Podcasts do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil

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Podcasts do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil episodes

  • Mapa vai ajudar cafeicultores em Minas Gerais que tiveram perdas com geada

    A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, esteve nesta sexta-feira (23) em Alfenas, no sul de Minas Gerais, para se reunir com os produtores locais de café. A região, grande produtora de café, foi afetada esta semana por uma geada em decorrência da queda da temperatura, o que foi previsto pela plataforma de monitoramento do Inmet.

    Preocupados, os produtores se mobilizaram em uma reunião de emergência, da qual a ministra participou representando o Governo Federal. O objetivo foi verificar a situação das lavouras, ouvir os produtores para pensar em uma agenda de prioridades para atender os produtores locais.

    A ministra prestou solidariedade aos produtores em nome do presidente Jair Bolsonaro, e disse que o Mapa vai juntamente com os produtores achar soluções para resolver o problema principalmente para os pequenos produtores.

    Ela pediu para que os produtores forneçam dados detalhados sobre as perdas, para ajudar na elaboração das políticas públicas necessárias para o setor.

    Antes da reunião, realizada no Sindicato Rural de Alfenas, a ministra e demais autoridades estaduais visitaram a lavoura de café da Fazenda Primavera para verificar de perto as perdas na produção do grão.

    4 min
  • Combate à fome e papel das mulheres na produção de alimentos são temas do primeiro dia de evento em Roma

    A importância do papel das mulheres no setor agrícola foi debatida nesta segunda-feira (26) durante o Primeiro Fórum de Ministras e Vice-Ministras da Agricultura das Américas. Com o tema “As Mulheres à frente da Transformação dos Sistemas Agroalimentares”, o evento foi promovido pelo Instituto Interamericano para Cooperação para a Agricultura (IICA) paralelamente ao primeiro dia da Pré-Cúpula de Sistemas Alimentares.

    O objetivo do fórum é ressaltar o papel das mulheres que, nos níveis mais elevados da função pública, trabalham pelo desenvolvimento sustentável dos sistemas agroalimentares, gerando um espaço de diálogo e intercâmbio de informações. A ministra do Brasil, Tereza Cristina, destacou que a igualdade de gênero deve ser fortalecida como uma das ferramentas para promover a inclusão social e o crescimento econômico.

    O diretor-geral do IICA, Manuel Otero, disse que as estatísticas mostram a “invisibilidade” das mulheres, especialmente no setor agrícola. Ele Colocou o IICA à disposição para ajudar a realizar as demandas apresentadas pelas ministras.

    Tereza Cristina está em Roma para representar o governo brasileiro na Pré-Cúpula de Sistemas Alimentares, realizada pela Organização das Nações Unidas (ONU).

    A ministra continuará em Roma nos próximos dias participando de painéis e reuniões bilaterais para debater o aprimoramento dos sistemas alimentares a nível global.

    3 min
  • Ministra destaca critérios para evolução dos sistemas alimentares

    Durante a Pré-Cúpula de Sistemas Alimentares, nesta terça-feira (27), em Roma, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse que as perspectivas dos países das Américas devem ser não apenas ouvidas, mas também incorporadas às narrativas que estão sendo produzidas. Segundo ela, é necessário reconhecer a diversidade de sistemas produtivos e de caminhos para torná-los mais sustentáveis.

    O evento foi promovido pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA), na Embaixada do Brasil na capital italiana, e teve como objetivo apresentar o documento “Principais mensagens no caminho para a Cúpula das Nações Unidas sobre os Sistemas Alimentares na perspectiva da agricultura das Américas”.

    A ministra também falou sobre os princípios estruturantes do debate sobre sistemas alimentares, como o papel fundamental do comércio internacional e a ciência e inovação como ferramentas para avançar no desenvolvimento de boas práticas sustentáveis. Segundo ela, a agricultura não pode ser colocada como a única responsável pelo aquecimento global.

    O diretor-geral do IICA, Manoel Otero, agradeceu pelo consenso entre os países e lembrou os três princípios gerais do documento aprovado: que os produtores agropecuários devem estar no cerne das decisões; que a ciência deve ser a base para as decisões e as políticas a serem adotadas e que a agricultura é parte da solução dos principais desafios.

    4 min
  • No Dia do Produtor Rural, Mapa celebra 161 anos com conquistas ao longo dos anos

    No dia do Produtor Rural, o Ministério da Agricultura celebra 161 anos comemorando as conquistas alcançadas ao longo desses anos.

    O Brasil tem cerca de 5 milhões de produtores rurais, segundo o Censo Agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Somos o terceiro maior exportador mundial de produtos agrícolas e o principal produtor e exportador de alimentos importantes como, açúcar, café, suco de laranja, soja em grãos e carnes.

    A safra de grãos deverá atingir 262,13 milhões de toneladas no período 2020/2021, segundo projeção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A  estimativa do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2021 é de R$ 1,099 trilhão, 10,5% acima do valor de 2020. Tudo isso aliado a práticas de sustentabilidade e preservação ambiental, seguindo a exigência mundial para que a demanda por alimentos seja atendida com impacto ambiental mínimo e baixo custo.

    A ministra da Agricultura, Tereza Cristina comemorou a data e agradeceu aos produtores pelas conquistas alcançadas pelo agro brasileiro.

    Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Brasil é responsável pela alimentação de pelo menos 1 bilhão de pessoas em diferentes partes do planeta e isso deve aumentar nos próximos anos devido às nossas condições de clima ameno e disponibilidade de terras, água e tecnologia própria.

    O secretário de Política Agrícola do Mapa, Guilherme Bastos Filho, comemorou a data lembrando os bons números do setor.

    Nos últimos 47 anos, a agropecuária cresceu em média 3,22% ao ano. Entre os censos de 2006 e 2017, a taxa de crescimento aproximou-se de 4,3%, superando países como Estados Unidos, China, Chile e Argentina.

    4 min
  • Fiscalização evita fraudes e comercialização de azeite de oliva no país

    O Brasil hoje é o terceiro maior importador de azeite de oliva do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da União Europeia. De acordo com dados do Conselho Oleícola Internacional (International Olive Council, ou IOC, na sigla em inglês), em 2020 o Brasil importou 104.179 toneladas de azeite de oliva e bagaço de oliva, 20% maior em relação ao ano anterior.

    Com o aumento no consumo, as ações de fiscalização do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vêm se intensificando para evitar a comercialização de produtos fraudados. As ações realizadas em conjunto com outros órgãos registraram quedas no nível de inconformidade desse tipo de produto nos últimos anos, resultado também da responsabilização dos comerciantes pela venda de azeites fraudados.

    Atualmente, o azeite de oliva é o segundo produto alimentar mais fraudado do mundo, atrás apenas do pescado. A fraude mais comum é a mistura de óleo de soja com corantes e aromatizantes artificiais. Também são encontrados casos de azeite de oliva refinado vendido como extra virgem.

    Segundo o coordenador de Fiscalização de Produtos Vegetais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Cid Rozo, é justamente essa dificuldade na identificação dos produtos alterados que permite o alto número de fraudes a esse produto.

    Para evitar a proliferação de casos de fraude de azeites de oliva, o Mapa realiza um plano de fiscalização com ações programadas em média duas vezes ao ano. O acompanhamento pelos fiscais leva em consideração os níveis de consumo do azeite, a vulnerabilidade de produtos, o histórico de inconformidade das marcas.

    Em retrospectiva das ações de força-tarefa, o nível de inconformidade desse tipo de produto girava em torno de 20% e, após ações sucessivas de fiscalização, foi possível reduzir o índice para 1%, em 2019.

    Ao identificar algum produto fraudado, o Mapa atua com Poder de Polícia Administrativa. Os fiscais do Ministério determinam a apreensão dos produtores fora de conformidade, a suspensão da comercialização das marcas identificadas, a autuação e responsabilização do varejista e do envasador do produto, com aplicação de multa no valor máximo de R$ 540 mil, conforme o lote encontrado na ação de fiscalização.

    Como o produto apreendido é impróprio para o consumo, ele é devidamente descartado e, geralmente, é utilizado na indústria de biodiesel ou em outras finalidades.

    4 min
  • Mapa declara quarentena ao estado do Acre para conter praga nos cacaueiros

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) declarou o estado do Acre como “área sob quarentena” para a praga quarentenária ausente Moniliophthora roreri (Monilíase do Cacaueiro), detectada pela primeira vez no Brasil em área urbana do município de Cruzeiro do Sul (AC). A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (5), por meio da Portaria nº 372.

    A declaração, feita para todo o estado do Acre, implica na proibição do trânsito de materiais vegetais (frutos, plantas) hospedeiros da praga (espécies do gênero Theobroma e Herrania) provenientes de todo o estado para as demais unidades da federação.

    A monilíase é uma doença devastadora que afeta, principalmente, plantas do gênero Theobroma, como o cacau (Theobroma cacao L.) e o cupuaçu (Theobroma grandiflorum), causando perdas na produção e uma elevação nos custos devido à necessidade de medidas adicionais de manejo e aplicação de fungicidas para o controle da praga.

    Essa é uma doença que atinge somente as plantas hospedeiras do fungo, sem riscos de danos à saúde humana.

    O status de "área sob quarentena" para todo o estado permanecerá em vigor até que sejam concluídos os trabalhos de delimitação da área exata da ocorrência da praga e estruturadas as medidas previstas de prevenção e erradicação da praga previstas no Plano Nacional de Prevenção e Vigilância de Moniliophthora roreri.

    No mês passado, um foco da praga foi detectado em área residencial urbana no município de Cruzeiro do Sul, interior do Acre.

    O Mapa alerta que devido ao seu potencial de danos às culturas que atinge é de fundamental importância a notificação imediata de quaisquer suspeitas de ocorrência da praga nas demais regiões do país às autoridades fitossanitárias locais.

    3 min
  • Crédito rural atinge recorde no primeiro mês da safra 2020/2022

    No desempenho do primeiro mês da safra 2021/22, as contratações do crédito rural atingiram R$ 27 bilhões, aumento de 16% em relação à safra passada.

    Com o volume contratado, em julho, os investimentos somaram R $6,8 bilhões, apresentando o maior crescimento (+38%). As operações de custeio totalizaram R $16,5 bilhões, em relação a igual período do ano passado.

    De acordo com o Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2021/2022, os produtores enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) apresentaram o melhor desempenho relativo, com R$ 6,6 bilhões contratados, dos quais R$ 4,2 bilhões em custeio e R$ 1,8 bilhão em investimento.

    Do montante de recursos autorizados para o Pronaf, ainda restam a ser contratados 87% dos investimentos e 78% das demais finalidades.

    O Diretor de Crédito e Informação da Secretária de Política Agrícola do Mapa, Wilson Vaz  de Araújo, explicou o aumento na procura por crédito rural

    O Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor (Pronamp) apresentou uma elevação de 5% no volume de recursos contratados e atingiu R$ 3,8 bilhões. Desse montante, R$ 3,5 bilhões referem-se às contratações de custeio e, R$ 306 milhões, aos investimentos. Nesse sentido, o saldo remanescente para atendimento a futuras demandas dos médios produtores amparados pelo programa, situa-se em 93% para investimentos e 88% para custeio, comercialização e/ou industrialização.

    4 min
  • Governo declara emergência fitossanitária para praga do cacau em três estados

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta sexta-feira (6) a Portaria nº 249 declarando estado de emergência fitossanitária para a praga Moniliophthora roreri (monilíase do cacaueiro) nos estados do Acre, Amazonas e Rondônia. A declaração visa reforçar as medidas de prevenção e evitar que a praga se espalhe para as áreas de cultivo de cacau e cupuaçu.

    O estado de emergência fitossanitária será de um ano e incluiu o Amazonas e Rondônia por serem as unidades da federação que fazem fronteira com o Acre. A coordenadora-geral de Proteção de Plantas, Graciane de Castro, destacou a importância da medida que visa proteger a produção do fruto no país.

    Durante a duração do estado de emergência, todas as ações necessárias à erradicação da praga e que evitem sua disseminação para as áreas produtivas poderão ser adotadas com maior agilidade tanto no nível federal, quanto estadual.

    Desde a confirmação da ocorrência da praga equipes compostas por profissionais do Mapa, do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal (IDAF/AC), da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (IDARON/RO), da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (ADAF/AM), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e da Universidade de Brasília (UnB) estão no município executando uma varredura completa na área considerada como de maior risco de detecção de possíveis novos focos da praga.

    Conforme previsto na Portaria, nos próximos dias será publicado um ato complementar com o detalhamento das medidas a serem adotadas por cada estado, conforme o nível de risco e particularidades de cada um, podendo englobar ações específicas relacionadas à fiscalização do trânsito de plantas hospedeiras, ao manejo preventivo da praga em áreas produtivas, campanhas de educação fitossanitária, mapeamento e eliminação de plantas, entre outras.

    4 min
  • Produção de grãos deve chegar a 254 milhões de toneladas impactada por clima adverso

    Os agricultores brasileiros serão responsáveis por uma colheita de 254 milhões de toneladas de grãos. O resultado só não é melhor devido às condições climáticas adversas registradas nas diversas regiões produtoras do país. O volume esperado para o ciclo 2020/2021 é menor em cerca de 3 milhões de toneladas do que o registrado na safra anterior, como aponta o 11º Levantamento divulgado nesta terça-feira (10) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    Mesmo com o aumento de área plantada de 4%, as produtividades principalmente das lavouras de 2ª safra tiveram forte impacto pelo clima registrado durante o desenvolvimento das culturas, como destaca o presidente da Conab, Guilherme Ribeiro.

    O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Guilherme Bastos, ressalta que o clima é o grande desafio para a produção de alimentos no mundo.

    No âmbito do mercado externo em geral, o algodão em pluma segue com cenário positivo no mercado internacional. Por outro lado, a companhia reduziu as previsões do volume exportado de milho e de soja.

    Outras informações sobre a produção de grãos  na atual safra podem ser acessadas no site da companhia em www.conab.gov.br

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  • Conselho aprova apoio de R$ 1,32 bilhão a cafeicultores afetados por geada

    O Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC) aprovou na terça-feira (10) a criação de reserva no valor de R$ 1,32 bilhão no orçamento do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para atender os cafeicultores prejudicados pelas geadas nas últimas semanas.

    A medida já havia sido discutida na reunião do Comitê Técnico do conselho na semana passada. Agora, o tema será encaminhado ao Ministério da Economia para ser submetido ao Conselho Monetário Nacional (CMN), em reunião extraordinária.

    Com o aval do CMN, os valores ficarão à disposição dos agentes financeiros após uma avaliação oficial das perdas causadas pela geada nas regiões produtoras. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) conduz o levantamento em conjunto com entidades do setor cafeeiro.

    O diretor de Departamento de Comercialização e Abastecimento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Silvio Farnese, acredita que os recursos devem ser aprovados nas próximas duas semanas.

    Os recursos fazem parte dos R$ 5,9 bilhões aprovados para aplicação nas linhas de financiamento do Funcafé na safra 2021/2022. Com a manutenção da reserva, nesse primeiro momento, os agentes financeiros terão R$ 4,6 bilhões para as linhas de crédito de custeio, comercialização, capital de giro e aquisição de café. Os contratos estão no final de processamento.

    O CDPC é formado por sete membros do governo federal e sete da iniciativa privada, das principais associações de produtores e da indústria. A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, e o secretário-executivo, Marcos Montes, participaram da reunião do Conselho.

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