Mais do que um modelo econômico vigente no país, as privatizações representam um baú de corrupção, onde os reais interesses passam longe da preocupação com o desenvolvimento do país. No RS, a ameaça de venda, ou melhor, de entrega do patrimônio público é escancarada pelo governador Eduardo Leite. Depois da Sulgás, da CRM e da Corsan, a próxima empresa da prateleira do mercado é o Banrisul, principal ativo do estado, fonte de desenvolvimento e de promoção da igualdade social. O que está por trás de toda essa sanha privatista? O que o Estado perde com a venda do seu patrimônio?