O nome representa a sua identidade. Na época Bíblica a escolha do nome do bebê era algo muito sério e representava a característica principal que aquele indivíduo teria. Isso significa que os pais precisavam receber uma inspiração divina, para nomear adequadamente a criança, de acordo com a sua missão na terra. Para a maioria dos judeus o nome é escolhido e depois apresentado diante da Sinagoga, durante a cerimônia da circuncisão se for menino, ou durante o primeiro Shabat depois do nascimento, se for menina. E isso é sempre acompanhado de uma Festa! É dito que “mais uma alma passou a fazer parte da comunidade”
1Então Yahweh falou a Moisés, no deserto do Sinai, na Tenda do Encontro, no primeiro dia do segundo mês, no segundo ano após a saída da terra do Egito. E disse o SENHOR: 2“Fazei o recenseamento de toda a comunidade dos filhos de Israel, segundo seus clãs e segundo as casas patriarcais, alistando os nomes de todos os homens, cabeça por cabeça. 3Todos aqueles em Israel, de vinte anos para cima, hábeis para ir à guerra, tu e Arão os registrareis segundo seus esquadrões. 4Estará convosco um homem de cada tribo, os chefes das casas patriarcais.
5Estes são os nomes daqueles que vos auxiliarão: Da tribo de Rúben, Elizur, filho de Sedeur;
6de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai;
7de Judá, Naasom, filho de Aminadabe;
8de Issacar, Natanael, filho de Zuar;
9de Zebulom, Eliabe, filho de Helom;
10dos filhos de José:
11de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni;
12de Dã, Aieser, filho de Amisadai;
13de Aser, Pagiel, filho de Ocrã;
14de Gade, Eliasafe, filho de Deuel;
15de Naftali, Aira, filho de Enã”.
16Esses foram os homens escolhidos na comunidade; eram chefes da tribo de seu antepassado e esses eram os cabeças dos milhares de Israel.
Deus disse a Moisés cada um dos nomes. A lista foi nominal. Para o Senhor não somos números na lista da criação. Como vemos no colégio, ou num banco, que recebemos um número, uma senha. Nada disso. Somos indivíduos conhecidos pelo nome. (Continua)