
Sign up to save your podcasts
Or


O ministro Alexandre de Moraes afirmou nesta quarta-feira (14) que "ainda tem muita gente para prender e muita multa para aplicar".
Aliados de Simone Tebet apontam Janja como principal causa do distanciamento da senadora com Lula
Lula abandonou hoje o tom de pacificação que havia adotado desde sua vitória nas urnas e investiu contra o presidente Jair Bolsonaro após atos de vandalismo de bolsonaristas registrados ontem (12) em Brasília. Lula afirmou que o oponente ainda "não aceitou a derrota nas urnas" e é "sem coração" por sua postura durante a pandemia da covid-19.
Violência e vandalismo bolsonaristas não deixam opção. Só prendendo todo mundo. Randolfe Rodrigues pede indiciamento de Michelle Bolsoanro e investigação de atos golpistas.
Ao entrar no Plenário Lula ouviu repetodas vezes "BOA TARDE, PRESIDENTE LULA". ENTENDA.
Michelle e Jair Bolsonaro estão à procura de uma nova escola em Brasília para matricular Laura, 11 anos, após a menina sofrer bullying ao ser ofendida por uma colega do Colégio Militar.
O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebe nesta segunda-feira (12) no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) o diploma confirmando que está apto a tomar posse. O petista e o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), vão receber os diplomas assinados pelo presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, um dos alvos principais de manifestações bolsonaristas e dos discursos do próprio presidente.
Diretórios do PT e lideranças dos movimentos sociais e sindicatos têm feito reuniões com o objetivo de criar uma “força” paralela que garanta a segurança dos eventos que tenham Luiz Inácio Lula da Silva como protagonista.
Parlamentares do PL veem um “isolamento crescente” da deputada federal Carla Zambelli no PL. Integrantes do partido afirmam que a parlamentar enfrenta resistência tanto do clã presidencial quanto de lideranças “mais políticas”.
O indulto natalino deste ano é o último do governo de Jair Bolsonaro (PL), e poderá ter uma novidade: o presidente planeja excluir do decreto os integrantes das Forças Armadas e profissionais de segurança pública que estejam presos. As categorias, que são as mais importantes aliadas do presidente, poderão perder o direito ao benefício nas festividades de 2022, após a derrota nas urnas. Devido ao resultado das eleições, Bolsonaro estuda mudar de atitude em relação aos profissionais de segurança.
From the publisher's feed