Podcasts do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil

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Podcasts do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil episodes

  • Ministro Fávaro destaca medidas para apoiar agro no Rio Grande do Sul

    Após a 5ª reunião ministerial na Sala de Situação do Rio Grande do Sul, no Palácio do Planalto, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou as primeiras iniciativas para apoiar o agro brasileiro, diante das adversidades climáticas vivida pela região Sul do país.   

    De acordo com Fávaro, o Ministério da Agricultura e Pecuária enviou uma proposta para o Conselho Monetário Nacional para a suspensão dos pagamentos das dívidas dos produtores rurais do Rio Grande do Sul por 90 dias, com a possibilidade de prorrogação.  

    Ainda, durante sua fala, o ministro Fávaro informou que o Governo Federal está preparando uma Medida Provisória que visa liberar a importação de arroz pela Conab, Companhia Nacional de Abastecimento, com o objetivo de evitar especulação financeira e estabilizar o preço do produto nos mercados de todo o país. 

     

    A decisão foi tomada diante do alto volume de chuvas na região Sul, afetando a produção gaúcha, responsável por cerca de 70% do arroz produzido no Brasil. Fávaro reforçou que a medida não irá concorrer com os agricultores brasileiros, pois o produto comprado no comércio externo deve ser repassado apenas para pequenos mercados.  

    O ministro também mencionou que a Casa Civil e a Secretaria de Relações Institucionais darão prioridade ao empenho de emendas parlamentares direcionadas à aquisição de máquinas, como retroescavadeiras e niveladoras. O objetivo principal é utilizar o maquinário na reconstrução de estradas vicinais no interior do Estado.  


    5 min
  • Brasil e Japão assinam memorando de cooperação para recuperação de áreas degradadas

    O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu o primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, no Palácio do Planalto, em Brasília. Durante a visita, foram assinados atos bilaterais, entre eles, o memorando de cooperação com a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) para a recuperação de áreas degradadas.   

    O memorando foi firmado pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro; o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira; a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá; e o presidente da JICA, Akihiko Tanaka.    

    O Japão será o primeiro país a contribuir com o Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD), um dos principais projetos do Ministério da Agricultura e Pecuária.  

    A pretensão do programa é a recuperação e conversão de até 40 milhões de hectares de pastagens de baixa produtividade em áreas agricultáveis, em dez anos. Com isso, pode-se praticamente dobrar a área de produção de alimentos no Brasil, sem desmatamento e evitando, assim, a expansão sobre áreas de vegetação nativa.    

    O ministro Fávaro pontuou a importância da iniciativa, afirmando que será um trabalho conjunto com foco na sustentabilidade. 

    A cooperação com a JICA seguirá em duas linhas: Cooperação Financeira, que será um financiamento destinado a produtores agrícolas que realizarão a conversão de pastagens degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis; e Cooperação Técnica, que definirá as regiões e propriedades que serão alvo das ações para o desenvolvimento do programa.  

    Os montantes a serem aportados serão definidos pela JICA com taxas de juros fixadas entre 1,7 e 2,4% em Iene japonês, com prazo para pagamento entre 15 e 40 anos, e carência entre 5 e 10 anos.   

    Ainda no mês de maio, o vice-presidente e diretores da JICA visitarão o Brasil para reuniões com Mapa, BNDES e Banco do Brasil para discussão da modelagem financeira e início do relatório, que deve ter anúncio oficial durante a cúpula do G20, em novembro.  


    4 min
  • Brasil se torna livre de febre aftosa sem vacinação

    Com o fim da última imunização contra febre aftosa para 12 unidades da Federação e parte do estado do Amazonas, o Brasil avança no Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa e se torna totalmente livre da doença sem vacinação. 

     O anúncio autodeclaratório da evolução da situação sanitária do país foi feito pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, ao lado do vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin. 

     A ação, que é parte do processo para o reconhecimento internacional pela Organização Mundial de Saúde Animal, representa o fim do ciclo de vacinação, iniciado há mais de 50 anos e o reconhecimento da qualidade da produção pecuária nacional e da qualidade do Serviço Veterinário Oficial. 

     Para o ministro Fávaro, esse é o início de um processo em que o Brasil troca de patamar com um grupo de elite sanitária mundial, que é muito mais difícil se manter nessa elite.  

     Ao todo, mais de 244 milhões de bovinos e bubalinos deixarão de ser vacinados contra a doença, trazendo uma redução de custo direta, com a aplicação da vacina, de mais de R$ 500 milhões. 

     Ao erradicar a febre aftosa e se consolidar como país livre da doença sem vacinação, o Brasil fortalece sua posição no mercado internacional, aumentando a confiança dos consumidores e dos parceiros comerciais na qualidade e na segurança dos produtos de origem animal brasileiros. 

     O secretário de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart, explicou que o reconhecimento internacional do status sanitário de livre de febre aftosa sem vacinação ao país é feito pela OMSA. 

     Atualmente, no Brasil, somente os estados de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes do Amazonas e do Mato Grosso têm o reconhecimento internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação pela OMSA. 


    5 min
  • Na ExpoZebu, ministro Carlos Fávaro destaca que o Brasil é a grande oportunidade para o mundo em alimento e energia

    Na solenidade de abertura da 89ª edição da exposição pecuária zebuína, a ExpoZebu, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou que é determinação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, buscar uma boa relação com o mundo para fortalecer laços com parceiros comerciais no exterior.

    No ranking mundial de produção de carne bovina, o Brasil fica em 2º, e em 1º na exportação de carne. Na pecuária brasileira de corte, cerca de 80% são compostos de raças zebuínas.

    Para o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Gabriel Garcia, há muitos motivos para comemorar a pecuária brasileira. Entre elas, que o Brasil exportou mais de 2 milhões de toneladas de carne bovina in natura no ano passado.

    A ExpoZebu é realizada anualmente em Uberaba, Minas Gerais, e a edição 2024 destaca a excelência genética, a inovação tecnológica e as oportunidades de negócios na indústria zebuína. A feira reforçará a força da carne e do leite e a relevância dos subprodutos da pecuária zebuína.

    4 min
  • Em Uberaba, ministro Fávaro participa da abertura da safra mineira de açúcar e etanol

    O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participou da 7ª Abertura da Safra Mineira de Açúcar e Etanol, em Uberaba (MG). Na ocasião, foram debatidas projeções para o setor sucroenergético, que além de gerar emprego e renda, tem se consolidado como fonte estratégica na transição energética para uma economia de baixo carbono.

    Durante o evento, o ministro Fávaro ressaltou que a agropecuária é a grande vocação brasileira.

    Já o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, enfatizou o potencial do Brasil de produzir energia limpa.

    Na safra 2023/24 o Brasil bateu recorde no setor sucroenergético, com mais de 713 milhões de toneladas, um valor 16,8% maior que o do ano anterior, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

    Ainda, em discurso no evento, o ministro Fávaro reforçou o compromisso do Governo Federal no apoio ao agro brasileiro.

    4 min
  • Nova linha de crédito do BNDES em apoio aos produtores rurais pode alcançar R$ 10 bilhões em 2024

    O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participou da abertura da 29ª edição da Agrishow, a Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação Município de Ribeirão Preto (SP). Em discurso, destacou a nova linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a CPR BNDES, criada para ampliar o apoio ao setor agropecuário.  

    O ministro Fávaro explicou que com a iniciativa, o crédito próprio do BNDES para o agro brasileiro pode chegar a R$ 10 bilhões em 2024 e afirmou que a nova linha de crédito é uma medida complementar à autorização do Conselho Monetário Nacional (CMN) para repactuação de dívidas.  

    Carlos Fávaro ressaltou que é um pedido do presidente Lula, para que todos os produtores que tiveram dificuldade possam prorrogar os seus investimentos. 

    Com a CPR BNDES, poderão ser realizadas operações com Cédulas de Produto Rural Financeira (CPR-F) ou de Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA) lastreados em direitos creditórios do agronegócio.  

    O acesso aos títulos será para os micros, os pequenos e os médios produtores rurais e cooperativas de produtores rurais com faturamento de até R$ 300 milhões por ano.  

    O diretor Financeiro e de Crédito do BNDES, Alexandre Abreu, explicou que a linha pode ser usada para custeio, para investimento, para armazenagem, capital de giro e, inclusive, para quem estiver precisando alongar dívidas já existentes. 

    Já o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, reforçou o compromisso do governo em realizar um novo Plano Safra ainda maior que o anterior.  

    5 min
  • Lula e Fávaro reforçam compromisso na busca de mais investimentos para a Embrapa

    Com foco na revolução para o futuro do agro brasileiro, Embrapa celebrou seus 51 anos de criação. Na ocasião, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, reforçaram o compromisso em trazer mais investimentos para alavancar o crescimento da empresa.  

    O ministro Fávaro ressaltou o importante papel da Embrapa no avanço da vocação brasileira para a produção de alimentos.  

    O presidente Lula destacou a importância da Embrapa no desenvolvimento agrícola do Brasil. 

    Durante o evento, foram celebrados dois acordos de cooperação técnica de abrangência internacional com o Ministério da Agricultura. Com o Grupo Banco Mundial foi firmado o Memorando de Entendimento para o desenvolvimento de projetos para um setor agroalimentar mais verde, resiliente e inclusivo, apoiado em modelos de empreendedorismo rural e intercâmbio científico para países em desenvolvimento com duração de cinco anos. 

    O outro acordo foi a cooperação técnica com a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) que tem como objetivo o desenvolvimento colaborativo da agricultura de precisão e digital para o fortalecimento dos ecossistemas de inovação e a sustentabilidade do agro brasileiro. 

    3 min
  • Produtores rurais podem renegociar dívidas do crédito rural até dia 31 de maio

    Os produtores rurais que foram afetados por intempéries climáticas ou queda de preços agrícolas poderão renegociar dívidas do crédito rural para investimentos. A medida é uma proposta do Ministério da Agricultura e Pecuária e foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional, em março. O prazo limite para repactuação é até 31 de maio.  

    Com a iniciativa, as instituições financeiras poderão adiar ou parcelar os débitos que irão vencer ainda em 2024, relativos a contratos de investimentos dos produtores de soja, de milho e da pecuária leiteira e de corte. Neste contexto, as linhas de crédito devem ter sido contratadas até o final do ano passado.  

    O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro destacou que pela primeira vez na história, um governo se adiantou e aplicou medidas de apoio antes mesmo do fim da safra e ainda explicou como acessar a renegociação.  

    Carlos Fávaro ressaltou também que as parcelas das prorrogações anteriores, que vencem em 2024 também estão contempladas. 


    3 min
  • Mapa lança a terceira etapa do Projeto ConSIM

    O Ministério da Agricultura e Pecuária lançou a 3ª edição do Projeto de Ampliação de Mercados de Produtos de Origem Animal para Consórcios Públicos de Municípios (ConSIM) que visa aumentar o número de municípios aderidos ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal, o Sisbi-POA. 

    Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro a meta da 3ª edição é integrar 100 consórcios públicos municipais ao Sisbi-POA, que representam mais de 1.000 municípios. 

    Com a qualificação, os consórcios selecionados receberão o reconhecimento de equivalência ao Sisbi-POA, podendo as agroindústrias de carnes, leite, pescados, ovos, mel e respectivos derivados comercializar seus produtos em todo o território nacional. 


    3 min
  • Lula e Fávaro destacam ampliação das oportunidades do Brasil no comércio exterior

    O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, visitaram, no Mato Grosso do Sul, uma das plantas frigoríficas recém-habilitadas para exportação de carne brasileira para a China e, também, acompanharam o primeiro embarque do produto para o país asiático.  

    O estabelecimento faz parte dos 38 que foram habilitados pelo mercado chinês em março, considerado o maior número de autorizações concedidas de uma só vez na história. Com o anúncio, o número de empresas habilitadas no Brasil aumentou de 106 para 144, proporcionando uma grande ampliação das oportunidades de comércio bilateral.   

    Para o presidente Lula, é uma alegria estar de volta ao Mato Grosso do Sul para participar do primeiro lote de proteína animal a ser enviado a China de uma das plantas frigoríficas habilitadas. 

    A expectativa é que as novas habilitações gerem um incremento de cerca de R$ 10 bilhões na balança comercial brasileira, ao logo de um ano.   

    O ministro Fávaro explicou a importância de abrir novas possibilidades de mercado no exterior. 

    O Mato Grosso do Sul tinha apenas três frigoríficos habilitados para exportar carne bovina para os chineses. Agora conta com sete.  

    4 min

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