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O presidente defendeu o acordo de renegociação das dívidas dos estados com a União, afirmando que ele cria um "acordo civilizatório" que permite aos estados pagar suas dívidas sem comprometer investimentos. Destacou o caso do Rio de Janeiro, que terá forte redução no valor mensal pago, liberando recursos para áreas como saúde e educação.
Foto: Ricardo Stuckert / PR
Lula anunciou a ampliação da universidade local, defendeu os investimentos em educação e saúde e relacionou essas políticas à sua trajetória de origem humilde. Ao justificar a prioridade dada às áreas sociais, afirmou: "Quanto custa não investir?"
Foto: Ricardo Stuckert / PR
“O SUS deu ao Brasil o status de ser o único país do mundo com mais de 100 milhões de habitantes com Sistema Único de Saúde”, disse o presidente Lula, na cerimônia de anúncio de investimentos de R$ 89,3 milhões para o Hospital Luxemburgo, em Belo Horizonte, que se tornou uma unidade de referência 100% SUS.
Foto: Ricardo Stuckert / PR
O presidente Lula falou com a imprensa após o encerramento do G7. Lula participou da cúpula em Évian-les-Bains, na França, a convite do presidente Emmanuel Macron. Além do presidente, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, e o ministro da Justiça e Segurança Pública do Brasil, Wellington César Lima, detalharam a participação do país. Esta foi a 10ª participação do presidente Lula em cúpulas do G7, marcando o seu retorno a Évian, onde participou pela primeira vez de uma reunião do grupo, em 2003.
Foto: Ricardo Stuckert / PR
Lula destacou ações do governo voltadas à população de baixa renda, como moradia, reconhecimento de territórios quilombolas e acesso ao crédito. Ao lembrar sua história de vida em condições precárias, afirmou que seu compromisso é governar olhando para quem mais precisa, defendendo dignidade, respeito e participação popular na cobrança das políticas públicas.
Ao anunciar um programa com garantia pública para facilitar o financiamento de motos para quem não tem bens como garantia, Lula afirmou que esses trabalhadores estão deixando a invisibilidade e passando a ser reconhecidos. Lula também defendeu mais segurança no trânsito, com campanhas de respeito aos motociclistas. “Nós vamos tratar o povo com decência e respeito”, disse..
Foto: Ricardo Stuckert / PR
Lula destacou que tudo que o país já fez em políticas para as comunidades quilombolas, cerca de 48% foi realizado nos últimos 3 anos, mas reconheceu que ainda é insuficiente. O presidente relembrou a dividida histórica com o povo negro e os quilombolas e defendeu a redução da burocracia na regularização de territórios.
Foto: Ricardo Stuckert / PR
Mais de 1.700 imóveis federais já foram destinados em 625 municípios brasileiros desde 2023. Lula defendeu o uso de imóveis públicos abandonados para atender a população, relembrou sua infância pobre na Vila Carioca, criticou a burocracia que atrasa projetos sociais.
Foto: Ricardo Stuckert / PR
Lula afirmou que o combate ao desmatamento deve ser feito com parceria entre governos e comunidades, mostrando que preservar a Amazônia é mais vantajoso do que destruí-la. O presidente defendeu a meta de desmatamento zero até 2030, criticou pressões externas e disse que o Brasil busca respeito, diálogo e relações comerciais justas. “O não desmatamento ajuda o Brasil, ajuda a Amazônia e ajuda o mundo”, frisou.
Foto: Ricardo Stuckert / PR
Durante a assinatura de novas medidas em defesa do meio ambiente, Lula destacou o protagonismo do Brasil no mundo no aspecto ambiental e os avanços conquistados pelo país na preservação das florestas, na redução do desmatamento e no reconhecimento dos direitos de povos indígenas e quilombolas. “O Brasil passa a ser um país com mais credibilidade no mundo no cuidado da questão ambiental”, afirmou.
Foto: Ricardo Stuckert / PR
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