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Jesus contou a parábola dos lavradores maus, durante a última semana de sua vida na terra. Os sacerdotes e fariseus compreenderam que contra eles Jesus proferia esta parábola. Eles eram descritos como maus lavradores e como construtores que rejeitaram a pedra. Eles se rebelaram contra o dono da vinha. Mataram seus servos, os profetas. Mataram seu filho e rejeitaram a pedra principal, a pedra angular.
Jesus era um observador da natureza. Ele usava a natureza para falar de princípios espirituais. Jesus usou a imagem de sementes, árvores, flores, pássaros, etc. Nos tempos bíblicos, a figueira era muito comum. As pessoas conseguiam reconhecer a chegada do verão ao observar o brotar das folhas da figueira. A parábola da figueira foi usada por Jesus para ensinar sobre os eventos relacionados ao fim dos tempos.
Um rei preparou um grande banquete de casamento para seu filho. Ele enviou convites aos convidados, mas muitos recusaram, ocupados com seus próprios assuntos. Alguns até maltrataram e mataram os mensageiros do rei. O rei, irritado com a rejeição, enviou seus servos para convidar pessoas comuns das ruas e estradas. A festa foi preenchida com convidados, mas o rei notou um homem sem as vestes apropriadas para o casamento. Quando questionado, o homem não tinha desculpas. O rei ordenou que o amarrassem e o lançassem fora, onde haveria choro e ranger de dentes.
A parábola das ovelhas e dos cabritos é uma descrição do juízo final. Como um pastor separa suas ovelhas dos bodes. Assim também Jesus separa os justos dos ímpios no dia do juízo.
A parábola dos talentos ensina que os servos do Senhor devem ser fiéis, administrando pronta e eficientemente o que lhes foi confiado, até ao dia do ajuste de contas.
A parábola das dez virgens, ou das dez damas de honra, fala que cinco eram sábias e cinco eram sem juízo. As sábias levaram óleos de reserva para manter a lâmpada acessa. Chegando o noivo as que não tinham sabedoria, saíram correndo para comprar óleo e ficaram do lado de fora da casa. Jesus concluiu dizendo que as pessoas tinham que ser vigilantes a respeito da sua volta!
O que é uma parábola?
Uma parábola é um ensino de Jesus por meio de comparação ou analogia.
Contando parábolas, Jesus usava uma história tirada do cotidiano, para ensinar uma lição espiritual.
E o que é uma parábola escatológica?
As parábolas escatológicas abordam temas relacionados ao fim dos tempos, ao julgamento final.
Essas parábolas enfatizam a preparação espiritual para o fim dos tempos.
Neemias havia solicitado uma licença para realizar a tarefa de reconstruir os muros de Jerusalém. Ele era copeiro do rei na Babilonia, e o rei autorizou ele ir. Durante 12 anos Neemias esteve como governador de Jerusalém. Aqui registra que ele precisou voltar para Babilonia. Precisava dar satisfação ao seu rei e voltr para seu oficio. Porém durante a sua ausência coisas ruins aconteceram. Depois de um tempo, Neemias conseguiu uma segunda autorização para voltar a Jerusalém. Como será que estava Jerusalem? É o que veremos agora.
Aqui é a primeira vez que aparece o nome de Esdras no livro de Neemias. Esdras era um escriba e conhecia bem o livro da Lei. Livro da Lei é um termo para designar a Palavra de Deus. O Livro da Lei compõe-se dos 5 primeiros livros da Bíblia, também chamado Pentateuco: Gênesis, Êxodo, Levítico, Número e Deuteronômio A leitura da Lei trouxe mudanças na cidade de Jerusalém.
Hoje vamos estudo o capítulo 4. Logo que a construção começou, os inimigos se levantaram. O capítulo 4 é um resumo do que aconteceu durante os 52 dias da construção dos muros.
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