Em 1996, o Quim Barreiros respondeu a uma das perguntas mais antigas da humanidade: qual é o melhor dia para casar?
Neste sexto estudo de caso, o Departamento de Estudos Pimba pega nesta cantiga aparentemente inocente e descobre lá dentro uma pequena filosofia popular sobre o medo do desgosto, a bênção da família e a ideia de que o amor não tem idade, sexo nem estado civil.
Por baixo do trocadilho, há uma tese sobre a esperança de que, depois do "sim", venha tudo a nosso gosto.
Pelo caminho, nasce uma teoria nova sobre a forma como um país inteiro tenta enganar o azar. Não dizemos qual.
A regra da casa mantém-se: a piada está sempre no excesso da análise, nunca na música.
🎓 Investigação avançada sobre emoções populares.
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Nunca gozamos com a música. A piada está no exagero da análise, nunca na canção.
Pimba, logo existo.