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A ministra Tereza Cristina, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, reuniu-se nesta quarta-feira com autoridades e empresários da Rússia, em Moscou, para falar sobre o fornecimento de fertilizantes para o Brasil. Todos garantiram que não vão deixar de cumprir os contratos de exportação de fertilizantes ao Brasil, com possibilidade de aumentar o volume de vendas.
O objetivo da viagem da ministra é abrir negociação com os principais fornecedores de fertilizantes, produto essencial para a produção agropecuária que enfrenta restrições na oferta mundial.
A Rússia representa cerca de 20% do total de fertilizantes importados pelo Brasil. Recentemente, o governo russo anunciou restrições às exportações de fertilizantes nitrogenados por meio de cotas de exportação pelo período de seis meses a partir de 1º de dezembro, com o objetivo de evitar escassez no mercado interno.
Tereza Cristina também se reuniu em autoridades sanitárias da Rússia, que garantiram a realização de uma visita de inspeção ao Brasil, ainda no primeiro trimestre do ano que vem, o que possibilitará a habilitação de novas plantas frigoríficas brasileiras para exportação.
N-NE: Os maiores acumulados de chuva estão previstos para o Amazonas, em partes do Pará e de Rondônia. No MATOPIBA, os maiores volumes ocorrerão no Oeste da Bahia, Sul do Maranhão e no Tocantins, favorecendo a semeadura e o desenvolvimento da soja e do milho 1ª safra. No Nordeste da Bahia, a previsão de pouca chuva beneficiará a colheita do milho 3ª safra.
CO: Na maior parte da região estão previstas chuvas acima de 40 milímetros, com exceção do Sul do Mato Grosso do Sul, onde os volumes serão menores. Acumulados de até 200 mm estão previstos para o Centro-Norte do Mato Grosso, Oeste de Goiás e Nordeste do Mato Grosso do Sul, contribuindo para a elevação da umidade no solo. Apesar do risco de temporais, o desenvolvimento das lavouras será favorecido.
SE: Os maiores acumulados de chuva irão se concentrar no Oeste de Minas Gerais e Noroeste de São Paulo. No Centro-Sul de São Paulo, Nordeste de Minas Gerais e Sul do Rio de Janeiro, os volumes serão menores. Em toda a região, a umidade no solo será suficiente para os cultivos de verão, a cana-de-açúcar e as lavouras de café em floração e formação dos chumbinhos.
S: São previstos acumulados de chuva inferiores aos 20 mm, principalmente no Oeste do Paraná e de Santa Catarina. Nas demais áreas, haverá pouca ou nenhuma precipitação. No geral, as condições de umidade e insolação continuarão favoráveis para a semeadura e o desenvolvimento dos cultivos de verão, bem como, para a maturação e a colheita dos cultivos de inverno.
Previsão Agrometeorológica é para os dias 08/11 a 15/11/2021
As informações do Boletim são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, nesta quinta-feira (11), o novo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura da canola ampliando a indicação do cultivo para além do sul do Brasil.
As portarias indicam os períodos de semeadura e os municípios aptos para o cultivo de canola, no sistema sequeiro para os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Distrito Federal e Bahia, além do sistema irrigado para São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás, Distrito Federal, Bahia e Mato Grosso.
Os principais riscos associados ao cultivo da canola no Brasil são a incidência de geada e o déficit hídrico. Embora a canola seja uma espécie de clima frio, as plantas são sensíveis a geadas intensas, principalmente durante o estabelecimento das lavouras (primeiros 30 dias) e durante a floração. Segundo o pesquisador da Embrapa Trigo, Genei Dalmago, a geada pode ser um problema para a canola. SS/
Os híbridos de canola começaram a ser introduzidos no Brasil em 2004, dando início à coleta de informações pela Embrapa visando aos ajustes necessários para o desenvolvimento de sistemas de produção para essa oleaginosa no país.
Discutir o Diálogo sobre Florestas, Agricultura e Comércio de Commodities (FACT Dialogue, em inglês) foi o objetivo da reunião durante a COP26, em Glasgow, neste sábado (6).
O Diálogo FACT (Forest, Agriculture and Commodity Trade) é um plano histórico de colaboração apoiado por 28 países para combater o desmatamento por meio do comércio global sustentável em commodities agrícolas. Ministros, líderes empresariais e representantes da sociedade civil destacaram iniciativas para cumprir o desafio de evitar que o aquecimento global ultrapasse um aumento de 1,5°C protegendo e restaurando florestas e ecossistemas ricos em carbono.
O secretário de Desenvolvimento Sustentável e Irrigação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Fernando Camargo, representou a ministra Tereza Cristina e destacou a disseminação de técnicas produtivas sustentáveis a todos os produtores rurais, com apoio especial aos pequenos, como o caminho para impulsionar um comércio agrícola socialmente inclusivo, economicamente lucrativo e positivo para o meio ambiente.
Em outro painel sobre a transição para uma agricultura sustentável, o representante do Ministério da Agricultura destacou as tecnologias de baixa emissão de carbono já adotadas na agropecuária brasileira e as metas para a próxima década, com o Plano ABC+, cujo o objetivo é disseminar as tecnologias de baixa emissão de carbono a mais 72 milhões de hectares de terras agricultáveis, promovendo ganhos de produtividade em terras agrícolas já consolidadas, sem a necessidade de converter novas áreas à atividade produtiva. Camargo lembrou que a agricultura brasileira é movida a ciência e que, nos últimos 50 anos, o país desenvolveu um modelo de agricultura tropical baseado em pesquisa e inovação que conjuga de forma singular os três pilares da sustentabilidade.
Camargo lembrou ainda que o Brasil quer compartilhar essa experiência com países de realidades semelhantes, especialmente os países da África, que fazem parte do mesmo cinturão tropical.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Ouvidoria, convida os usuários dos serviços públicos prestados pelo órgão a se tornarem conselheiros voluntários. Os conselheiros voluntários auxiliam na avaliação e acompanhamento da prestação dos serviços públicos.
De acordo com o art. 18 da Lei n 13.460/2017, os conselhos têm as seguintes atribuições: acompanham e participam da avaliação da qualidade e efetividade da prestação dos serviços públicos, propõem melhorias na prestação dos serviços públicos e contribuem para definição das diretrizes para atendimento adequado ao usuário e acompanham e auxiliam na avaliação das ouvidorias do Sistema de Ouvidoria do Poder Executivo Federal.
Qualquer interessado pode se inscrever para conselheiro voluntário na Plataforma Conselho de Usuários de Serviços Públicos. (https://www.gov.br/agricultura/pt-br/canais_atendimento/ouvidoria/conselho-de-usuarios).
Quando cadastrado, o conselheiro pode inserir ideias de aprimoramento no Fórum de Melhorias, espaço aberto para a exposição de propostas que busquem tornar os serviços cada vez mais adequados à realidade dos seus usuários.
Para saber mais informações do Conselho de Usuários da Ouvidoria do Mapa.
acesse o site do Ministério da Agricultura em www.gov.br/agricultura.
N-NE: No Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (MATOPIBA), os maiores acumulados de chuva poderão ultrapassar 200 mm no TO, BA e extremo sul do MA devido a atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), caracterizada por uma faixa de nuvens alinhada desde a região Norte até o Nordeste, que causa chuva persistente por dias consecutivos. Essas chuvas contribuirão com a umidade no solo para a semeadura e o desenvolvimento dos cultivos de verão.
CO: A semeadura e o desenvolvimento das lavouras serão beneficiados com a previsão de acumulados de chuva superiores a 200 mm no norte e oeste do MT e no norte de GO em função da ZCAS. Nas demais áreas da região, os acumulados de chuva deverão variar entre 10 e 100 mm
SE:Chuvas são previstas principalmente no centro e norte de MG e norte do ES. Nas demais áreas, os volumes serão menores. As condições de umidade continuarão favoráveis para a semeadura e o desenvolvimento dos cultivos de verão, a brotação da cana-de-açúcar, a florada e a formação dos chumbinhos nos cafezais.
S:Previsão de maiores volumes de chuva no extremo sul do RS. Nas demais áreas, os acumulados serão menores, sem comprometer a umidade no solo. Umidade e insolação serão favoráveis para a maturação e a colheita dos cultivos de inverno. A semeadura e o desenvolvimento dos cultivos de verão serão favorecidos.
Previsão Agrometeorológica é para os dias 02/11 a 09/11/2021
As informações do Boletim são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Queijo, iogurte, manteiga, requeijão. Você sabe o que esses produtos têm em comum? O leite!
Nesta semana, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, setor leiteiro e supermercados lançaram a 1ª Semana do Leite. O objetivo é valorizar ainda mais o potencial do segmento leiteiro.
No segundo dia de debates da agenda brasileira na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP26), nesta terça-feira (2), em Glasgow (Escócia), representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Embrapa participaram do painel “Carbono Orgânico no Solo - Oportunidades e Desafios”. O secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Ministério da Agricultura, Fernando Camargo, apresentou o Programa Nacional de Levantamento e Interpretação de Solos do Brasil (PronaSolos), criado em 2018 para consolidar a integração de dados e colaborar com o avanço do conhecimento dos solos no país. Fernando Camargo também falou sobre as metas do Plano Setorial de Adaptação e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária, chamado de ABC+, que prevê a adoção de tecnologias sustentáveis em mais de 72 milhões de hectares de áreas degradadas e a mitigação de 1,1 bilhão de toneladas de CO² equivalente, superando o recorde alcançado pela fase anterior do plano ABC.
O secretário informou que, na semana passada, o Mapa apresentou os novos mapas de estoque de carbono orgânico dos solos brasileiros. O material é uma importante ferramenta para subsidiar políticas públicas relacionadas às mudanças climáticas e à diminuição da emissão dos Gases de Efeito Estufa (GEEs), com gestão eficiente dos recursos naturais.
O presidente da Embrapa, Celso Moretti, destacou a pesquisa da Embrapa Solos, que resultou no lançamento recente dos mapas de carbono orgânico dos solos brasileiros.
Os novos mapas permitem identificar áreas degradadas, quando a matéria orgânica não está mais presente e gerar mapas de potencial de sequestro de carbono, entre outras funções.
O painel foi mediado pelo secretário-adjunto do Clima e Relações Internacionais do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Marcelo Freire.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) realiza a 1ª Semana do Leite, evento nacional com o lema “Leite e Derivados: Alimentos que fazem o Brasil crescer”. O objetivo é valorizar ainda mais o potencial do segmento leiteiro.
A ministra Tereza Cristina, reforçou no lançamento da campanha nesta terça-feira (4) na sede do Mapa, que além de mostrar os benefícios nutricionais do leite, a campanha tem como objetivo apresentar para quem mora na cidade o trabalho do produtor rural.
O objetivo é compartilhado pelo presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), João Galassi, que disse que a ação vai além do foco das vendas promocionais.
Atualmente, 99% dos 5.570 municípios brasileiros são produtores de leite e, entre os mais de 1 milhão de produtores nacionais, a maioria é da agricultura familiar.
O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Leite (Abraleite), Geraldo Borges destacou a grandeza do evento para mostrar à sociedade a importância do leite para saúde humana.
Para o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes, o principal objetivo da campanha é a integração do setor.
Com produção de 34 bilhões de litros de leite por ano, o Brasil se destaca como o 3º maior país produtor do alimento e seus derivados do mundo.
A segunda etapa da campanha nacional de vacinação contra a febre aftosa de 2021 terá início na próxima segunda-feira (1º). Nesta etapa, deverão ser vacinados cerca de 78 milhões de bovinos e bubalinos com até 2 anos de idade. A vacinação ocorrerá na maioria dos estados brasileiros, conforme o calendário nacional de vacinação.
Das 19 unidades da Federação que fazem a vacinação neste período, no Amazonas e em Mato Grosso participam apenas os municípios que ainda não têm reconhecimento de áreas livres de febre aftosa sem vacinação.
As vacinas devem ser adquiridas nas revendas autorizadas e mantidas entre 2°C e 8°C, desde a aquisição até o momento da utilização, incluindo o transporte e a aplicação, já na fazenda. Devem ser usadas agulhas novas para aplicação da dose de 2 ml na tábua do pescoço de cada animal, preferindo as horas mais frescas do dia, para fazer a contenção adequada dos animais e a aplicação da vacina.
A chefe da Divisão de Febre Aftosa do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (DAS/Mapa), Ana Vidor, alerta os produtores que além de vacinar o rebanho, devem também declarar ao órgão de defesa sanitária animal de seu estado.
A declaração de vacinação deve ser feita de forma online ou, quando não for possível, presencialmente nos postos designados pelo serviço veterinário estadual nos prazos estipulados.
Em caso de dúvidas, a orientação é para que criador procure o órgão de defesa sanitária animal de seu estado.
Os estados do Acre, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina e parte do Amazonas e do Mato Grosso são reconhecidos como livres de febre aftosa sem vacinação, sendo proibida a aplicação e comercialização da vacina nessas regiões.
Conforme o Plano Estratégico do Pnefa 2017-2026, o Brasil segue executando as ações para garantir o status de país livre da febre aftosa e ampliar as zonas livres de febre aftosa sem vacinação.
A meta é que todo o território brasileiro seja considerado livre de febre aftosa sem vacinação até 2026.
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