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No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (16/04/2026):
Uma operação da Polícia Federal prendeu ontem os funkeiros MC Ryan SP e Poze do Rodo, além do dono da página “Choquei”, Raphael Sousa Oliveira, e o empresário Chrys Dias. Eles são suspeitos de formar um grupo que movimentou R$ 1,6 bilhão com rifas e bets ilegais patrocinadas pelo crime organizado, incluindo o Primeiro Comando da Capital (PCC). Outras 29 pessoas foram presas – todas ligadas ao setor artístico e de entretenimento. Plataformas de apostas de cotas fixas, as chamadas bets, foram usadas para lavar dinheiro de origem ilícita, incluindo recursos ligados ao tráfico internacional. A organização movimentava grandes quantias, com uso de dinheiro em espécie, transferências bancárias e operações com criptoativos, tanto no Brasil quanto no exterior. Foram cumpridos 90 mandados em SP, RJ, PE, ES, MA, SC, PR, GO e DF. A Justiça sequestrou bens dos investigados até o valor de R$ 2,26 bilhões.
Economia: PEC da jornada tem parecer a favor em comissão; oposição adia votação
Política: Ramagem é solto nos EUA dois dias após ser detido por imigração
Internacional: Sob pressão dos EUA, Israel discute trégua de uma semana no Líbano
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By Estadão4.3
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No podcast ‘Notícia No Seu Tempo’, confira em áudio as principais notícias da edição impressa do jornal ‘O Estado de S.Paulo’ desta quinta-feira (16/04/2026):
Uma operação da Polícia Federal prendeu ontem os funkeiros MC Ryan SP e Poze do Rodo, além do dono da página “Choquei”, Raphael Sousa Oliveira, e o empresário Chrys Dias. Eles são suspeitos de formar um grupo que movimentou R$ 1,6 bilhão com rifas e bets ilegais patrocinadas pelo crime organizado, incluindo o Primeiro Comando da Capital (PCC). Outras 29 pessoas foram presas – todas ligadas ao setor artístico e de entretenimento. Plataformas de apostas de cotas fixas, as chamadas bets, foram usadas para lavar dinheiro de origem ilícita, incluindo recursos ligados ao tráfico internacional. A organização movimentava grandes quantias, com uso de dinheiro em espécie, transferências bancárias e operações com criptoativos, tanto no Brasil quanto no exterior. Foram cumpridos 90 mandados em SP, RJ, PE, ES, MA, SC, PR, GO e DF. A Justiça sequestrou bens dos investigados até o valor de R$ 2,26 bilhões.
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