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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) participou, nesta quinta-feira (28), do seminário “A contribuição do Brasil e da Dinamarca para o Desafio da Oferta Alimentar Sustentável”, em Copenhague. O evento é organizado pela Embaixada do Brasil na Dinamarca, com o apoio da Apex-Brasil, e contou com a participação de autoridades, empresários, investidores e acadêmicos.
O secretário de Inovação, Desenvolvimento Regional e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo, destacou as boas práticas brasileiras voltadas para a sustentabilidade ambiental do setor agropecuário. Ele apresentou os resultados do Plano de Agricultura de Baixo Carbono, o ABC, lançado há 10 anos, bem como as metas para a próxima década, com a inclusão de novas tecnologias como a utilização de novos bioinsumos, a utilização da irrigação e a terminação intensiva de animais.
Ele lembrou que a agricultura brasileira é baseada em ciência e na adaptação ao calor tropical e disse que o Brasil fez uma revolução verde na produção de alimentos nos últimos 50 anos, superando seu problema de segurança alimentar e se tornando um grande provedor de alimentos ao mundo.
O Brasil usa atualmente 7,6% de sua área para a produção agrícola e, com técnicas como o Plantio Direto, realiza até três safras ao ano. São 70 milhões de hectares de área cultivada e 90 milhões de hectares de pastagens degradadas, que estão basicamente no Nordeste e no Centro do país, fora do bioma Amazônico.
Após o evento na Dinamarca, o grupo do Ministério da Agricultura se reúne aos demais integrantes da comitiva brasileira em Glasgow, na Escócia, onde acontece a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (COP26). O secretário Fernando Camargo representará o Ministério da Agricultura no evento.
A segunda etapa da campanha nacional de vacinação contra a febre aftosa de 2021 terá início na próxima segunda-feira (1º). Nesta etapa, deverão ser vacinados cerca de 78 milhões de bovinos e bubalinos com até 2 anos de idade. A vacinação ocorrerá na maioria dos estados brasileiros, conforme o calendário nacional de vacinação.
Das 19 unidades da Federação que fazem a vacinação neste período, no Amazonas e em Mato Grosso participam apenas os municípios que ainda não têm reconhecimento de áreas livres de febre aftosa sem vacinação.
As vacinas devem ser adquiridas nas revendas autorizadas e mantidas entre 2°C e 8°C, desde a aquisição até o momento da utilização, incluindo o transporte e a aplicação, já na fazenda. Devem ser usadas agulhas novas para aplicação da dose de 2 ml na tábua do pescoço de cada animal, preferindo as horas mais frescas do dia, para fazer a contenção adequada dos animais e a aplicação da vacina.
A chefe da Divisão de Febre Aftosa do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (DAS/Mapa), Ana Vidor, alerta os produtores que além de vacinar o rebanho, devem também declarar ao órgão de defesa sanitária animal de seu estado.
A declaração de vacinação deve ser feita de forma online ou, quando não for possível, presencialmente nos postos designados pelo serviço veterinário estadual nos prazos estipulados.
Em caso de dúvidas, a orientação é para que criador procure o órgão de defesa sanitária animal de seu estado.
Os estados do Acre, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e parte do Amazonas e do Mato Grosso são reconhecidos como livres de febre aftosa sem vacinação, sendo proibida a aplicação e comercialização da vacina nessas regiões.
Conforme o Plano Estratégico do Pnefa 2017-2026, o Brasil segue executando as ações para garantir o status de país livre da febre aftosa e ampliar as zonas livres de febre aftosa sem vacinação.
A meta é que todo o território brasileiro seja considerado livre de febre aftosa sem vacinação até 2026.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realiza a 1ª Semana do Leite, evento nacional com o lema “Leite e Derivados: Alimentos que fazem o Brasil crescer”. O objetivo é valorizar ainda mais o potencial do segmento leiteiro.
A ministra Tereza Cristina, reforçou no lançamento da campanha nesta terça-feira (4) na sede do Mapa, que além de mostrar os benefícios nutricionais do leite, a campanha tem como objetivo apresentar para quem mora na cidade o trabalho do produtor rural.
O objetivo é compartilhado pelo presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), João Galassi, que disse que a ação vai além do foco das vendas promocionais.
Atualmente, 99% dos 5.570 municípios brasileiros são produtores de leite e, entre os mais de 1 milhão de produtores nacionais, a maioria é da agricultura familiar.
O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite), Geraldo Borges destacou a grandeza do evento para mostrar à sociedade a importância do leite para saúde humana.
Para o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes, o principal objetivo da campanha é a integração do setor.
Com produção de 34 bilhões de litros de leite por ano, o Brasil se destaca como o 3º maior país produtor do alimento e seus derivados do mundo.
No segundo dia de debates da agenda brasileira na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP26), nesta terça-feira (2), em Glasgow (Escócia), representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Embrapa participaram do painel “Carbono Orgânico no Solo - Oportunidades e Desafios”. O secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Ministério da Agricultura, Fernando Camargo, apresentou o Programa Nacional de Levantamento e Interpretação de Solos do Brasil (PronaSolos), criado em 2018 para consolidar a integração de dados e colaborar com o avanço do conhecimento dos solos no país. Fernando Camargo também falou sobre as metas do Plano Setorial de Adaptação e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária, chamado de ABC+, que prevê a adoção de tecnologias sustentáveis em mais de 72 milhões de hectares de áreas degradadas e a mitigação de 1,1 bilhão de toneladas de CO² equivalente, superando o recorde alcançado pela fase anterior do plano ABC.
O secretário informou que, na semana passada, o Mapa apresentou os novos mapas de estoque de carbono orgânico dos solos brasileiros. O material é uma importante ferramenta para subsidiar políticas públicas relacionadas às mudanças climáticas e à diminuição da emissão dos Gases de Efeito Estufa (GEEs), com gestão eficiente dos recursos naturais.
O presidente da Embrapa, Celso Moretti, destacou a pesquisa da Embrapa Solos, que resultou no lançamento recente dos mapas de carbono orgânico dos solos brasileiros.
Os novos mapas permitem identificar áreas degradadas, quando a matéria orgânica não está mais presente e gerar mapas de potencial de sequestro de carbono, entre outras funções.
O painel foi mediado pelo secretário-adjunto do Clima e Relações Internacionais do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Marcelo Freire.
Queijo, iogurte, manteiga, requeijão. Você sabe o que esses produtos têm em comum? O leite!
Nesta semana, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, setor leiteiro e supermercados lançaram a 1ª Semana do Leite. O objetivo é valorizar ainda mais o potencial do segmento leiteiro.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Ouvidoria, convida os usuários dos serviços públicos prestados pelo órgão a se tornarem conselheiros voluntários. Os conselheiros voluntários auxiliam na avaliação e acompanhamento da prestação dos serviços públicos.
De acordo com o art. 18 da Lei n 13.460/2017, os conselhos têm as seguintes atribuições: acompanham e participam da avaliação da qualidade e efetividade da prestação dos serviços públicos, propõem melhorias na prestação dos serviços públicos e contribuem para definição das diretrizes para atendimento adequado ao usuário e acompanham e auxiliam na avaliação das ouvidorias do Sistema de Ouvidoria do Poder Executivo Federal.
Qualquer interessado pode se inscrever para conselheiro voluntário na Plataforma Conselho de Usuários de Serviços Públicos. (https://www.gov.br/agricultura/pt-br/canais_atendimento/ouvidoria/conselho-de-usuarios).
Quando cadastrado, o conselheiro pode inserir ideias de aprimoramento no Fórum de Melhorias, espaço aberto para a exposição de propostas que busquem tornar os serviços cada vez mais adequados à realidade dos seus usuários.
Para saber mais informações do Conselho de Usuários da Ouvidoria do Mapa.
acesse o site do Ministério da Agricultura em www.gov.br/agricultura.
Discutir o Diálogo sobre Florestas, Agricultura e Comércio de Commodities (FACT Dialogue, em inglês) foi o objetivo da reunião durante a COP26, em Glasgow, neste sábado (6).
O Diálogo FACT (Forest, Agriculture and Commodity Trade) é um plano histórico de colaboração apoiado por 28 países para combater o desmatamento por meio do comércio global sustentável em commodities agrícolas. Ministros, líderes empresariais e representantes da sociedade civil destacaram iniciativas para cumprir o desafio de evitar que o aquecimento global ultrapasse um aumento de 1,5°C protegendo e restaurando florestas e ecossistemas ricos em carbono.
O secretário de Desenvolvimento Sustentável e Irrigação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Fernando Camargo, representou a ministra Tereza Cristina e destacou a disseminação de técnicas produtivas sustentáveis a todos os produtores rurais, com apoio especial aos pequenos, como o caminho para impulsionar um comércio agrícola socialmente inclusivo, economicamente lucrativo e positivo para o meio ambiente.
Em outro painel sobre a transição para uma agricultura sustentável, o representante do Ministério da Agricultura destacou as tecnologias de baixa emissão de carbono já adotadas na agropecuária brasileira e as metas para a próxima década, com o Plano ABC+, cujo o objetivo é disseminar as tecnologias de baixa emissão de carbono a mais 72 milhões de hectares de terras agricultáveis, promovendo ganhos de produtividade em terras agrícolas já consolidadas, sem a necessidade de converter novas áreas à atividade produtiva. Camargo lembrou que a agricultura brasileira é movida a ciência e que, nos últimos 50 anos, o país desenvolveu um modelo de agricultura tropical baseado em pesquisa e inovação que conjuga de forma singular os três pilares da sustentabilidade.
Camargo lembrou ainda que o Brasil quer compartilhar essa experiência com países de realidades semelhantes, especialmente os países da África, que fazem parte do mesmo cinturão tropical.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, nesta quinta-feira (11), o novo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura da canola ampliando a indicação do cultivo para além do sul do Brasil.
As portarias indicam os períodos de semeadura e os municípios aptos para o cultivo de canola, no sistema sequeiro para os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal e Bahia, além do sistema irrigado para São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Bahia e Mato Grosso.
Os principais riscos associados ao cultivo da canola no Brasil são a incidência de geada e o déficit hídrico. Embora a canola seja uma espécie de clima frio, as plantas são sensíveis a geadas intensas, principalmente durante o estabelecimento das lavouras (primeiros 30 dias) e durante a floração. Segundo o pesquisador da Embrapa Trigo, Genei Dalmago, a geada pode ser um problema para a canola. SS/
Os híbridos de canola começaram a ser introduzidos no Brasil em 2004, dando início à coleta de informações pela Embrapa visando aos ajustes necessários para o desenvolvimento de sistemas de produção para essa oleaginosa no país.
A ministra Tereza Cristina, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, reuniu-se nesta quarta-feira com autoridades e empresários da Rússia, em Moscou, para falar sobre o fornecimento de fertilizantes para o Brasil. Todos garantiram que não vão deixar de cumprir os contratos de exportação de fertilizantes ao Brasil, com possibilidade de aumentar o volume de vendas.
O objetivo da viagem da ministra é abrir negociação com os principais fornecedores de fertilizantes, produto essencial para a produção agropecuária que enfrenta restrições na oferta mundial.
A Rússia representa cerca de 20% do total de fertilizantes importados pelo Brasil. Recentemente, o governo russo anunciou restrições às exportações de fertilizantes nitrogenados por meio de cotas de exportação pelo período de seis meses a partir de 1º de dezembro, com o objetivo de evitar escassez no mercado interno.
Tereza Cristina também se reuniu em autoridades sanitárias da Rússia, que garantiram a realização de uma visita de inspeção ao Brasil, ainda no primeiro trimestre do ano que vem, o que possibilitará a habilitação de novas plantas frigoríficas brasileiras para exportação.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) recebeu, nesta terça-feira (23), comunicado da Administração Geral de Alfândegas da China (GACC, sigla em inglês) sobre a liberação dos lotes de carne bovina brasileira que receberam a certificação sanitária nacional até o dia 3 de setembro de 2021. As cargas de carnes já estavam em trânsito para a China, quando o Brasil identificou e comunicou ao país asiático dois casos atípicos da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), conhecida como vaca louca que foram registrados em Nova Canaã do Norte (MT) e em Belo Horizonte (MG).
A ministra Tereza Cristina explicou que o Brasil suspendeu no dia 4 de setembro as exportações de carne bovina para a China em respeito ao protocolo firmado entre os dois países, que determina esse curso de ação no caso de EEB, mesmo que de forma atípica. O que significa que esses animais desenvolveram a doença de maneira espontânea e esporádica, não estando relacionada à ingestão de alimentos contaminados e a não transmissão da doença entre os animais.
A OIE, que é a organização internacional que acompanha a saúde animal, analisou as informações prestadas em decorrência dos dois casos de EEB atípica e reafirmou o status brasileiro de “risco insignificante” para a enfermidade.
A ministra ainda defendeu que a liberação desses lotes pela GACC representa um primeiro passo rumo à retomada das exportações regulares para a China.
Em relação aos impactos registrados pelos produtores, a ministra reforçou o reconhecimento do Brasil como maior exportador mundial da proteína e a força do setor para enfrentar este momento.
O Brasil já encaminhou todos os documentos solicitados pelas autoridades chinesas, que estão analisando as informações enviadas.
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