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O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, reuniu-se com representantes do setor agropecuário para apresentar o balanço das ações do Mapa no último ano e discutir prioridades para 2025. O encontro focou nos resultados do segundo ano do atual mandato do presidente Lula, com ênfase nas conquistas diplomáticas e na abertura de novos mercados para o agro brasileiro.
Na abertura, Fávaro destacou a importância do diálogo com as entidades, ressaltando a proximidade entre o Ministério e o setor produtivo.
Um dos principais pontos abordados pelo ministro foi a abertura de 274 novos mercados em 61 destinos desde 2023, um recorde atribuído à eficiente atuação diplomática e à colaboração das equipes do Mapa, do Ministério das Relações Exteriores, da ApexBrasil e das entidades do setor.
Fávaro também mencionou a possível criação de duas novas secretarias no Mapa: uma para o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e outra focada na Promoção Comercial dos Produtos do Agro.
A reunião também tratou da carta enviada pelo Brasil à União Europeia, solicitando a suspensão da Lei Antidesmatamento e criticando sua abordagem punitiva. Segundo Fávaro, a medida europeia foi unilateral e prejudica os produtores brasileiros.
Com essa reunião, o ministro Fávaro reforçou o compromisso do Mapa em trabalhar de forma colaborativa com o setor agropecuário, garantindo avanços sustentáveis e competitividade internacional para o agro brasileiro.
O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, e a presidente da Embrapa, Silvia Massruha, participaram da cerimônia de apresentação da criação da Unidade Mista de Pesquisa e Inovação, a Umipi, na Baixada Cuiabana. O evento foi realizado na sede da Superintendência de Agricultura e Pecuária, em Várzea Grande, Mato Grosso.
A Umipi será instalada em Nossa Senhora do Livramento (MT), em uma área que antes funcionava como estação de pesquisa em piscicultura da Empaer, e estará ligada à Embrapa Agrossilvipastoril, em Sinop.
De acordo com o ministro Carlos Fávaro, a nova unidade trará grandes benefícios para o desenvolvimento econômico e social da Baixada Cuiabana.
Silvia Massruha, presidente da Embrapa, destacou que 65% dos produtores da Baixada Cuiabana são agricultores familiares.
A Umipi da Baixada Cuiabana contará com a participação de diversas instituições, incluindo o Ministério da Agricultura e Pecuária, a Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat). Além disso, várias unidades da Embrapa, como a Embrapa Agrossilvipastoril e a Embrapa Alimentos e Territórios, também farão parte da iniciativa.
Durante o evento, foi assinada a cessão do imóvel onde a Umipi será instalada e também foi firmado um Protocolo de Intenções para promover intercâmbio técnico e científico entre as instituições envolvidas.
Outro destaque foi a adesão dos consórcios municipais da Baixada Cuiabana ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal, o SISBI-POA. Segundo o ministro Fávaro, essa adesão trará oportunidades importantes para a região.
Com a criação da Umipi e a adesão ao SISBI, a expectativa é que a Baixada Cuiabana se torne uma referência em desenvolvimento sustentável e inovação no agronegócio, fortalecendo a agricultura familiar e promovendo o crescimento econômico da região.
O Ministério da Agricultura e Pecuária, em parceria com a PeixeBR e representantes do setor de pescados, anunciou que os Estados Unidos não exigem mais a Certificação Sanitária Internacional para a importação de pescados brasileiros. A medida vai simplificar e acelerar o processo de exportação.
Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, esse avanço reflete a confiança internacional no sistema de controle sanitário do Brasil e vai contribuir para o aumento do comércio entre os dois países.
Para o Secretário-Adjunto da Secretaria de Defesa Agropecuária, Allan Alvarenga, essa conquista vai dar mais celeridade ao processo de exportação dos pescados brasileiros.
De acordo com o Informativo de Comércio Exterior da Piscicultura, da PeixeBR, as exportações da piscicultura brasileira cresceram 72% no segundo trimestre de 2024, e a tilápia, que responde por 92% do total exportado, teve os Estados Unidos como destino de 87% das exportações.
Com foco em promover a mobilidade sustentável de baixo carbono e consolidar o Brasil como líder da transição energética global, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei do Combustível do Futuro. Ao lado do presidente, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, também participou da cerimônia, que foi realizada na Base Aérea de Brasília, durante a Liderança Verde Brasil Expo, maior feira do país sobre tecnologias de descarbonização.
O ministro Fávaro destacou a importância do agro brasileiro na iniciativa.
A iniciativa, criada pelo Ministério de Minas e Energia, impulsiona o surgimento de novas indústrias verdes no Brasil. O programa irá destravar investimentos que somam R$ 260 bilhões em diversas áreas e ações, que vão evitar a emissão de 705 milhões de toneladas de CO2 até 2037.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, destacou a importância do programa para o futuro do Brasil.
A Lei do Combustível do Futuro institui programas para incentivar a pesquisa, a produção, a comercialização e o uso de biocombustíveis, com o objetivo de promover a descarbonização da matriz de transportes e de mobilidade.
Já o marco regulatório para a captura e estocagem de carbono, estabelecido pela lei, representa um avanço importante na luta contra as mudanças climáticas. O Combustível do Futuro prevê que o Brasil evite a emissão de 705 milhões de toneladas de dióxido de carbono até 2037, reforçando o compromisso do país com a redução de gases de efeito estufa.
O Grupo de Trabalho da Agricultura do G20 no Brasil realizou sua primeira reunião técnica em Mato Grosso. O estado mato-grossense está sendo palco do debate global sobre os rumos da produção agropecuária e seu desenvolvimento sustentável para a segurança alimentar e nutricional.
A abertura foi conduzida pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, que está à frente das atividades do GT. Na ocasião, Fávaro destacou a importância de realizar os encontros na região.
Ainda, o ministro da Agricultura expressou confiança na formulação da Declaração Ministerial, que será essencial para traçar novos caminhos para a agropecuária no Brasil e no mundo. Fávaro também ressaltou a importância do tema do G20 escolhido pelo Brasil.
Entre as pautas do GT Agricultura estão: a sustentabilidade nos sistemas agroalimentares em seus múltiplos aspectos; a ampliação da contribuição do comércio internacional para a segurança alimentar e nutricional; o reconhecimento do papel essencial da agricultura familiar, camponeses, povos indígenas e comunidades tradicionais para sistemas alimentares sustentáveis, saudáveis e inclusivos; e a promoção da integração sustentável da pesca e aquicultura nas cadeias sociais locais e globais.
Durante a programação, organizada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, serão realizadas reuniões técnicas, bilaterais e ministeriais, além de eventos paralelos, no Malai Manso, localizado no município de Chapada dos Guimarães (MT).
O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participou da abertura do 11º Congresso Brasileiro de Fertilizantes, promovido pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda) em São Paulo. Na ocasião, destacou ações do Governo Federal para alavancar a agropecuária brasileira e criar oportunidades para os produtores rurais.
O ministro apresentou o novo Plano Safra, que neste ano conta com recursos na ordem de R$ 400,59 bilhões, para apoiar o setor, oferecendo linhas de crédito, incentivos e políticas agrícolas para os produtores rurais.
Fávaro reafirmou, ainda, que a retomada das boas relações diplomática foi indispensável para a abertura de novas oportunidades para os produtores no comércio exterior.
Também foi destacado por Fávaro o compromisso do governo em propor políticas para aumentar a produção de fertilizantes no país, com o objetivo de reduzir a dependência da importação desse insumo.
O ministro também apresentou o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD) e destacou a importância dos fertilizantes para alcançar as metas do programa, além do compromisso com a produção e uso de biofertilizantes.
O Congresso Brasileiro de Fertilizantes ocorre desde 2011, e esta edição tem como objetivo debater temas do agronegócio e da sustentabilidade, como análise de mercado, gestão de negócios, melhores práticas de ESG e inovação, além das perspectivas para o setor na retomada da economia.
Quatro medidas em prol da agropecuária brasileira foram publicados pelo Governo. A primeira medida em destaque é a Medida Provisória nº 1.247/2024, que visa conceder desconto para liquidação ou renegociação de parcelas de operações de crédito rural de custeio, de investimento e de industrialização contratadas por produtores gaúchos que tiveram perdas materiais decorrentes das fortes chuvas ocorridas entre abril e maio deste ano. A Medida concede subvenção econômica em forma de desconto para produtores que tenham sofrido perdas iguais ou superiores a 30%.
Para o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, com a nova medida, o produtor vai poder ter novas perspectivas para cumprir seus compromissos e produzir com tranquilidade.
Outra novidade é que o Brasil contará com mais 11 adidâncias agrícolas nas representações diplomáticas do país no exterior, passando de 29 para 40. A ampliação foi assinada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Trata-se do maior aumento do número de adidos agrícolas no exterior desde que a função foi criada, em 2008, já que serão implementadas de uma única vez.
Segundo Fávaro, desde o início da gestão do presidente Lula, recordes de aberturas de mercado foram batidos, em grande parte graças ao trabalho dos nossos adidos agrícolas.
O Governo Federal assinou decreto que regulamenta as atividades de autocontrole dos agentes privados regulados pela defesa agropecuária. O documento ainda regula o Programa de Incentivo à Conformidade em Defesa Agropecuária para os setores de produtos de origem animal, comestíveis e não comestíveis, e de produtos destinados à alimentação animal.
Esta regulamentação reflete a preocupação do Governo em preservar os objetivos da defesa agropecuária e de respeito à autonomia da iniciativa privada, afirmou o ministro da Agricultura.
Entrou em vigor a lei que estende ao farelo e ao óleo de milho a mesma regulação tributária concedida à soja. Assim, fica suspensa a incidência da Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Contribuição para o PIS/Pasep) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre as receitas decorrentes da venda dos produtos.
O ministro Fávaro destacou que essa é uma política importante para dar mais competitividade, primeiro, na formação de preços do milho, segundo porque incentiva a produção de etanol de milho, alinhando à demanda mundial por energia mais limpa.
O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participou do lançamento dos novos resultados do projeto TerraClass Amazônia e Cerrado, na sede da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em Brasília.
Com utilização de tecnologias avançadas de processamento de imagens de satélite e inteligência artificial, o projeto tem por objetivo o mapeamento e o monitoramento da cobertura e o uso da terra em áreas onde a vegetação natural foi suprimida nos biomas Amazônia e Cerrado, classificando as atividades como agricultura, pastagem, mineração e regeneração.
Na ocasião, o ministro Fávaro destacou o trabalho em conjunto do Governo Federal para o fomento de uma agricultura mais sustentável.
Constatou-se que a transição de áreas de pastagem para uso agrícolas pode ser vista como oportunidade para aumentar a produtividade com sustentabilidade. Assim, com a implementação do Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis, a pretensão é a recuperação e conversão de até 40 milhões de hectares de pastagens de baixa produtividade em áreas agricultáveis, em dez anos.
O TerraClass é uma iniciativa colaborativa entre a Embrapa e o Inpe, com a participação do Ministério da Agricultura e Pecuária e demais parceiros, além de contar com financiamento do Banco Mundial por meio do Programa de Investimento Florestal.
O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participou do lançamento do Plano Safra 24/25 do Banco da Amazônia (Basa), na sede da instituição, em Belém. Nesta edição, os produtores do setor agropecuário da região vão contar com R$ 11 bilhões. O valor é 11% superior à última safra. O objetivo é oferecer as melhores taxas do mercado e condições de financiamento para impulsionar o setor.
Dos recursos, R$3,3 bilhões são direcionados para investimento e R$7,7 bilhões para custeio. Em termos de segmentos atendidos, R$ 5,4 bilhões irão para pequenos e médios produtores, R$ 4,3 bilhões para a agricultura empresarial e R$ 1,3 bilhão à agricultura familiar.
Em discurso, Fávaro destacou a importância do plano para gerar oportunidades na agropecuária local e evidenciou as taxas atrativas.
Na ocasião, o ministro Fávaro também destacou o Plano Safra 24/25 oferecendo linhas de crédito, incentivos e políticas agrícolas para médios e grandes produtores.
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