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Para quem quer saber mais sobre os tipos de sujeito, o convite está feito! Nunca mais você se esquecerá deles...
Explicação ultrarrápida, para quem tem pressa em entender as coisas. Afinal, acreditamos que aprender não precisa ser penoso; ao contrário, pode ser divertido e ir direto ao ponto!
Roteiro e edição: Thaís Silva
Colaboração: Larissa Peluco
Referência bibliográfica
BECHARA, Evanildo. Gramática fácil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014.
Senhoras e senhores,
com vocês, os tipos de predicado. Simples, compacto e mais claro que um céu em dia de verão... Essa é a ideia de nossa explicação!rsrs
Entrem, tomem seus assentos, peguem os fones de ouvido e vamos entender de vez a classificação do bendito predicado!
Roteiro e edição: Thaís Silva
Colaboração: Larissa Peluco
Referência bibliográfica
BECHARA, Evanildo. Gramática fácil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014.
Você já se perguntou do porquê de o livro didático de Língua Portuguesa apresentar, no sumário, uma divisão em classes gramaticais? Para que serve estudar a Língua em partes? Será que essas subcategorias só aparecem nas aulinhas de Português??
Se você é do tipo curioso (a) (e), e não se contenta em estudar apenas as regras gramaticais, seja bem-vindo (a) (e)! Aqui é o espaço para simplificar as informações (bem, a gente tenta, né?!).
Roteiro e edição: Thaís Silva
Colaboração: Larissa Peluco
O verbo haver pode variar. Por que, às vezes, ficamos com dúvida? Situações como essa vão aparecer sempre que escrevemos um texto. E nada melhor do que obter umas dicas para deixar tudo mais fresco na mente! Bora aprender?!
Roteiro e edição: Thaís Silva
Colaboração: Larissa Peluco
Usar gírias faz parte de nossas vidas. Mas convenhamos: há algumas expressões muito curiosas; outras que nem todos entendem... Por exemplo, putz grilla! Que raios quer dizer isso, minha gente? E lacrar, mitar, flopar, cancelar????
Há quem diga que pela gíria se pode deduzir a faixa etária do falante (vê se pode?!), mas também pode indicar o pertencimento a uma classe profissional, esportista, musical, etc.
Ouçam aí e vejam se conseguem se identificar com algumas dessas pérolas ditas no dia-a-dia!
Roteiro: Thaís Silva
Colaboração: Larissa Peluco
Afinal de contas, por que usamos a letra m antes de p e b??? Deve haver uma explicação pra isso além do famoso 'é assim porque está na gramática!".
Se você é também um inconformado, que não se contenta com respostas desse tipo, seja bem-vindo ao podcast 66!
Roteiro: Thaís Silva
Colaboração: Larissa Peluco
Todo mundo sabe que crase é um fenômeno linguístico (a de artigo + a de preposição) marcado pelo acento grave. Mas mesmo assim, volta e meia, todo mundo tem alguma dúvida sobre a bendita crase.
Pensando nisso, decidimos compartilhar alguns macetes... Senhoras e senhores, com vocês, os 12 mandamentos da crase!
Roteiro: Thaís Silva
Colaboração: Larissa Peluco
Referência Bibliográfica
VIBRANOVSKY, Betty. As cascas de banana do português: não escorregue nas minúcias do nosso idioma. - Rio de Janeiro: Bonecker, 2018.
Você já se enroscou na hora de usar o mas? Bateu aquela dúvida (e agora, é mas ou mais, heim?)? Um é conjunção adversativa, equivalente ao 'contudo', 'porém', 'entretanto'; o outro é advérbio de intensidade e a boa notícia é que há dica para não errar mais!
Roteiro: Larissa Peluco
Colaboração: Thaís Silva
É fato que todos nós somos informais na linguagem coloquial. Tem pessoas que falam demais ao invés de usar há pessoas que falam demais é um bom exemplo. Mas o uso de 'ter' e 'haver' nos lembra também a dúvida sobre a flexão verbal de 'haver': Houve resultados satisfatórios ou houveram resultados satisfatórios? Qual é a forma correta?
Com vocês, mais um episódio de SOS Gramática! Peguem os fones de ouvido e venham estudar conosco!!
Roteiro e edição: Thaís Silva
Colaboração e revisão: Larissa Peluco
Referência Bibliográfica
GRION, Laurinda. Dicas para uma boa redação. - São Paulo: Edicta Editora, s/d.
O 'mesmo' se encontra parado no 1º andar. O 'mesmo' disse que chegaria depois do almoço...
Quem aí já ouviu sentenças desse tipo? No texto escrito, no qual o contexto comunicativo pede um cuidado maior com o uso da linguagem, é muito comum haver ocorrências em que o pronome 'mesmo' é usado como sujeito da oração. Mas espere aí: será que ele pode ser usado assim MESMO??
Para desfazer de vez qualquer mal entendido, eis o uso correto do mesmo!
Roteiro e edição: Thaís Silva
Colaboração e revisão: Larissa Peluco
Referência Bibliográfica
BECHARA, Evanildo. Gramática fácil. - Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014.
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