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O que é o capacitismo? Como é que este preconceito sistémico contamina a nossa forma de pensar as pessoas com deficiência (ou variabilidade funcional), mas também a saúde de todos, a sociedade?
Neste episódio falamos da obsessão da sociedade na produtividade e as diferenças para a funcionalidade. Mas nem mesmo a funcionalidade escapa ao capacitismo: és funcional para os parâmetros de quem? Da norma? O que é a norma? O que é "normal"? Ou o "movimento normal", como os fisioterapeutas usaram durante muitos anos. As deficiências visíveis e invisíveis, os preconceitos interseccionais, a noção de "cura", o impacto das iniquidades em saúde e a meritrocracia.
Quando as limitações e barreiras são criadas muito mais pela sociedade do que pela própria condição de saúde, todos nós fazemos parte do problema. Um convite à reflexão de um tema que ainda é só a introdução.
Referências:
Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), 2004, https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwjx4fP1hvz9AhX9VqQEHfP6A4QQFnoECAoQAQ&url=https%3A%2F%2Fcatalogo.inr.pt%2Fdocuments%2F11257%2F0%2FCIF%2B2004&usg=AOvVaw13K_W4Quz5FBZX8CoKi2HW
A Tirania do Mérito, 2020, Michael J. Sandel
Convidada:
Catarina Oliveira, Nt, @especierarasobrerodas
Maria João Bigode, Ft, @mjbigode
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Physio-think-tank Podcast - Advocacia e reflexão acerca da dor persistente neuro-músculo-esqueléticas (NMSK)
Spoiler alert: a resposta é "não". Porque não é possível reduzir a saúde somente a uns determinantes. Nem a Democracia é medida em termos binários, é antes um espectro. Apresentamos preocupações, riscos e fragilidades da Democracia. Procurámos pensar democraticamente a saúde do público em geral.
Inspiração:
Convidados:
Maria João Bigode, Ft, @mjbigode
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Physio-think-tank Podcast - Advocacia e reflexão acerca da dor persistente neuro-músculo-esqueléticas (NMSK)
Será que dor psicossomática existe? O que é que dor psicossomática ou psicogénica quer dizer? Quais os pressupostos científicos e filosóficos por detrás disto, e as implicações éticas associadas?
Trigger warning: morte (óbvio), eutanásia e suicídio.
Será? Resposta curta: não. A responsabilidade é maioritariamente nossa, profissionais de saúde. Neste episódio tenho como convidada alguém que é licenciada em Farmacologia e pós graduada em Comunicação em Saúde. Esta área é uma ciência que estuda as melhores formas de comunicar conteúdo em saúde. Ela é uma arma terapêutica: tanto pode trazer benefícios, como também malefícios. No episódio exploramos as implicações de comunicar de forma mais adequada, e menos adequada. Damos alguns exemplos dos nossos erros de comunicação, que fomos cometendo no nosso percurso, e o que aprendemos com eles.
Na continuação do episódio anterior, desviamos um pouco a nossa reflexão para exemplos um pouco mais extremos (mas que não deixam de ser realistas): os mitos da meritrocracia, de novo; o exemplo da criminalidade e o impacto da austeridade na saúde pública. Isto para reflectir à questão inicial: será o nosso estilo de vida uma opção nossa? Seremos preguiçosos por não conseguir mudar o nosso estilo de vida? Temos o direito ético de fazer juízos morais dos utentes? Se calhar não...
Três dos principais pilares da saúde são o sono, o movimento ou actividade física e a alimentação. Também sabemos que melhores estilos de vida promovem melhor condição geral de saúde, e podem inclusive contribuir para reduzir experiência de dor, e é nesse sentido que quem trabalha em dor crónica pensa (eu incluida).
Continuação do episódio anterior, sobre vulnerabilidade, limites éticos, preocupações, incerteza, empatia, entre outros.
Neste episódio dou continuidade a uma tema antigo... Vulnerabilidade. Dos utentes, mas também dos profissionais de saúde, os limites da empatia e dilemas associados.
O episódio que eu gostaria de ter feito no início da série "Preconceitos". É um episódio extremamente pequenino, por isso não vou fazer mais spoilers...
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