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Fábula de Monteiro Lobato.
Conta sobre um galo que engana uma raposa que tenta enganá-lo!
Indicação Livre. Vozes divertidas.
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"Um velho galo matreiro, percebendo a aproximação da raposa, empoleirou-se numa árvore. A raposa, desapontada, murmurou consigo: “deixe estar, seu malandro, que já te curo! …”. E em voz alta disse:
– amigo, venho contar uma grande novidade: acabou-se a guerra entre os animais. O lobo e o cordeiro, os gaviões e os pintinhos, a onça e o veado, a raposa e as galinhas, todos os bichos andam agora aos beijos como namorados. Desça desse poleiro e venha receber o meu abraço de paz e amor.
– muito bem! – exclamou o galo. – não imagina como tal notícia me alegra! que beleza vai ficar o mundo, limpo de guerras, crueldade e traições! vou já descer para abraçar a amiga raposa, mas… como lá vem vindo três cachorros, acho bom esperá-los, para que também eles tomem parte na confraternização.
Ao ouvir falar em cachorros, dona raposa não quis saber de histórias, e tratou de pôr-se ao fresco, dizendo:
– infelizmente, amigo có-ri-có-có, tenho pressa e não posso esperar pelos amigos cães. Fica para outra vez a festa, sim? até logo.
E raspou-se.
Moral da história: Contra esperteza, esperteza e meia."
(São Paulo. Editora Brasiliense, 1994.)
Fábula de Monteiro Lobato.
Conta sobre um gato que ensina para uma onça as suas técnicas de pulo.
Indicação Livre. Vozes divertidas.
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"A onça pediu ao gato que lhe ensinasse a pular, porque o maior mestre de pulos que há no mundo é o gato. O gato ensinou uma, duas, três, dez, vinte qualidades de pulos. A onça aprendeu todos com a maior rapidez e depois convidou o gato para irem juntos ao bebedouro, isto é, ao lugar no rio onde os animais descem para beber.
Lá viram um lagarto dormindo em cima duma pedra.
— Compadre gato — disse a onça — vamos ver quem dum pulo pega aquele lagarto.
— Pois vamos — respondeu o gato.
— Então comece.
O gato saltou em cima do lagarto e a onça saltou em cima do gato — mas este deu um pulo de banda e se livrou da onça.
A onça ficou muito desapontada.
— Como é isso, compadre gato? Esse pulo você não me ensinou…
— Ah, ah, ah! — fez o gato de longe.
— Isto é cá segredo meu que não ensino a ninguém. Chama-se o “pulo do gato” — meu, só meu. Os mestres que ensinam tudo quanto sabem não passam duns tolos. Adeus, comadre! — e lá se foi."
(LOBATO, Monteiro. Histórias de Tia Nastácia. SP: Brasiliense, 1995.)
Historinha com Rimas.
Conta sobre um polvo e uma espiga de milho que viajam até bem pertinho do sol!
Indicação Livre. Vozes divertidas.
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Polvo Polvilho era um polvo inteligente.
Gostava dos amigos do mar, mas também de toda gente.
Gente da terra, gente do ar, qualquer bicho que a ele se apresente.
Saía para correr junto com leões e elefantes , mas depois ficava a voar com os falcões elegantes.
E para gente que pergunta como é possível bicho do mar tantas coisas esquisitas aprontar, se acalme, amiguinho, pois já vamos explicar.
Pra correr era fácil… afinal, polvo polvilho tinha oito pernas, ora bolas!
E para voar bastava girar as perninhas muito rápido…girar…girar… até virar um polvocóptero!
Um dia, Polvo Polvilho voava pela fazenda quando viu sua amiga espiga de milho acenar lá de baixo muito carrancuda.
– Espiga de milho! Como vai, minha amiga?
– Muito mal, amigo polvo.
– Mas o que aconteceu?
– Sabes que me acho a mais bela de todas as criaturas amarelas desse mundo. Não tem passarinho, fruta ou pedra que minha beleza não vença em um segundo.
Polvo polvilho achou melhor não se manifestar e deixar a amiga continuar a falar.
– Pois bem… tinha de aparecer aquele metido do Zé Pardal para me atazanar. Falou que eu não era de todas a mais bela criatura amarela, pois uma ainda me fazia se ofuscar. O grande sol, disse ele. Esse sempre vai te ganhar.
– Mas se acalme, amiga espiga. De todas as outras você ainda há de ganhar.
– Acalmar coisa nenhuma. Esse bendito sol eu vou enfrentar e você, polvo amigo, a ele vai me levar.
– Polvo polvilho quase disse não, mas não dispensava uma aventura. E uma igual aquela nunca tinha aparecido. Ao espaço ele iria viajar, carregando a amiga espiga consigo.
Partiram sem demorar, a terra verdinha lá embaixo a se distanciar.
Logo, o espaço apareceu e de suas vistas o sol nunca mais se perdeu.
Chegando mais perto, Polvo Polvilho falou:
– Amiga espiga, não seria melhor desistir? Está ficando tão quente que já posso sentir.
– Claro que não, meu polvo camarada! Dessa briga com o sol não sairei derrotada.
E os dois amigos se aproximaram e o sol sorridente esquentava e quase a pele deles queimava.
Chegou uma hora, então, que o polvo ouviu uma baita explosão… mas que barulhão!
Mas que espiga boboca… BUM! Tinha virado pipoca!
Voltou pra casa chorando, a espiga lisinha, nas folhinhas a se esconder, e Polvo Polvilho jurou em disputa nenhuma nunca mais se meter.
Disponível em https://historiasinfantisabobrinha.wordpress.com/2016/06/20/historia-infantil-polvo-polvilho/
Historinha com Rimas.
Conta sobre um um tubarão que fica banguela =P
Indicação Livre.
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Em um oceano belo e pomposo havia um tubarão muito guloso.
Então em um dia ele sentiu uma fome enorme, diferente
Comida dura? Nem pensar!
E com uma panela ele passou a andar e com o tempo pelo nome dela passaram a lhe chamar. . .
E Bangela deve de se conformar ao aprender mais dura lição para compartilhar:
E Bangela se transformou em um Tubarão amigo, pois chegar perto dele não tinha mas nenhum perigo.
E os outros peixes passaram a dele gostar, e cada um, uma pratinha pensou em juntar, para uma dentadura nova poder lhe comprar!
E Bangela ficou não conseguia acreditar porque finalmente podia mastigar!
Mas se acalmem meus amiguinhos, porque se não me engano, Bangela para sempre virou vegetariano!"
Autor: Rodrigo Lopes, a partir de uma ideia de Matheus Lopes
Disponível em https://historiasinfantisabobrinha.wordpress.com/2018/06/26/panela-o-tubarao-bangela/
História Infantil. Conta sobre um Dragão que precisa convencer um príncipe a não matá-lo. Será que ele consegue?
Indicação Livre. Vozes divertidas.
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"Era uma vez um dragão, que caminhava por uma estrada solitário, quando acabou por encontrar um príncipe.
– Bom dia seu príncipe!
Disponível em https://historiasinfantisabobrinha.wordpress.com/2018/03/19/o-principe-e-o-dragao/
Historinha com Rimas.
Conta sobre um menino chamado Tito que decide brincar de pirata!
Indicação Livre.
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"Tito decidiu ser pirata.
de uma toalha velha fez uma capa…
de uma caixa de papel fez um chapéu…
de um tubo de mostrada saiu uma espada…
de seu estojo da escola surgiu uma pistola…
de um cabide de armário surgiu um papagaio…
de um pote de molho surgiu um tapa-olho…
do carro velho de seu tio surgiu um navio.
Olhem Tito o pirata no oceano a navegar…
Polvos gigantes e monstros marinhos ele ira enfrentar.
Então uma voz de lenda antiga começou a ser proferida:
– Tito, meu filho, tá na hora do jantar!
Espere um pouco voz de lenda, não posso deixar o velho barba negra escapar.
Para seu velho cachorro Michel, Tito fez fez uma barba de papel.
Pintada com canetinha e polvilhada com farinha.
– E agora barba Negra tu vai me enfrentar, pois teu tesouro perdido eu vou encontrar!
E cachorro Michel se bota a rodopiar!
– Vem jantar agora Tito! Se não do castigo você não vai se livrar!
E o navio naufragou enquanto o pirata se apressou…
Mas não se preocupem que amanhã Tito tira ele do fundo do mar e uma nova aventura vai começar!"
Disponível em https://historiasinfantisabobrinha.wordpress.com/2017/03/08/tito-o-pirata/
Historinha com Rimas.
Conta sobre um menino que transformou uma sucata em brinquedo!
Indicação Livre.
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"Era uma vez uma lata. Daquelas de achocolatado comuns mesmo.
Havia nascido em uma fábrica com um milhão de irmãs iguaizinhas, mas lata achava que tinha destino importante. Que sua vida não seria somente ficar parada em uma estante.
Logo foi pintada e ficou muito bonita. Depois recheada com um pó muito gostoso para então viajar de caminhão até um lugar enorme cheio de outras latas.
Quando viu o menino pequenino sorrir ao pega-la da prateleira se sentiu a mais feliz de todas as suas companheiras.
Foi para uma casa bonita e elegante e durante um bom tempo teve uma vida emocionante.
Todas as manhãs o menino a abria e preparava seu leite delicioso. Cada vez dando a lata um sorriso mais gracioso. Mas então um dia ela acabou. A lata então se preocupou, mas o menino amigo nem ligou. Logo estava a furando e prendendo em barbante, para fazer pés de lata num instante. Telefone sem fio, batuque de tamborim, as brincadeiras que o menino inventava pareciam não ter mais fim.
Então um dia o pai do menino falou:
– Largue já essa sucata. A brincadeira acabou.
Lata Sucata ficou arrasada, mas o menino não se conformou e com muitos enfeites, chapinhas e outras latinhas um brinquedo de verdade ele formou.
O pai vendo a obra do filho, de tão bonita até a aprovou e para sempre com seu amigo menino a Lata Sucata ficou!"
Veja A Lata Sucata em https://historiasinfantisabobrinha.wordpress.com/2017/01/14/a-lata-sucata/
Historinha de Terror Infantil.
Conta sobre dois irmãos que acreditam que seus vizinhos são um Casal de Bruxa-Vampiro.
ATENÇÃO CRIANÇAS COM MEDO.
Indicação Livre.
Vozes Divertidas.
Efeitos Sonoros.
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"Essa história aconteceu no começo do século XIX. Samanta e Samuel eram dois irmãos, eles moravam em um sítio na rua dos milharais e tinham os Silva como vizinhos. Às vezes, os pais de Samanta e Samuel precisavam ir até a cidade comprar algumas coisas e por isso os deixavam na casa dos Silvas, por algumas horas. Só que os irmãos não gostavam nada disso! Eles tinham muito medo de ficar lá. A Senhora Silva tinha uma risada tão forte e uma verruga enorme no nariz e por causa disso Samanta concluiu que ela era uma bruxa que gostava de comer criancinhas. E o Senhor Silva tinha a pele tão branca e pálida e nunca era visto de dia e, por isso, Samuel concluiu que ele era vampiro que gostava de tomar o sangue das criancinha. Além do mais, eles tinham certeza que o jardim dos Silva era um cemitério. Então, todas as vezes que os pais de Samanta e Samuel precisavam ir para a cidade, os irmãos já começavam a se tremer de medo. - Eu não quero ir hoje! O Senhor Silva é um vampiro! - Falava Samuel. - Deixa a gente ficar aqui em casa! A Senhora Silva é uma Bruxa! - falava Samanta - Ai Ai, crianças! Vamos logo, parem com essa brincadeira! - falavam os pais. E não tinha jeito, os pais não acreditavam neles e sempre os levavam até lá, não importava o que eles falassem ou como argumentassem, Teve um dia que enquanto os irmãos esperavam os pais voltarem, eles decidiram que iam procurar provas de que os Silva eram um casal de Bruxa-Vampiro. - Eu vou procurar no Jardim! Falou Samuel. - Eu vou Procurar no milharal! - Falou Samantha. Eles procuraram durante eternidades, uma meia hora, mas não conseguiram encontrar muita coisa. - Você encontrou algo? - Perguntou Samantha. - Encontrei esse pedaço de tecido amarrado em uma árvore que estava nascendo no Jardim - aposto que é um pedaço da camiseta de alguma criança que o Senhor Silva tomou o Sangue. E você achou algo? - Lá no milharal eu achei essa saco de pano, aposto que é o que eles usam para guardar os ossos quando comem alguém! E desde esse dia eles decidiram que toda a vez que eles fossem ficar nos Silvas, eles procurariam mais alguma prova, até que os pais acreditassem neles e eles não precisassem mais ficar lá. - O que você achou hoje? Eu achei essa faca na cozinha, mas ela não é normal. Olhe, tem esses símbolos aqui. Aposto que é um dos itens que a bruxa usa nos seus rituais - falou Samanta. - É verdade! Muito estranha essa faca mesmo. Eu achei essa Túnica vermelha de vampiro, aposto que é do Senhor Silva. - Isso é uma coberta fininha, Samuel! - Não, veja bem. Parece uma coberta porque ele não quer ser pego, mas se você olha de perto, dá pra ver que é uma túnica de vampiro! - Óo, é verdade! Você tem razão é uma túnica mesmo. Só que em nenhuma das vezes Samuel e Samanta conseguiram uma prova irrefutável de que os Silva eram um casal de Bruxa-Vampiro, mas eles sempre tiveram certeza que sim! E sempre que tentavam falar com os seus pais a respeito, eles respondiam a pior coisa que podiam: - Ai, Ai! Essas crianças… Quanta imaginação! Eu não estava lá para saber, foi um deles que me contou a história. Será que eles tinham razão ou só estavam imaginando como os pais afirmam? O que você acha? Você acredita em bruxas e vampiros?"
Leitura do conto infantil com a letra B As Aventuras de Buck de Jéssica Iancoski.
Indicação Livre. Vozes Divertidas. Efeitos Sonoros.
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Buck Bonita de Bigode saiu do Brasil e foi de barco para Belise buscando por bilhões de bifinhos.
Buscou buscou buscou, mas não abocanhou nenhum bifinho.
Então, foi brincar com besouros e bigatos.
Brigou com um tatu bola.
Beijou a boca de uma borboleta.
E até achou um bucaco com uma boia e se abaixou para pegá-la.
Mas Buck não desistiu de buscar por bifinhos.
E lá foi a Buck de boia ao banco bater um papo com um banqueiro biruta vestido de branco:
- Olá, meu nome é Buck. Tem algum bifinho aqui no banco?
- Não tem bifinho, mas seja bem-vinda. Só temos bilhões, bolachinhas e um borrifador de bons cheiros nos banheiros.
Mas Buck foi embora bem blasé do banco.
Lá fora Buck Bonita de Boia viu uma balbúrdia bizarra em uma butique de beleza e foi bisbilhotar.
- Olá eu sou a Buck, tem bifinhos na butique?
Mas a balbúrdia da butique balbuciou que não.
E a balconista falou:
- Só temos base, brincos, batons e uma bússola.
Buck se despediu mandando beijos e bençãos.
Então Buck bonita de bigode e de boia decidiu brilhantemente barganhar por bifinhos com uma bailarina de bege da bochecha bonita.
- Olá bailarina tem bifinhos? Te dou a minha bóia.
- Não, só tenho um bracelete brega, mas de boa aceito a barganha se for pelo seu bigode.
A bailarina de bege tinha agora um bigode para combinar com a bochecha bonita.
E Buck agora de bracelete brega e boia foi andando por Belise e logo ouviu um boato que uma baleia que vinha de Bali tinha um baú de bifinhos.
Buck bonita sem bigode mas com boia e um bracelete brega quis voltar à boutique de beleza para buscar a bússola e banhar-se no mar batalhando por bifinhos.
- Olá vamos barganhar. Dou o bracelete brega e você me dá a bússola.
- Barganha aceita! - falou a balconista.
E só então Buck Bonita com Boia e Bússola, mas sem Bigode e Bracelete brega e foi para o mar buscando pelo baú de bifinhos da baleia de Bali.
- Olá baleia tem bifinhos?
Mas era um blefe, a baleia só tinha um balaio, um bebê na barriga e um bombom.
Buck bufou, mas falou:
- Troco a minha bóia pelo bombom
- Aceito a barganha para por o meu bebê baleia para boiar quando ele chegar.
A baleia de Bali pegou a boia e botou dentro do balaio.
A Buck Bonita pegou e abocanhou o bombom botando inteiro por dentro da bochecha e saiu boiando de bruços até chegar a uma barca que buzinava.
Buck embarcou sem ser barrada e ao esbarrar com o Barista da embarcação perguntou:
- Tem bifinho na barca?
O Barista levou Buck para um buffet que também era bistrô e falou:
- só temos esse bifão T-Bone de boi!
Buck comeu bilhões de bifões de T-Bone de Boi e voltou para o Brasil de barca bailando de felicidade.
Leitura do conto de fadas O Flautista de Hamelin na versão de Jéssica Iancoski.
Indicação Livre. Vozes Divertidas. Efeitos Sonoros.
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"Há muito e muito tempo atrás, aconteceu algo ultra mega blaster power estranho na cidade de Hamelin.
Em um dia, quando os moradores da cidade acordaram perceberam que Hamelin tinha sido invadida por vários ratos, uma quantidade ultra mega blaster power impressionante.
Em todos os cantos da cidade, era possível ver ratos e moradores reclamando.
- Ó Meu Deus? Por quê??? - reclamava um habitante.
- Ri Ri Ri Ri Ri - Fazia um rato.
- Eu não acredito! Os Ratos comeram todo o meu queijo! - reclamava outro habitante
- Ri Ri Ri Ri - fazia outro rato.
- MIAAAAUU - Saia um gato caçar um rato.
- É tudo culpa do prefeito! - mais reclamação.
- Ri Ri Ri Ri - mais ratos.
Todos estavam inquietos e o caos era tanto que ninguém sabia como resolver a situação.
O tempo ia passando, as ideias iam acabando e não se via nenhum resultado.
E cada vez apareciam mais e mais ratos.
Até os gatos já tinham desistido de caçar ratos e agora fugiam assustados.
- MIAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAU.
- Ri Ri Ri Ri.
Diante da gravidade da situação, o prefeito marcou uma reunião mega ultra blaster power importante com os moradores.
Passaram horas discutindo as ações que poderiam ser efetivas, mas, como eu disse, todas as ideias já haviam sido tentadas.. E nada dos ratos irem embora.
Então, o prefeito resolveu prometer:
- Darei cem moedas de ouro para quem nos livrar dos ratos.
Pouco tempo se passou depois disso, até que um flautista mega ultra blaster power apareceu na prefeitura. Ele nunca tinha sido visto na cidade antes.
- Sumirei com os ratos hoje e, então, a recompensa será minha - disse o flautista para o prefeito.
O prefeito não acreditou, ele era só um flautista… Mas não custava nada deixá-lo tentar.
Anoiteceu e o flautista começou a passar pelas ruas de Hamelin tocando a sua flauta.
- TURU TUU RUUU TURUUU TUUUU RUUU
E então começou a acontecer…"
(Desculpe, o conto não coube inteiro aqui leia em https://www.jessicaiancoski.com/)
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