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"Se não seguirmos as práticas ESG, não estaremos aqui para contar a história." Forte, não é? A frase foi posta na mesa por Cynthia Molina, executiva de Sustentabilidade, Inovação e Comunicação Empresarial, uma das convidadas do último episódio da segunda temporada do “Papo Residência”, conduzido por Mikaella Mozer e Gedyson Viana. Cynthia e João Bosco, gerente-geral de Sustentabilidade e Relações Institucionais da ArcelorMittal Tubarão, falam sobre autenticidade, diálogo, transparência e presença na sociedade. O que podemos esperar do futuro em um mundo ESG? Como usar a tecnologia para alinhar uma marca ao ESG? Como, daqui para a frente, o lucro e o propósito vão se ligar? E o greenwashing (a falsa sustentabilidade), quais as consequências para quem praticá-lo?
João Vitor Castro e Vitor Recla te convidam para este percurso. Vamos a Boa Esperança, Norte do ES, conhecer a mobilização lançada pelo Padre Romário para proteger a saúde da população local. Graças ao movimento, teve até mudança na lei contra os agrotóxicos. Em seguida, partimos para Linhares a fim de saber mais sobre o projeto de Neemias Santos, uma escolinha de futebol que é muito mais que bola na rede. Cidadania, saúde e educação também jogam nesse time. O ponto final é São Paulo, onde está Patrícia Sá, coordenadora da formação em longevidade da FGV. Ela mostra a importância de ações para (re)inserir as gerações 50+ no mercado de trabalho e combater o etarismo, o tão presente preconceito contra a idade.
Um mar feito de TNT azul chacoalhando ao som de "Planeta Água", um terrário, um feijão plantado no algodão... Os residentes André Afonso e Eduarda Moro resgatam memórias de infância ligadas à educação ambiental. Mas nem tudo é lúdico neste episódio. A dupla traça uma linha do tempo sobre as tragédias que nos levaram até aqui. Detalham também esse enredo o ex-ministro do Meio Ambiente José Carlos Carvalho; o fundador da Eco55, Guilherme Barbosa; os professores Alvim Borges e Gilton Ferreira, do Mestrado em Engenharia e Desenvolvimento Sustentável da Ufes; e a fundadora do Instituto Pacto pelas Aguas Capixabas Maria Helena Vargas. Eles destacam: o E de Environmental também é o E de energia, de emissão (a menos) e de economia.
É dia de feira, e as residentes Beatriz Heleodoro e Lívia Bonatto foram lá perguntar: você sabe o que é ESG? Para a maioria dos frequentadores, a sigla ainda é uma incógnita – e uma pesquisa do Google também mostra isso. Mas, na bolha do mercado corporativo, Environmental (Ambiental), Social e Governance (Governança) ditam padrões e condutas que impactam a vida de todos nós. Pablo Vieira, Mariana Arrivabene e João Bosco, profissionais ligados à sustentabilidade, trazem dados, informações e percepções. E o pessoal da feira livre também fala sobre o que esperam deste novo mundo.
A diversidade do movimento LGBTQIA+, desde o significado da sigla e os grupos que ela representa até a vivência da comunidade no Espírito Santo. As residentes Ana Ritti e Luana Antunes conversam com Carolina Maria, jornalista e estudiosa da temática, e Diego Herzog, presidente do Gold (Grupo Orgulho Liberdade e Dignidade), sobre conquistas, retrocessos nas políticas públicas, descobertas pessoais em torno da sexualidade e repressão e preconceito da sociedade.
Um papo para mostrar os avanços e as estagnações no caminho para um mercado de trabalho realmente diverso. Os residentes Milene Celestino e Saulo Ribeiro (apresentação e roteiro) trazem dados que mostram que ainda falta muito para as empresas se tornarem de fato mais plurais. Os convidados são a advogada Viviane Lupim, militante do movimento negro e organizadora do projeto Descolonize, e o professor José Elias dos Santos, graduado em História, mestre em Ciências Sociais e doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos. Eles falam sobre a tentativa de sabotagem ao sistema de cotas e o racismo que se levanta contra as políticas afirmativas.
A psicopedagoga Claudia Gonçalves de Freitas e o procurador do Ministério Público do Trabalho Estanislau Tallon Bozi batem um papo com os residentes Gabriela Venâncio e Saulo Ribeiro sobre cotas para o mercado de trabalho, inclusão de grupos minoritários e dificuldades que esses sujeitos enfrentam para ingressar no mercado profissional. Como estamos? Há fiscalização quanto à reserva de vagas? Trans, PCDs e negros encontram as portas abertas? Há vagas em transformação?
Com quantas crianças com deficiência você estudou ao longo da sua vida escolar? Com essa pergunta, as residentes Maíra Ferrari e Luana Antunes (roteiro e apresentação) abrem a conversa sobre a necessidade de se adaptar espaços e mudar mentalidades para que o estudante PCD tenha digno acesso à escola. Integração e inclusão enriquecem a educação de todos nós. As convidadas são Divina Zanotelli, pedagoga da Apae Serra, e Wanessa Gonçalves dos Santos, psicóloga no Núcleo de Acessibilidade da Ufes (NaUfes).
Os residentes Emanuel Vargas e Carla Luz conversam com Poly Polycarpo, negra, mãe e influencer plus size, e com o professor universitário Douglas Ferrari, que tem baixa visão e é referência em inclusão de PCD para a comunidade da Ufes. Os dois convidados falam sobre as barreiras que enfrentaram ao longo do caminho e sobre a responsabilidade com a posição conquistada na geração de autoestima. O roteiro é de Gabriela Venâncio.
"Inveja branca", "não sou tuas negras", "isso é coisa de preto"... As convidadas Munah Malek e Heloísa Ivone da Silva, militantes do movimento negro, explicam os termos e expressões que precisam ser eliminados, de uma vez por todas, do vocabulário e do dia a dia de todos nós. A apresentação deste episódio é das residentes Maíra Ferrari e Milene Celestino. Produção dos também residentes Matheus Metzker e Alvaro Guaresqui.
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