Texto e voz: Pra. Níssia Bergiante
[27/05/2020 – Devocional] Números 6 + Isaías 10 + Romanos 12
A pergunta hoje está inspirada no texto de Romanos 12:11 que diz: “*Sede diligentes, sem preguiça*, fervorosos de espírito, servindo ao Senhor, alegrando-vos na esperança, perseverando na tribulação, assíduos na oração, tomando parte nas necessidades dos santos, buscando proporcionar a hospitalidade”
Para entendermos o que é essa preguiça espiritual é importante observarmos o que a Bíblia, neste texto está querendo nos dizer.
O texto de Romanos 12 começa com um versículo muito conhecido no meio cristão:
“1Portanto, caros irmãos, rogo-vos pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo como um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto espiritual. 2E não vos amoldeis ao sistema deste mundo, mas sede transformados pela renovação das vossas mentes, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”
Então a discussão aqui é como oferecer um culto espiritual. Bem, se fala sobre um culto espiritual, é porque pode existir culto sem ser espiritual, certo? E como seria isso? Bem, seria um culto carnal, onde as emoções, a alma, tomam conta de tudo. Como Paulo diz na carta aos Colossenses 2:18 “Não deixem que ninguém se faça de árbitro para desqualificar vocês, com pretexto de humildade e culto de anjos, baseando-se em visões, estando cheio de orgulho, sem motivo algum, na sua mente carnal, e não retendo a cabeça, a partir da qual todo o corpo, suprido e bem-vinculado por suas juntas e ligamentos, cresce o crescimento que vem de Deus.”
O Texto também ensina que, ao evitarmos nos moldar ao sistema que opera neste mundo, poderemos descobrir qual é a boa e perfeita vontade de Deus. Então, como já discutimos antes, se nossa mente está apenas envolvida com as coisas do mundo, certamente teremos a mente carnal, e nosso culto também será carnal. Se, ao contrário, passarmos por essa transformação em nossa mente, teremos a mente de Cristo, e por isso ofereceremos um culto espiritual.
Paulo continua a sua argumentação falando então sobre os dons. E o que fazer com eles: (continua)