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O ministro Alexandre de Moraes já respondeu mais de uma vez a pessoas próximas e políticos com quem ele se relaciona se o presidente Jair Bolsonaro será preso após deixar o governo em 2023. Saiba qual é a resposta.
O PSOL aprovou neste sábado 17 o apoio do partido ao novo governo do presidente eleito Lula (PT). Apesar do apoio (votar com o governo) o PSOL não terá cargos no Governo Lula.
O ministro do STF Dias Toffoli pediu perdão a Lula por não ter autorizado o petista a comparecer ao velório de seu irmão, Genival Inácio da Silva, o Vavá, quando estava preso em Curitiba. LULA nunca se esqueceu do episódio, do qual guarda profunda mágoa.
Militares tentam convencer Lula a não agir de forma intempestiva contra os bolsonaristas golpistas acampados na frente de unidades militares espalhadas pelo país.
O presidente da República Jair Bolsonaro (PL), que está preocupado com a mudança do Palácio da Alvorada, recebeu a informação que Ricardo Barros , líder do seu governo na Câmara, tem negociado com o PT para levar o PP para a base governista.
Nesta quinta (15), um caminhão de mudança foi ao Alvorada. Faltam 15 dias para o fim do mandato do presidente Jair Bolsonaro e para ele deixar a residência oficial. Funcionários retiraram no início da tarde desta sexta-feira (16) parte da estrutura apelidada de cercadinho do Palácio da Alvorada.
Temendo ser preso após deixar o mandato, a partir de 2023, Jair Bolsonaro fez um pedido ao presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.
Faltando pouco mais de duas semanas para a posse do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), um caminhão de mudança foi enviado ao Palácio da Alvorada, em Brasília, na tarde desta quinta-feira (15).
O corregedor-geral eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Benedito Gonçalves, abriu nesta quarta-feira (14) apurações sobre a conduta do presidente Jair Bolsonaro e de aliados ao lançar dúvida sobre o resultado das eleições e ao, supostamente, conceder benefícios de forma ilegal durante a campanha. São alvos da investigação: - Jair Bolsonaro (PL); - Braga Netto; - Flávio Bolsonaro (PL-RJ); - Eduardo Bolsonaro (PL-SP); - Carla Zambelli (PL-SP); - Bia Kicis (PL-DF); - Nikolas Ferreira (PL-MG); - Gustavo Gayer (PL-GO); - Magno Malta (PL-ES).
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), emperrou o anúncio que o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) faria do nome de Nísia Trindade Lima, atual presidente da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), como ministra da Saúde do seu governo. Arthur Lira quer o comando da pasta da Saúde para seu grupo. Em troca ele garantiria 150 votos de um grupo que chamou de "consórcio de deputados" a favor da PEC da Transição.
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