sim, porque o que não faltam são múltiplos destinos e convicções. As jornadas são as mais diversas: do cristianismo ao ateísmo; da Igreja Católica à umbanda; do afastamento à igreja evangélica. Percorra todos esses caminhos com a gente em forma de relatos.
Um bailado em valsa, um livro em curso, um violino em
Isabelle Braconnot e Júlio Barros ouvem jovens e suas vozes potentes que superaram dificuldades emocionais. São genZ em livres descobertas, pertencentes a um grupo etário campeão em incidência de transtornos de ansiedade.
A Alexa dá o recado: acabou a farra, vamos trabalhar. Tarefa para as residentes Adrielle Mariana e Yasmin Spiegel, que toparam o "job" de ouvir a geração Z sobre emprego e carreira. A dupla genZ também destaca: "Dinheiro é bom (inclusive, gostamos), mas também queremos propósito". Trancistas empreendedoras, freelancer, criador de marca de roupas e especialista em vida profissional desenrolam o tema.
O quadro inspira cuidados. Carência de itens de higiene essenciais, como escova de dente e absorvente íntimo, expõe a chaga. “Já usei um pano por não ter absorvente íntimo”, diz Marta, moradora da Serra (ES) entrevistada pelos residentes Breno Alexandre e Enzo Teixeira. A saída, para muitos, é se benzer, e isso não é só força de expressão. Com a força das comunidades, projetos e ações pra driblar esse quadro de exclusão também são destaque neste episódio.
Empreender nem sempre é um desejo de vida. Pode ser também o único caminho para pessoas sem oportunidades do trabalho com carteira assinada. Ações que surgiram para combater um cenário de exclusão impulsionam sonhos. Em Alto Rio Novo, mulheres costuram futuros confeccionando lingerie e tapetes. E bancos comunitários no ES garantem crédito. As residentes Carla Nigro e Laísa Menezes narram essas e outras histórias.
A rima, a dança, a arte de um cinquentão amado pela juventude. O hip-hop, que completa cinco décadas em 2023, mostra sua força e manda a letra entre os jovens da comunidade. O movimento liberta. É o que contam o idealizador do Coletivo Cultura Bethânia (Viana), Ramon Matheus; o fundador da Central das Comunidades, Marcelo Siqueira; e o grafiteiro Anderson Moska, no papo com os residentes Gabriel Mazim e Isabelle Oliveira.
Chegamos, comunidades. No episódio de estreia da terceira temporada, os residentes Jessica Coutinho e Vitor Gregório conversam com representantes de territórios diversos: quilombola, indígena e periférico. Sim, tudo isso é comunidade. De São Benedito, em Vitória, à comunidade quilombola Morro da Onça, em Conceição da Barra, moradores travam lutas para conquistar igualdade e autonomia, e vêm conseguindo. “Nós por nós.”
From the publisher's feed