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O coordenador de Fiscalização de Produtos Vegetais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Cid Rozo, explica como é o trabalho para evitar fraudes na venda de azeite de oliva no Brasil.
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, participou nesta quinta-feira (12) do lançamento da antena 5G no espaço de Vitrine de Tecnologias da Embrapa Soja, em Londrina (PR).
Consulta veterinária digitalizada, sistemas embarcados em máquinas agrícolas, internet das coisas para a tomada de decisões e centro de soluções com conexões entre máquinas formam as estações técnicas com demonstrações de experiência da tecnologia de internet 5G para o agronegócio.
Tereza Cristina, conferiu as demonstrações de perto e destacou a inclinação da região para um agronegócio cada vez mais conectado.
Para a ministra, o impacto dessa tecnologia para os pequenos produtores será significativo.
Em parceria com o Ministério das Comunicações, serão instaladas antenas de conexão 5G como pilotos para o leilão da tecnologia, que acontece ainda este ano no Brasil. Assim, para o agro, os projetos demonstrativos são conduzidos em cidades selecionadas pela referência de suas instituições de pesquisa agropecuária e universidades e pelo potencial de gerar mais tecnologias a partir da sinergia nos ecossistemas e arranjos regionais.
As instalações e testes das antenas 5G em regiões de destaque no agro já foram realizadas em Rondonópolis (MT), na área do Instituto Mato-Grossense de Algodão (IMAmt), e em Sorocaba (SP), na área do Centro Universitário Facens.
As exportações do agronegócio em julho deste ano chegaram ao valor recorde de US$ 11,29 bilhões, 15,8% superior ao exportado no mesmo mês do ano passado (US$ 9,75 bilhões).
O crescimento das exportações está ligado à elevação do índice de preços dos produtos do agronegócio exportados pelo Brasil, que foi de 28,5% na comparação entre julho de 2020 e julho de 2021.
O coordenador geral de Estatística e Análises Comerciais da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Gustavo Cupertino, explica a razão do recorde alcançado.
Destaque para soja em grãos e carnes (bovina, suína e de frango). A soja teve queda na quantidade exportada de aproximadamente 10 milhões de toneladas (julho/2020) para 8,7 milhões de toneladas (julho/2021). As carnes atingiram valor recorde de exportações com US$ 2,03 bilhões em vendas externas em julho passado (+34,9%). Cupertino atribui essa estabilidade mesmo com a queda no volume exportado com a adaptação do mercado pós pandemia.
As importações do agronegócio chegaram a US$ 1,2 bilhão. O saldo da balança comercial do agronegócio atingiu US$ 10 bilhões. O agronegócio contribuiu com 44,2% na participação das exportações totais brasileiras.
De acordo com o 2º Levantamento da Safra 2021/22, divulgado nesta quinta-feira (19) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a expectativa é que sejam colhidos 592 milhões de toneladas, representando um volume de cerca de 62 milhões de toneladas de matéria prima a menos em relação à safra 2020/21. A estimativa de queda no volume da cana-de-açúcar no Brasil está prevista em 9,5%. Os efeitos climáticos adversos da estiagem durante o ciclo produtivo das lavouras e as baixas temperaturas registradas em junho e julho estão entre as causas da redução, que incluem ainda episódios de geadas em algumas áreas de produção, sobretudo nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, como explica o presidente da Companhia, Guilherme Ribeiro.
Com a menor oferta de matéria prima, haverá impactos nos derivados da cana como é o caso do etanol, o volume estimado é de 29,22 bilhões de litros, redução de 10,8% em relação ao ciclo anterior.
A produção de açúcar no país também sofre os impactos com as reduções na oferta de cana. Estimado em 36,9 milhões de toneladas, o volume de açúcar previsto é 10,5% menor que o produzido na temporada anterior.
O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Guilherme Bastos, explicou que negociações estão sendo feitas para ajudar os produtores.
Os dados completos sobre o 2° Levantamento da Safra 2021/22 de cana-de-açúcar e as condições de mercado deste produto podem ser conferidas no site da companhia em www.conab.gov.br no Boletim de Safra da Cana-de-Açúcar.
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, participou nesta terça-feira (24) do Fórum Brasil Pró Clima, realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Canal Agromais.
Tereza Cristina defendeu que o papel positivo da agropecuária para a mitigação de emissões e adaptação às mudanças climáticas deve ser reconhecido durante as discussões da COP-26, que acontecerá em novembro em Glasgow, na Escócia. Ela também destacou as ações já praticadas no Brasil para garantir a sustentabilidade na agricultura.
A ministra enfatizou que é preciso mostrar que a agropecuária brasileira promove, além da geração de renda e da segurança alimentar, a conservação ambiental e destacou a importância do setor privado para carregar essa mensagem ao mundo.
O presidente do Conselho Temático de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Marcelo Thomé, garantiu que o setor industrial já assumiu responsabilidade com a agenda ambiental.
A regularização fundiária foi apontada pelos participantes como uma das ações para combater o desmatamento ilegal no país, especialmente na Amazônia.
O auditor fiscal federal agropecuário Romero Teixeira, conta como é o treinamento dos cães que ajudam a impedir a entrada de produtos proibidos no país
O Banco do Brasil lançou o Programa BB Investimentos para apoiar as ações do agronegócio com R$ 10,5 bilhões de recursos adicionais para financiamentos rurais. O anúncio foi realizado na terça-feira (24) em evento no Palácio do Planalto, com a presença do presidente da República Jair Bolsonaro e da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina.
Pelo Programa, R$ 5,5 bilhões serão destinados para financiamentos de energia renovável, irrigação, produção integrada, recuperação de pastagem, máquinas e equipamentos. Para a armazenagem, foram disponibilizados R$ 2 bilhões com o objetivo de financiar a modernização e aquisição de silos e armazéns e mais R$ 1 bilhão para atender pequenos e médios produtores com o BB Consórcio Armazenagem.
A ministra Tereza Cristina destacou a importância da parceria entre Mapa e o banco no apoio aos produtores rurais afetados pela geada no Sul e Sudeste, entre eles cafeicultores de Minas Gerais e produtores de cana em São Paulo.
O presidente do BB, Fausto Ribeiro, destacou que dos R$ 135 bilhões anunciados pelo Banco no maior Plano Safra da história, já foram liberados R$ 23 bilhões entre julho e agosto, o que demonstra uma forte demanda do setor pelos recursos.
Além dos recursos do Banco do Brasil, o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) reservou R$ 1,3 bilhão para apoiar os produtores atingidos pela geada, medida aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou nesta quinta-feira (26/08) as Perspectivas para a Agropecuária Safra 2021/22 – Edição Grãos, com as principais variáveis de mercado e as tendências para as culturas de soja, arroz, feijão, algodão e milho. Os dados apontam para uma produção total de 289,6 milhões de toneladas de grãos para a safra 2021/22.
A publicação aponta, de forma geral, para a manutenção de preços em patamares remuneradores para as principais culturas, além de um novo recorde de 141,3 milhões de t na produção de soja, mantendo o Brasil como o maior produtor e exportador da oleaginosa no mundo e também recorde próximo de 115,9 milhões de t na produção de milho.
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, ressaltou a importância da disponibilização de informações para que produtores tomem decisões mais orientadas para planejar sua produção.
Para o arroz, a expectativa é de um pequeno aumento de produção, com projeção aproximada de 11,8 milhões de t. Já para o feijão, a perspectiva é de manutenção de área e aumento da produção, devido à recuperação da produtividade, que foi afetada no último ciclo. Com isso, há a projeção de recuperação da produção e dos estoques finais.
O presidente da Conab, Guilherme Ribeiro destacou que o Levantamento tem o objetivo de contribuir para a previsibilidade do setor, reduzir as divergências de informações e para o aumento da transparência das operações e, por meio das análises, tomar decisões mais estratégicas e com maior segurança.
Nas Perspectivas para a Agropecuária, que chega ao seu oitavo ano, o leitor pode conferir estimativas detalhadas como área, produtividade, produção, consumo, exportações e rentabilidade na Safra 2021/2022, além de um quadro de oferta e demanda, com as variáveis referentes às safras anteriores.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) abriu consulta pública para receber contribuições para atualização do Plano Setorial para Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária, visando o Desenvolvimento Sustentável (ABC+). As sugestões podem ser enviadas pelos interessados até 30 de setembro, conforme as orientações publicadas no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça-feira (31).
Na consulta pública, os interessados poderão enviar as contribuições técnicas para os itens “Metas” e “Eixos Estratégicos de Atuação”, que integram o Plano Operacional do ABC+.
O objetivo do ABC+ é de promover a adaptação da agropecuária brasileira à mudança do clima e o controle das emissões de gases de efeito estufa (GEE), com aumento da eficiência e resistência dos sistemas produtivos, considerando uma gestão integrada da paisagem. O ABC+ é a atualização do Plano ABC, executado de 2010 a 2020, que se tornou referência mundial de política pública na promoção de tecnologias e práticas sustentáveis no setor agropecuário.
Nestes próximos dez anos (2020 a 2030), o ABC + continuará a promover a adoção de tecnologias e práticas sustentáveis, chamadas, nesta nova etapa, de Sistemas, Práticas, Produtos e Processos de produção Sustentáveis (SPSABC).
Para participar, acesse o site do Mapa em consultas públicas.
Para estimular o consumo de pescado pelos brasileiros, começa, nesta quarta-feira (1º) a Semana do Pescado, que tem o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Em sua 18ª edição, a ação, organizada pelo setor privado, pretende descentralizar o conhecimento e acesso aos produtos dos grandes centros de produção e consumo para atingir todas as cidades brasileiras.
Considerada uma "segunda Quaresma", a Semana do Pescado, em edições anteriores, mostrou um aumento entre 30% e 50% nas vendas no varejo no período da campanha, que vai até 15 de setembro.
Segundo o secretário de Aquicultura e Pesca do Ministério, Jorge Seif, o Brasil tem a maior ictiofauna do mundo, o que nos permite experimentar essa grande variedade de espécies.
O Brasil se destaca por ser um grande produtor desta proteína animal, além de possuir uma diversidade de espécies aquáticas de água doce e água salgada. Além de peixes, o pescado reúne crustáceos (camarões), moluscos (ostras e mexilhões), anfíbios (rãs), répteis (jacaré e tartarugas), equinodermos (ouriços e pepinos-do-mar) e outros animais aquáticos usados na alimentação humana.
O pescado ainda pode ser produzido através da atividade agropecuária, conhecida também, como aquicultura. Hoje, o país ocupa a 15ª posição na produção de peixes em cativeiro, e é o 8º na produção de peixes de água doce.
A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO, na sigla em inglês) estima que a produção global de peixes tenha chegado a cerca de 179 milhões de toneladas em 2018, das quais 82 milhões de toneladas foram provenientes da produção aquícola.
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