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Em uma palestra online promovida pela Embrapa Cerrados, nesta terça-feira (5) foi apresentado os avanços da pesquisa com fruteiras nativas nos últimos 20 anos. A explanação faz parte de mais uma edição do evento Capacitação em Fruticultura Tropical que já houve 8 palestras com temas como Maracujá: cultivares, sistemas de produção e mercado, Citros: do plantio à colheita e Cultivo orgânico: sistemas de produção na fruticultura.
O Coordenador-geral de Extrativismo da Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério da Agricultura, Marco Pavarino, destacou a importância do tema principalmente para o agricultor familiar.
Serão 20 palestras técnicas até março de 2022.
O pesquisador da Embrapa Cerrados, Ailton Pereira falou sobre o potencial das frutas nativas como o pequi, mangaba, baru, araticum e cagaita, que estão entre as frutas de maior potencial econômico na região do Cerrado.
Existem mais de 70 espécies frutíferas nativas do Cerrado com valor econômico e pelo menos 16 delas apresentam grande potencial comercial.
Segundo o chefe-adjunto de Transferência de Tecnologia da Embrapa Cerrado e coordenador do evento, Fábio Faleiro, a divulgação do tema ajuda a levar conhecimento a todos e mostrar que é possível produzir as frutas em diversas áreas.
Todas as palestras estão disponíveis no canal da Embrapa canal da Embrapa no Youtube. Toda coleção de livros do Bioma Cerrado está disponível para downlowds gratuito no site www.embrapa.br/cerrados.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento apresentou em Brasília um novo espaço destinado para treinamento de cães farejadores da vigilância agropecuária.
No local, de mais de 17 mil metros quadrados, será construído um complexo para a atuação do Centro Nacional dos Cães de Detecção (CeNCD).
O objetivo é aumentar a disponibilidade de espaço físico para o alojamento e treinamento de um número maior de cães farejadores que atuam na fiscalização agropecuária brasileira em portos, aeroportos e postos de fronteira.
Com atuais cinco integrantes: o labrador Leo, a golden retriever Meg, os pastores-belga malinois Frida e Vamp, a equipe K9 receberá, em breve, outros oito cães para reforçar a fiscalização.
O chefe do CeNCD e auditor fiscal federal agropecuário, Romero Teixeira, destacou a importância do trabalho dos cães farejadores na vigilância agropecuária.
Com capacidade para treinar num mesmo ciclo 11 cães, o centro de treinamento reunirá oito prédios com estrutura para o ensino e treinamento dos animais, além de canis, laboratório de faro, depósito e área administrativa. As áreas livres também fazem parte do complexo e serão utilizadas para o manejo de baixo estresse e o enriquecimento ambiental.
As ações para implementação da primeira etapa, que consiste no canil de observação com oito baias, já começaram e a previsão de licitação da obra deve ocorrer ainda este ano. A entrega de todas as etapas do complexo e a inauguração estão previstas para 2023.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) apresentou na terça-feira (5) um posicionamento frente às negociações da 26ª Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas (COP26 - Glasgow), que acontecerá nesse mês.
O documento apresenta cinco pontos considerados relevantes, do ponto de vista do setor agropecuária brasileiro, no processo de negociação do novo acordo climático: definições objetivas sobre mercado de carbono; adoção do plano de ação para agricultura resultado das negociações de Koronívia; financiamento para cumprimento do Acordo de Paris; mecanismos focados em adaptação; e produção e preservação pautadas pela ciência e legalidade.
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, participou do evento e ressaltou que o agro é capaz de atuar na descarbonização ativa e no enfrentamento do aquecimento global, porém as ações e planos acordados não devem perder de vista a competitividade da agricultura e pecuária e o papel do agro na segurança alimentar mundial.
O coordenador de sustentabilidade da CNA, Nelson Ananias Filho, ressaltou que o setor já vem empregando esforços para cumprir as metas do Acordo de Paris e que a agenda prevista na COP 26 deve reconhecer o setor agropecuário como uma solução ao alcance dessas metas.
Também participaram da apresentação do documento o secretário-executivo do Mapa, Marcos Montes; o presidente da CNA, João Martins; o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Álvaro Pereira Leite; e o chefe da Área de Mudança do Clima do Ministério das Relações Exteriores, André Maciel.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou na quarta-feira o primeiro curso de Introdução à Logística do Agronegócio Brasileiro. O objetivo é apresentar o cenário mundial de produção de alimentos e ampliar a competitividade das exportações dos produtos agropecuários. As inscrições estão abertas até 15 de outubro.
O curso é 100% online. As aulas ocorrerão de 20 de outubro até 2 de novembro. As matrículas podem ser feitas no site da Escola Nacional de Gestão Agropecuária (Enagro) em www.sistemasweb.agricultura.gov.br/avaenagro.
No lançamento, o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Marcos Montes, destacou as medidas adotadas pelo Governo Federal para melhorar o escoamento da safra agrícola e o transporte dos produtos.
O curso é dividido em quatro módulos, os participantes aprenderão os conceitos e panoramas, os corredores de exportação, os modelos de transportes e armazenagem. Na primeira turma, estão disponíveis 50 vagas. O público-alvo na primeira etapa são os servidores do Mapa. Na segunda etapa, será aberto para o público em geral.
O coordenador de logística para a Produção Agropecuária do Mapa, Carlos Alberto Batista, ressalta que o curso traz uma linguagem mais leve para o público.
Participaram também do lançamento o secretário de Política Agrícola do Mapa, Guilherme Bastos, e a coordenadora da Escola Nacional de Gestão Agropecuária (Enagro), Luciana Barbosa.
A nova safra brasileira de grãos deve apresentar uma recuperação no ano agrícola 2021/22. Caso se confirme as previsões, a produção total deve ficar em 288,61 milhões de toneladas, atingindo um novo recorde para a agricultura nacional. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (7) no 1º Levantamento da Safra Grãos 2021/22, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
O diretor-presidente da companhia, Guilherme Ribeiro, comentou sobre a expectativa de aumento na produção de grãos que segundo ele pode atingir 300 milhões de toneladas até o final do ano.
Destaque para soja, arroz e feijão. A soja apresenta tendência de aumento tanto de área cultivada como de produção. De acordo com os dados levantados pela Companhia, a área a ser semeada é 39,91 milhões de hectares.. O plantio já teve início nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Paraná. A expectativa é que a produção atinja 140,75 milhões de toneladas, o que mantém o país como o maior produtor mundial do grão.
Importantes para o consumo diário dos brasileiros, a dupla arroz e feijão apresentam produções que garantem o abastecimento no mercado interno. Para o primeiro produto, a produção deve se manter relativamente estável em torno de 11,6 milhões de toneladas. Já a leguminosa, tende a apresentar um ligeiro crescimento de 0,8% na área a ser semeada na primeira safra. A estimativa é que a produção total de feijão chegue a 2,97 milhões de toneladas, somando-se as três safras.
O diretor de comercialização do Ministério da Agricultura, Silvio Farnese, destacou a recuperação na produção da safra 2021/22.
Os dados completos sobre o 1º Levantamento da Safra Grãos 2021/22 e as condições de mercado destes produtos podem ser conferidos no portal da companhia em www.conab.gov.br
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou nesta quinta-feira (7), a Plataforma de Governança Territorial do Incra, que reúne diversos serviços essenciais do instituto para beneficiários da reforma agrária, ocupantes de áreas rurais da União e proprietários de imóveis rurais.
No evento, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, destacou a importância de levar acesso à tecnologia e serviços digitais para quem vive e trabalha no campo.
A solução desenvolvida pelo Serpro oferece, de forma simples, rápida e segura, serviços de consulta de dados, emissão de documentos, solicitação de títulos, atualização de dados e acompanhamento de requerimentos. Tudo isso a partir do uso da conta gov.br e sem a necessidade de ir à uma unidade de atendimento presencial do Incra.
O presidente do Incra, Geraldo Melo, explicou que a Plataforma de Governança Territorial simplifica e acelera a titulação das ocupações em terras públicas e assentamentos da reforma agrária.
Geraldo Melo anunciou ainda que o Incra alcançou a marca de 100 mil documentos de titulação emitidos somente em 2021.
Com a ferramenta, o homem do campo terá acesso a inovação e as facilidades do mundo digital, ressaltou o diretor-presidente do Serpro, Gileno Barreto.
Participaram também do lançamento o secretário-executivo do Mapa, Marcos Montes, o presidente da Embrapa, Celso Moretti, e o secretário adjunto de Assuntos Fundiários do Mapa, Leandro Mota.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou nesta sexta-feira (8) a relação dos produtos agrícolas com bônus de desconto em outubro para agentes financeiros operadores do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
A lista com os produtos e os estados contemplados pelo Programa de Garantia de Preços para Agricultura Familiar (PGPAF) tem validade para o período de 10 de outubro a 9 de novembro deste ano, conforme a Portaria Nº 37, da Secretaria de Política Agrícola.
Os produtos com bônus de desconto nas operações e parcelas de crédito rural são: açaí (fruto), banana, borracha natural cultivada, cará/inhame, cacau cultivado, castanha de caju, cebola, juta/malva embonecada, laranja, maracujá, raiz de mandioca e tomate. Os estados que integram a lista deste mês são: Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Sul, São Paulo e Sergipe.
O agricultor recebe o bônus do PGPAF quando seu produto está com preço abaixo do valor de garantia oferecido pelo programa. Desta forma, , o produtor pode utilizar o valor como desconto no pagamento ou amortização das parcelas de financiamento no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Os descontos de todos os cultivos são calculados mensalmente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgados pelo Mapa.
Para mais informações entre em contato pelos endereços eletrônicos: [email protected] ou [email protected].
4.022 títulos definitivos e provisórios para famílias assentadas em São Paulo, esses são os números emitidos pelo pelo Governo Federal, e celebrados nesta quarta-feira (13), em cerimônia no município de Miracatu, na região do Vale do Ribeira.
É a maior entrega de documentos em áreas da reforma agrária no estado em duas décadas. O total de documentos expedidos desde 2019 supera os 3.864 títulos do período de 2000 a 2018. O evento representa outra marca histórica, pois foram emitidos os primeiros títulos definitivos para 618 famílias em assentamentos do Incra em São Paulo.
O presidente Jair Bolsonaro, destacou a importância do título definitivo para os assentados.
A titulação de assentamentos é uma das metas prioritárias do Governo Federal, com o objetivo de promover segurança jurídica no campo, acesso ao crédito e inclusão produtiva dos agricultores familiares. A expectativa é ampliar a titulação nos 109 projetos federais de reforma agrária sob responsabilidade do Incra em São Paulo, onde vivem 9.539 famílias assentadas.
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, ressaltou a emoção das pessoas que recebem os títulos.
Além dos títulos definitivos, já foram emitidos 3.404 Contratos de Concessão e Uso (CCU) no estado desde 2019. O documento transfere a propriedade do lote de forma provisória à família assentada e assegura o acesso às políticas de apoio à agricultura familiar em áreas de reforma agrária.
Na ocasião também foi anunciada a liberação de recursos do Crédito Instalação na Modalidade Habitação para beneficiários da reforma agrária no estado, com a formalização de 258 contratos, que totalizam R$ 8,7 milhões para a construção de moradias em assentamentos criados pelo Incra. Esta modalidade garante até R$ 34 mil para cada família.
A Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP/Mapa) publicou na quarta-feira (13) a Portaria SAP-Mapa Nº 408, que estabelece os critérios de Controle Oficial de Conformidade das condições higiênico-sanitárias de embarcações pesqueiras de produção primária que fornecem matéria-prima para o processamento industrial de produtos da pesca destinados à União Europeia. A Portaria entra em vigor uma semana após a data de sua publicação.
A principal mudança é a possibilidade de desembarque do pescado em infraestruturas intermediárias, desde que estejam contempladas no autocontrole do estabelecimento de destino, registrado no SIF, sendo também observados os critérios higiênico-sanitários estabelecidos pela autoridade competente.
Este novo ato revoga a Instrução Normativa Mapa Nº 57, de 31 de outubro de 2019, tornando-se uma norma complementar à Portaria SAP-Mapa Nº 310, de 24 de dezembro de 2020, com diretrizes específicas para a habilitação das embarcações pesqueiras que participarão da cadeia de exportação de produtos ao bloco econômico europeu.
Maiores informações acerca do Controle Oficial de Conformidade e instruções para a solicitação de habilitação de embarcações pesqueiras de produção primária, no âmbito da Portaria SAP-Mapa nº 408, podem ser consultadas no site do Ministério da Agricultura.
As exportações de pescado e produtos de pescado nacionais à União Europeia continuam suspensas e, para que seja pleiteada a avaliação de reabertura deste mercado, é necessária a devida implementação do programa de Controle. Para tanto, é fundamental a manifestação de empresas, armadores e representantes do setor que tenham interesse em exportar para a União Europeia, solicitando a habilitação de embarcações pesqueiras conforme os requisitos estabelecidos pelo Mapa.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) prorrogou, até o dia 18 de outubro de 2021, o prazo para submissão de propostas ao 2º edital do AgroResidência - Programa de Residência Profissional Agrícola. A iniciativa visa selecionar projetos apresentados por instituições de ensino público federais, voltados para a qualificação técnica de estudantes e recém-egressos dos cursos de ciências agrárias e áreas afins, a serem desenvolvidos na Ilha de Marajó e no estado do Tocantins.
A elaboração das propostas de projeto deve seguir o roteiro e demais orientações apresentadas no Edital de Chamamento Público 01/2021 e a submissão poderá ser realizada pelo e-mail [email protected].
Será destinado R$ 1 milhão para custeio dos projetos selecionados no estado do Tocantins e R$ 600 mil para projetos na Ilha do Marajó. A expectativa é atender cerca de 100 residentes nas duas regiões e promover a inserção dos beneficiários no ambiente real de trabalho, por meio de treinamento prático, orientado e supervisionado, propiciando o desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias ao exercício profissional.
Os recursos serão utilizados no pagamento de bolsas para os residentes de cursos técnicos de nível médio, no valor de R$ 900; e de nível superior, no valor de R$ 1.200. A carga horária de trabalho dos residentes será de 40 horas semanais. Também será custeada bolsa para professor orientador, que corresponderá ao valor de R$ 200 por orientado. Cada professor deverá orientar entre cinco (mínimo) e dez (máximo) residentes, sendo assim, a bolsa pode variar de R$ 1 mil a R$ 2 mil.
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