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O 'mesmo' se encontra parado no 1º andar". O 'mesmo' disse que chegaria depois do almoço...
Quem aí já ouviu sentenças desse tipo?! No texto escrito, no qual o contexto comunicativo pede um cuidado maior com o uso da linguagem, é muito comum haver ocorrências em que o pronome 'mesmo' é usado como sujeito da oração. Mas espere aí: será que ele pode ser usado assim MESMO?
Para desfazer de vez qualquer mal entendido, eis o uso correto do mesmo!
Roteiro e edição: Thaís Silva
Colaboração e revisão: Larissa Peluco
Há quem sempre se confunda em situações como: "Há alguns anos, morei em Brasília" e "São Paulo fica a 400 km daqui". Ou ainda: Estou a pouco de resolver um problema. Afinal, qual 'a' utilizar??? Na hora da dúvida, consulte uma gramática e para completar os seus estudos, ouça as explicações do Podcast Elivre. Aqui, estudamos batendo papo ou o contrário, vai saber...
Roteiro e edição: Thaís Silva
Colaboração e revisão: Larissa Peluco
Você sabe o que é advérbio e para que ele serve? Se sim, entender o adjunto adverbial está fácil. Sejam bem-vindos a mais uns minutinhos de prosa gramatical! Separem os fones de ouvido e bons estudos!
Roteiro: Larissa Peluco
Edição: Thaís Silva
A Língua Portuguesa nos encanta. A música brasileira também. Vemos a relação harmoniosa entre a sintaxe, a semântica e a análise do discurso em composições que embalam a nossa alma... Desse encontro feliz, nascem várias interpretações possíveis de uma narrativa que é também uma poesia, uma fotografia, um quadro, uma mensagem e o que mais a nossa imaginação permitir. Com vocês, a música e a Língua Portuguesa!
Créditos: Eu te amo, de Chico Buarque
Roteiro e edição: Thaís Silva
Colaboração e revisão: Larissa Peluco
Você sabia que tudo o que dizemos ou escrevemos já foi pensado ou dito por alguém? Nossas ideias são um repertório de discursos variados...
Ao transpor tudo isso para o texto escrito, tudo o que fazemos é dar voz ao modo como interpretamos os pensamentos dos outros. Recortar outras vozes e transpô-las no papel pode ser feito por meio da paráfrase; mas quando não conseguimos 'traduzir' com nossas palavras o que o outro disse tão bem, então é preciso fazer uma citação desse discurso original.
Contudo, considerando a era da internet, será que vale a pena referenciar o autor do trecho que li ou posso, simplesmente, copiar e colar e pronto? Senhoras e senhores: copiar NÃO é preciso!
Roteiro: Larissa Peluco
Colaboração e edição: Thaís Silva
Referências Bibliográficas
FRANÇA, Júnia Lessa; VASCONCELLOS, Ana Cristina de. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 8ª Ed. - Belo Horizonte: Editora UFMG, 2009.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. - São Paulo: Editora Perspectiva, 1983.
Como diria o linguista Marcos Bagno, "nada na língua é por acaso". Precisamos olhar para a gramática com olhos mais críticos, mais reflexivos e questionar: será que todas as pessoas se sentem mesmo representadas pelas referências apresentadas pela norma-padrão de nosso idioma?
O que significa comunidade não-binária, relações sexistas, patriarcalismo e divisões de classes sociais na Língua? Com vocês, o Português e a neutralidade de gênero!
Roteiro e edição: Thaís Silva
Colaboração: Larissa Peluco
Referências Bibliográficas
BAGNO, Marcos. Nada na Língua é por acaso: por uma pedagogia da variação linguística. - São Paulo: Parábola Editorial, 2007.
GUIA para linguagem neutra. Disponível em: Guia para “Linguagem Neutra” (PT-BR) | by Ophelia Cassiano | “Linguagem Neutra” (PT-BR) | Medium. Acesso em 28 março 2021
Como diria o linguista Marcos Bagno, "nada na língua é por acaso". Precisamos olhar para a gramática com olhos mais críticos, mais reflexivos e questionar: será que todas as pessoas se sentem mesmo representadas pelas referências apresentadas pela norma-padrão de nosso idioma?
O que significa comunidade não-binária, relações sexistas, patriarcalismo e divisões de classes sociais na Língua? Com vocês, o Português e a neutralidade de gênero!
Roteiro e edição: Thaís Silva
Colaboração: Larissa Peluco
Referências Bibliográficas
BAGNO, Marcos. Nada na Língua é por acaso: por uma pedagogia da variação linguística. - São Paulo: Parábola Editorial, 2007.
GUIA para linguagem neutra. Disponível em: Guia para “Linguagem Neutra” (PT-BR) | by Ophelia Cassiano | “Linguagem Neutra” (PT-BR) | Medium. Acesso em 28 março 2021
A nossa fala e o modo como nos comunicamos com os outros podem ser preconceituosos? Por que é importante discutir o preconceito linguístico? Será que isso é só uma problemática das aulas de Português?
Neste episódio, conversamos um pouco sobre os preconceitos nos diálogos de cada dia e o que temos a ver com tudo isso.
Sejam bem vindos!
Roteiro e edição: Thaís Silva
Colaboração: Larissa Peluco
Referências Bibliográficas
BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. - São Paulo: Edições Loyola, 2001.
______. Nada na Língua é por acaso: por uma pedagogia da variação linguística. - São Paulo: Parábola Editorial, 2007.
O que é ser mulher? Pergunta estranha porque ninguém deveria se questionar o que significa pertencer a um gênero ou a outro. Em memória a todas as mulheres que nos antecederam e que, com suas lutas e coragem, desbravaram o mundo para estarmos aqui hoje, cheias de esperança e ideias, batemos um papo breve, mas profundo, para provocar uma reflexão em torno do conceito de ser mulher na atual conjuntura sociocultural. Vamos pensar juntos?
Aproveitamos também para mencionar que, neste episódio, citamos várias autoras que revolucionaram o modo de vermos a mulher na sociedade, tornando-nos conscientes da importância de dar voz e visibilidade a todos os seres humanos para que o mundo se desenvolva plenamente. Segue abaixo as nossas referências:
Referências Bibliográficas
ADICHIE, Chimamanda Ngozi. Sejamos todos feministas. - São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
BEAUVOIR, S. O Segundo Sexo: A Experiência Vivida. Rio de Janeiro: Ed. Nova. Fronteira,1980.
HOOKS, Bell. O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras. - 12ª Ed. - Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2020.
WOOLF, Virgínia. Um teto todo seu. - São Paulo: Tordesilhas, 2014.
Roteiro: Thaís Silva
Colaboração: Heloísa Boechat
O que é ser mulher? Pergunta estranha porque ninguém deveria se questionar o que significa pertencer a um gênero ou a outro. Em memória a todas as mulheres que nos antecederam e que, com suas lutas e coragem, desbravaram o mundo para estarmos aqui hoje, cheias de esperança e ideias, batemos um papo breve, mas profundo, para provocar uma reflexão em torno do conceito de ser mulher na atual conjuntura sociocultural. Vamos pensar juntos?
Aproveitamos também para mencionar que, neste episódio, citamos várias autoras que revolucionaram o modo de vermos a mulher na sociedade, tornando-nos conscientes da importância de dar voz e visibilidade a todos os seres humanos para que o mundo se desenvolva plenamente. Segue abaixo as nossas referências:
Referências Bibliográficas
ADICHIE, Chimamanda Ngozi. Sejamos todos feministas. - São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
BEAUVOIR, S. O Segundo Sexo: A Experiência Vivida. Rio de Janeiro: Ed. Nova. Fronteira,1980.
HOOKS, Bell. O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras. - 12ª Ed. - Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2020.
WOOLF, Virgínia. Um teto todo seu. - São Paulo: Tordesilhas, 2014.
Roteiro: Thaís Silva
Colaboração: Heloísa Boechat
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