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Quando falamos em acesso ao crédito no Brasil, é comum pensar em empréstimos, financiamentos e cartões. Mas existe outro modelo de negócio bastante tradicional no mercado financeiro brasileiro: os consórcios.
Neste episódio do Plano Real, você vai entender como funciona o sistema de consórcios no Brasil, desde a formação dos grupos até a contemplação dos participantes. Também vamos falar sobre o papel das administradoras, como esse modelo é regulamentado e por que ele se tornou uma alternativa para quem deseja planejar a aquisição de bens e serviços.
Ao longo do episódio, falamos sobre:
• como surgiram os consórcios no Brasil e como esse mercado evoluiu;• como funciona a formação dos grupos e o pagamento das parcelas;
• qual é a diferença entre contemplação por sorteio e por lance;
• como funciona a carta de crédito e quais são suas possibilidades de utilização;
• como as administradoras de consórcio atuam e de que forma são remuneradas;
• qual é o papel do Banco Central na regulação e fiscalização desse mercado; e
• quais são as principais diferenças entre consórcio e financiamento, incluindo custos, prazos e formas de acesso ao crédito.
Também explicamos por que o consórcio não cobra juros como um financiamento tradicional, mas possui taxa de administração e outros custos previstos em contrato, além de exigir atenção ao prazo de contemplação e às condições do grupo.
Leitura complementar
📚 Banco Central do Brasil: Consórcioshttps://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/consorcio
📚 Lei nº 11.795/2008, Lei dos Consórcioshttps://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11795.htm
🎙️ Este episódio foi editado por Randi Maldonado.
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Para construir produtos no mercado de bancos e fintechs, não basta entender apenas o produto financeiro. É preciso conhecer também a infraestrutura que conecta essas instituições ao Banco Central e ao restante do Sistema Financeiro Nacional.
Neste episódio, você vai entender o que são os PSTIs, Prestadores de Serviços de Tecnologia da Informação, empresas autorizadas pelo Banco Central que ajudam instituições financeiras a se conectarem à Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN) e aos sistemas do Banco Central.
Ao longo do episódio, falamos sobre:
• o que são os PSTIs e qual é o papel deles dentro da infraestrutura do sistema financeiro;• como funciona a conexão entre instituições financeiras, a RSFN e sistemas como o STR;• os requisitos técnicos e de segurança envolvidos nessa conexão;• por que a infraestrutura necessária para acessar diretamente a RSFN pode ser tão complexa e custosa;• como os PSTIs permitem que bancos, fintechs e outras instituições utilizem uma infraestrutura já preparada e homologada;• quais são as responsabilidades da instituição financeira mesmo quando ela utiliza um PSTI; e• por que algumas instituições optam por construir sua própria infraestrutura em vez de contratar um PSTI.
Também falamos sobre a relação entre PSTIs, nuvem, redundância, segurança da informação e a infraestrutura necessária para que uma instituição financeira consiga operar de forma integrada ao Banco Central.
📚 Banco Central do Brasil
Banco Central do Brasil
📚 Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN)
Informações sobre a RSFN no Banco Central
📚 Manual Técnico da RSFN
Documentação técnica da RSFN
🎙️ Este episódio foi editado por Randi Maldonado.
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O FGC, Fundo Garantidor de Créditos, é uma das estruturas mais conhecidas do sistema financeiro brasileiro. Mas você sabe exatamente como ele funciona, quais produtos são protegidos e quais são os limites dessa proteção?
Neste episódio, você vai entender como surgiu o FGC, por que ele foi criado e como funciona o mecanismo de proteção aos depositantes e investidores quando uma instituição financeira entra em intervenção ou liquidação.
Ao longo do episódio, falamos sobre:
• o que é o Fundo Garantidor de Créditos e por que ele foi criado em 1995;• quais produtos financeiros contam com a garantia do FGC;• como funciona o limite de R$ 250 mil por instituição e por CPF ou CNPJ;• o limite global de R$ 1 milhão e sua renovação a cada quatro anos;• como as instituições financeiras financiam o FGC e como essa reserva é formada;• qual é o papel do Banco Central nessa estrutura; e• como funciona, na prática, o processo de pagamento da garantia quando uma instituição financeira quebra.
Mais do que saber que um investimento tem FGC, entender os limites e o funcionamento dessa proteção é fundamental para compreender o risco de crédito dos produtos financeiros.
📚 Fundo Garantidor de Créditos (FGC)
https://www.fgc.org.br/
📚 Banco Central do Brasil
https://www.bcb.gov.br/
🎙️ Este episódio foi editado por Randi Maldonado.
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O agronegócio representa uma das maiores forças da economia brasileira. Mas antes da colheita, da exportação ou da chegada dos alimentos à nossa mesa, existe um mecanismo que torna boa parte dessa produção possível: o crédito rural.
Neste episódio, você vai entender como funciona essa política pública, por que ela foi criada, de onde vêm os recursos que financiam o campo e como o Banco Central, o Governo Federal e as instituições financeiras atuam para garantir crédito aos produtores rurais.
Ao longo do episódio, falamos sobre:
• como surgiu o Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR);• as modalidades de crédito para custeio, investimento, comercialização e industrialização;• de onde vêm os recursos que financiam o agro brasileiro;• quem pode contratar crédito rural e quais são os principais programas disponíveis;• o papel do Plano Safra e das exigibilidades sobre a poupança rural; e• por que o crédito rural é uma das principais políticas públicas de desenvolvimento econômico do Brasil.
Leitura complementar
📚 Manual de Crédito Rural (MCR) do Banco Central
https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/manualcredito
📚 Lei nº 4.829/1965 (Política Nacional de Crédito Rural)
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l4829.htm
📚 Plano Safra 2024/2025 – Ministério da Agricultura e Pecuária
https://www.gov.br/agricultura
🎙️ Este episódio foi editado por Randi Maldonado.
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Todo banco precisa cumprir uma série de obrigações regulatórias impostas pelo Banco Central. Entre elas, existe uma que quase nunca aparece nas manchetes, mas influencia diretamente a quantidade de crédito disponível na economia: o recolhimento compulsório.
Neste episódio, você vai entender como funciona esse mecanismo, por que os bancos são obrigados a manter parte dos depósitos parados no Banco Central e como essa ferramenta ajuda a controlar a liquidez, a inflação e a estabilidade do sistema financeiro.
Ao longo do episódio, falamos sobre:
• o que é o recolhimento compulsório e por que ele existe;• quais instituições financeiras precisam fazer esse recolhimento;• os diferentes tipos de compulsório existentes no Brasil;• como essa ferramenta influencia o crédito, a inflação e a política monetária;• o uso do compulsório durante a pandemia para injetar liquidez na economia; e• por que esse instrumento continua sendo uma das principais ferramentas do Banco Central para preservar a estabilidade financeira.
Leitura Complementar:
📚 Manual de Recolhimentos Compulsórios do Banco Central (MCR)
https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/recolhimentoscompulsorios
📚 Resoluções BCB sobre recolhimentos compulsórios
https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/normas_compulsorios
📚 Série Cidadania Financeira do Banco Central sobre Política Monetária
https://www.bcb.gov.br/cidadaniafinanceira
🎙️ Este episódio foi editado por Randi Maldonado.
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O que o Banco Central faz quando o sistema financeiro começa a dar sinais de estresse? Como os bancos conseguem continuar operando em momentos de crise, falta de confiança ou escassez de dinheiro no mercado?
Neste episódio, a gente explica como funcionam as Linhas Financeiras de Liquidez do Banco Central do Brasil. Essas operações são uma das ferramentas mais importantes para garantir a estabilidade do sistema bancário brasileiro e evitar que crises de liquidez contaminem toda a economia.
Ao longo do episódio, você vai entender:
• o que são linhas de liquidez e por que elas existem
• como o Banco Central injeta recursos no sistema financeiro
• quais instituições podem acessar essas operações
• como funcionam as garantias usadas pelos bancos
• o papel do redesconto e das operações compromissadas
• por que liquidez é essencial para pagamentos, crédito e estabilidade financeira
• como crises como 2008 e a pandemia mudaram a atuação do Banco Central
• e por que a inclusão de ativos como CCBs nas garantias foi relevante para instituições menores
Também falamos sobre como essas ferramentas se conectam com política monetária, estabilidade financeira e funcionamento do mercado bancário brasileiro.
Leituras complementares:
• Banco Central do Brasil — Linhas Financeiras de Liquidez
https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/linhasfinanceirasdeliquidez
• Resolução BCB nº 339/2023
https://normativos.bcb.gov.br/Lists/Normativos/Attachments/51539/Res_339_v1_O.pdf
• Relatório de Estabilidade Financeira do Banco Central
https://www.bcb.gov.br/publicacoes/ref
• Manual de Política Monetária do Banco Central
https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/politicamonetaria
Edição: Randi Maldonado
https://wa.me/5541999181840
No episódio #88 do Plano Real, a gente mergulha em uma das infraestruturas mais importantes — e menos conhecidas — do mercado financeiro brasileiro.
Neste episódio, você vai entender:
• o que é o SLC e por que ele foi criado pelo Banco Central em 2017• como funcionava a liquidação de cartões antes da centralização• a relação entre SLC, SILOC e Núclea• o fluxo completo de uma transação de cartão, da autorização até a liquidação financeira• o papel de emissores, bandeiras, adquirentes e lojistas• por que a liquidação acontece dias depois da compra no crédito• como o sistema reduz risco sistêmico no mercado de cartões• e por que essa infraestrutura ajudou a aumentar competição e padronização no setor
Também falamos sobre ciclos de liquidação, compensação interbancária, envio de arquivos padronizados e sobre como o Brasil construiu uma das infraestruturas de pagamentos mais sofisticadas do mundo.
Links para continuar estudando o tema:
• Núclea — Liquidação Centralizada de Cartões
https://www.nuclea.com.br
• Resolução BCB nº 142 sobre liquidação centralizada
https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/exibenormativo?tipo=Resolução%20BCB&numero=142
• Arranjos de Pagamento e Infraestruturas do SFN
https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/arranjospagamento
Edição de áudio por Randi Maldonado.
Para falar com ele: https://wa.me/5511945894100
No episódio anterior, a gente falou sobre o Copom e sobre como o Banco Central usa política monetária para controlar inflação e influenciar a economia.
Agora, chegou a hora de complementar essa conversa com um outro comitê muito importante dentro do Banco Central: o COMEF, o Comitê de Estabilidade Financeira.
Enquanto o Copom olha principalmente para juros e inflação, o Comef tem outra missão: monitorar os riscos do sistema financeiro brasileiro e evitar que problemas isolados se transformem em crises sistêmicas.
Neste episódio, a gente conversa sobre:
- Por que o Comef foi criado depois da crise financeira de 2008
- A diferença entre política monetária e estabilidade financeira
- O que é risco sistêmico na prática
- Como o Banco Central monitora bancos, crédito e vulnerabilidades do sistema
- O papel das políticas macroprudenciais
- E por que estabilidade financeira é essencial para a confiança no sistema bancário e nos meios de pagamento
Também falamos sobre como o Banco Central tenta antecipar riscos antes que eles se espalhem pela economia e qual o papel do Comef dentro da estratégia de supervisão financeira do Brasil.
Links importantes para acompanhar o tema:
• Comitê de Estabilidade Financeira (Banco Central do Brasil)
https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/comef
• Relatório de Estabilidade Financeira (REF)
https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/relatorioestabilidadefinanceira
• Política Macroprudencial do Banco Central
https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/politicamacroprudencial
Edição de áudio por Randi Maldonado.
Para falar com ele: https://wa.me/5511945894100
Neste episódio do Plano Real, a gente conversa sobre uma das engrenagens mais importantes da economia brasileira: o Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central.
É o Copom que define a taxa Selic, a taxa básica de juros do Brasil, e consequentemente influencia crédito, financiamento, inflação, investimentos, câmbio e até o rendimento da sua renda fixa.
Ao longo do episódio, eu explico:
• Por que o Copom foi criado depois do Plano Real• Como funciona a política monetária na prática• Quem participa das reuniões do comitê• Como a Selic influencia consumo, crédito e inflação• Por que o mercado acompanha tanto cada decisão do Banco Central• Como uma reunião que acontece em Brasília impacta diretamente a vida financeira de milhões de brasileiros
Também falamos sobre metas de inflação, independência do Banco Central, atas do Copom e o papel da taxa de juros dentro da estratégia econômica do país.
Links importantes para acompanhar o tema:
• Calendário e decisões do Copom (Banco Central do Brasil)
https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/copom
• Sistema de Metas para a Inflação
https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/sistemametas
• Séries históricas da Taxa Selic
https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/historicotaxasjuros
Edição de áudio por Randi Maldonado.Para falar com ele: https://wa.me/5511945894100
Neste episódio do Plano Real, eu explico o papel das Agências de Fomento dentro do sistema financeiro brasileiro e como essas instituições atuam no desenvolvimento econômico regional.
Começamos pelo contexto histórico da criação dessas entidades, especialmente a partir da reestruturação do sistema bancário na década de 1990, com o PROES, que levou diversos estados a transformarem seus bancos estaduais em agências de fomento. A partir daí, analisamos a natureza dessas instituições como entidades financeiras públicas voltadas ao desenvolvimento, e não à maximização de lucro.
Ao longo do episódio, detalho como as agências de fomento operam, destacando a impossibilidade de captação de recursos do público e sua dependência de fontes como fundos públicos, repasses governamentais e linhas de instituições como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social e o Fundo de Amparo ao Trabalhador.
Também explico os três principais pilares de atuação dessas instituições: o fomento financeiro, por meio da concessão de crédito com condições diferenciadas; o fomento técnico, com apoio à gestão e estruturação de projetos; e o fomento institucional, voltado à articulação de políticas públicas e captação de recursos.
Por fim, abordo o papel das agências de fomento na inclusão financeira e no apoio a projetos que impulsionam economias locais, com exemplos de atuação em diferentes estados e setores, como pequenas empresas, inovação, infraestrutura e agricultura.
Links importantes para aprofundar
Agências de Fomento – Banco Central do Brasil
https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/agenciasdefomento
PROES – Reestruturação do sistema bancário estadual
https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira
Fomento Paraná
https://www.fomento.pr.gov.br
Desenvolve SP
https://www.desenvolvesp.com.br
Edição de áudio por Randi Maldonado
https://wa.me/5511945894100
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