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Reduzir a emissão de carbono equivalente em 1,1 bilhão de toneladas no setor agropecuário é a meta definida pelo Plano Setorial de Adaptação e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária, chamado de ABC+, para o período de 2020 – 2030. O Plano ABC+ foi lançado nesta segunda-feira (18), em uma Live no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
O valor é sete vezes maior do que o plano definiu em sua primeira etapa na década passada. Já, em área, o ABC+ tem como meta atingir com tecnologias de produção sustentável 72,68 milhões de hectares (pouco mais do que duas vezes o tamanho do Reino Unido); ampliar o tratamento de 208,4 milhões de metros³ de resíduos animais e abater 5 milhões de cabeças de gado em terminação intensiva.
A ministra Tereza Cristina considerou o plano ambicioso para manter a sustentabilidade da produção brasileira.
A política pública é única no mundo em abrangência e alcance. Com base em comprovações científicas, a atuação do ABC+ foi ampliada em metas ambiciosas para os próximos 10 anos. Já foi comprovado que a agropecuária brasileira, pode auxiliar no combate ao aquecimento global.
A diretora do Departamento de Produção Sustentável e Irrigação do Ministério da Agricultura, Mariane Crespolini, destacou a importância do plano para agropecuária brasileira.
O ABC+ será apresentado pelo Brasil durante a Conferência das Nações Unidas para as Mudanças Climáticas (COP 26).
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, participou nesta segunda-feira (18), da abertura do 3º Encontro dos Adidos Agrícolas, realizado em parceria com a Apex-Brasil. O evento, que acontece até o dia 29 de outubro, servirá para o alinhamento de informações e a discussão sobre estratégias para negociações internacionais, promoção comercial, atração de investimentos e internacionalização do setor agropecuário brasileiro.
Tereza Cristina lembrou a importância dos adidos agrícolas na promoção do comércio exterior brasileiro. Ela ressaltou que, desde o início de 2019 o Brasil conquistou 167 aberturas de mercado, com o apoio dos adidos.
A ministra também destacou os desafios que ainda se impõem à diplomacia brasileira do agronegócio, como o protecionismo de muitos países e a necessidade de diversificar a pauta de exportações do Brasil.
Ela também mencionou a questão ambiental, lembrando que, apesar dos problemas ainda existentes, a agricultura brasileira é uma das mais sustentáveis do mundo.
Também participaram da abertura do Encontro o presidente da Apex-Brasil, Augusto Pestana, o secretário de Comércio Exterior e Assuntos Econômicos do Ministério das Relações Exteriores, Embaixador Sarquis José e o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Embaixador Orlando Leite Ribeiro.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento definiu na quinta-feira (14), em reunião extraordinária do Conselho Deliberativo da Política do Café, as condições para a liberação de R$ 1.318.582.400 do Funcafé para financiar os produtores que tiveram perdas com a geada que atingiu regiões produtoras de café. Para essa linha de crédito, a taxa de juro está mantida em 7% ao ano.
O Voto será submetido ao Conselho Monetário Nacional, para em seguida disponibilizar essa linha de crédito aos 34 Agentes Financeiros que operam com o Funcafé, de maneira que no início de novembro o recurso esteja à disposição dos cafeicultores.
O diretor de comercialização do Ministério da Agricultura, Silvio Farnese, explicou que com essas decisões a ministra Tereza Cristina atende ao compromisso assumido quando da sua viagem a Minas Gerais de garantir aos cafeicultores medida de apoio nesse momento de crise, em virtude da seca e geada que atingiu as lavouras de café.
Para a recuperação e replantio das áreas afetadas o orçamento deverá acompanhar de laudo técnico expedido por Engenheiro Agrônomo acreditado pelo agente financeiro ou pela Empresa Estadual de Assistência Técnica.
Para o financiamento do replantio será exigido o enquadramento no zoneamento de risco climático em áreas que sejam aptas para a atividade cafeeira.
Os limites de crédito variam de acordo com o manejo a ser aplicado na lavoura. Decote, esqueletamento, recepa e arranquio são práticas culturais aplicadas no café, quando ocorre uma injuria na planta (climática, ataque de pragas, envelhecimento da planta, etc).
Ao participar de evento virtual do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), nesta quinta-feira (14), a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse que a sustentabilidade e a tecnologia devem ser as bases para o contínuo desenvolvimento da relação entre os dois países. De acordo com a ministra esses temas já vêm tendo destaque no diálogo bilateral.
Teresa Cristina garantiu que o Brasil continuará empreendendo esforços para que a sustentabilidade e a tecnologia continuem a ser vetores do desenvolvimento do agronegócio brasileiro e do relacionamento com os parceiros, em particular com a China.
A ministra também ressaltou a confiança da China na produção brasileira.
O secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo, também participou do evento, destacando a importância da ciência e da inovação para a sustentabilidade da agropecuária brasileira.
O evento também contou com a presença do vice-presidente da República, Hamilton Mourão e do secretário-geral do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Fernando Simas Magalhães.
Durante o evento, foi lançado o documento “Sustentabilidade e Tecnologia como Bases para a Cooperação Brasil-China”, com 11 propostas da CEBC para a relação bilateral.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) prorrogou, até o dia 18 de outubro de 2021, o prazo para submissão de propostas ao 2º edital do AgroResidência - Programa de Residência Profissional Agrícola. A iniciativa visa selecionar projetos apresentados por instituições de ensino público federais, voltados para a qualificação técnica de estudantes e recém-egressos dos cursos de ciências agrárias e áreas afins, a serem desenvolvidos na Ilha de Marajó e no estado do Tocantins.
A elaboração das propostas de projeto deve seguir o roteiro e demais orientações apresentadas no Edital de Chamamento Público 01/2021 e a submissão poderá ser realizada pelo e-mail [email protected].
Será destinado R$ 1 milhão para custeio dos projetos selecionados no estado do Tocantins e R$ 600 mil para projetos na Ilha do Marajó. A expectativa é atender cerca de 100 residentes nas duas regiões e promover a inserção dos beneficiários no ambiente real de trabalho, por meio de treinamento prático, orientado e supervisionado, propiciando o desenvolvimento de conhecimentos, habilidades e atitudes necessárias ao exercício profissional.
Os recursos serão utilizados no pagamento de bolsas para os residentes de cursos técnicos de nível médio, no valor de R$ 900; e de nível superior, no valor de R$ 1.200. A carga horária de trabalho dos residentes será de 40 horas semanais. Também será custeada bolsa para professor orientador, que corresponderá ao valor de R$ 200 por orientado. Cada professor deverá orientar entre cinco (mínimo) e dez (máximo) residentes, sendo assim, a bolsa pode variar de R$ 1 mil a R$ 2 mil.
A Secretaria de Aquicultura e Pesca (SAP/Mapa) publicou na quarta-feira (13) a Portaria SAP-Mapa Nº 408, que estabelece os critérios de Controle Oficial de Conformidade das condições higiênico-sanitárias de embarcações pesqueiras de produção primária que fornecem matéria-prima para o processamento industrial de produtos da pesca destinados à União Europeia. A Portaria entra em vigor uma semana após a data de sua publicação.
A principal mudança é a possibilidade de desembarque do pescado em infraestruturas intermediárias, desde que estejam contempladas no autocontrole do estabelecimento de destino, registrado no SIF, sendo também observados os critérios higiênico-sanitários estabelecidos pela autoridade competente.
Este novo ato revoga a Instrução Normativa Mapa Nº 57, de 31 de outubro de 2019, tornando-se uma norma complementar à Portaria SAP-Mapa Nº 310, de 24 de dezembro de 2020, com diretrizes específicas para a habilitação das embarcações pesqueiras que participarão da cadeia de exportação de produtos ao bloco econômico europeu.
Maiores informações acerca do Controle Oficial de Conformidade e instruções para a solicitação de habilitação de embarcações pesqueiras de produção primária, no âmbito da Portaria SAP-Mapa nº 408, podem ser consultadas no site do Ministério da Agricultura.
As exportações de pescado e produtos de pescado nacionais à União Europeia continuam suspensas e, para que seja pleiteada a avaliação de reabertura deste mercado, é necessária a devida implementação do programa de Controle. Para tanto, é fundamental a manifestação de empresas, armadores e representantes do setor que tenham interesse em exportar para a União Europeia, solicitando a habilitação de embarcações pesqueiras conforme os requisitos estabelecidos pelo Mapa.
N-NE: Maiores acumulados de chuva se localizarão sobre o oeste e norte do AM, AC e RO. Entre o Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (MATOPIBA), queda de chuva mais volumosas ocorrerão no TO e MA, contribuindo para a recuperação da umidade no solo, necessária à semeadura da próxima safra. No PI e BA, as chuvas serão menores. Não há previsão de chuva para Sergipe, Alagoas e Bahia (SEALBA), mantendo as condições favoráveis para a colheita do milho 3ª safra.
4.022 títulos definitivos e provisórios para famílias assentadas em São Paulo, esses são os números emitidos pelo pelo Governo Federal, e celebrados nesta quarta-feira (13), em cerimônia no município de Miracatu, na região do Vale do Ribeira.
É a maior entrega de documentos em áreas da reforma agrária no estado em duas décadas. O total de documentos expedidos desde 2019 supera os 3.864 títulos do período de 2000 a 2018. O evento representa outra marca histórica, pois foram emitidos os primeiros títulos definitivos para 618 famílias em assentamentos do Incra em São Paulo.
O presidente Jair Bolsonaro, destacou a importância do título definitivo para os assentados.
A titulação de assentamentos é uma das metas prioritárias do Governo Federal, com o objetivo de promover segurança jurídica no campo, acesso ao crédito e inclusão produtiva dos agricultores familiares. A expectativa é ampliar a titulação nos 109 projetos federais de reforma agrária sob responsabilidade do Incra em São Paulo, onde vivem 9.539 famílias assentadas.
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, ressaltou a emoção das pessoas que recebem os títulos.
Além dos títulos definitivos, já foram emitidos 3.404 Contratos de Concessão e Uso (CCU) no estado desde 2019. O documento transfere a propriedade do lote de forma provisória à família assentada e assegura o acesso às políticas de apoio à agricultura familiar em áreas de reforma agrária.
Na ocasião também foi anunciada a liberação de recursos do Crédito Instalação na Modalidade Habitação para beneficiários da reforma agrária no estado, com a formalização de 258 contratos, que totalizam R$ 8,7 milhões para a construção de moradias em assentamentos criados pelo Incra. Esta modalidade garante até R$ 34 mil para cada família.
A nova safra brasileira de grãos deve apresentar uma recuperação no ano agrícola 2021/22. Caso se confirme as previsões, a produção total deve ficar em 288,61 milhões de toneladas, atingindo um novo recorde para a agricultura nacional. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (7) no 1º Levantamento da Safra Grãos 2021/22, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
O diretor-presidente da companhia, Guilherme Ribeiro, comentou sobre a expectativa de aumento na produção de grãos que segundo ele pode atingir 300 milhões de toneladas até o final do ano.
Destaque para soja, arroz e feijão. A soja apresenta tendência de aumento tanto de área cultivada como de produção. De acordo com os dados levantados pela Companhia, a área a ser semeada é 39,91 milhões de hectares.. O plantio já teve início nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Paraná. A expectativa é que a produção atinja 140,75 milhões de toneladas, o que mantém o país como o maior produtor mundial do grão.
Importantes para o consumo diário dos brasileiros, a dupla arroz e feijão apresentam produções que garantem o abastecimento no mercado interno. Para o primeiro produto, a produção deve se manter relativamente estável em torno de 11,6 milhões de toneladas. Já a leguminosa, tende a apresentar um ligeiro crescimento de 0,8% na área a ser semeada na primeira safra. A estimativa é que a produção total de feijão chegue a 2,97 milhões de toneladas, somando-se as três safras.
O diretor de comercialização do Ministério da Agricultura, Silvio Farnese, destacou a recuperação na produção da safra 2021/22.
Os dados completos sobre o 1º Levantamento da Safra Grãos 2021/22 e as condições de mercado destes produtos podem ser conferidos no portal da companhia em www.conab.gov.br
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou na quarta-feira o primeiro curso de Introdução à Logística do Agronegócio Brasileiro. O objetivo é apresentar o cenário mundial de produção de alimentos e ampliar a competitividade das exportações dos produtos agropecuários. As inscrições estão abertas até 15 de outubro.
O curso é 100% online. As aulas ocorrerão de 20 de outubro até 2 de novembro. As matrículas podem ser feitas no site da Escola Nacional de Gestão Agropecuária (Enagro) em www.sistemasweb.agricultura.gov.br/avaenagro.
No lançamento, o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Marcos Montes, destacou as medidas adotadas pelo Governo Federal para melhorar o escoamento da safra agrícola e o transporte dos produtos.
O curso é dividido em quatro módulos, os participantes aprenderão os conceitos e panoramas, os corredores de exportação, os modelos de transportes e armazenagem. Na primeira turma, estão disponíveis 50 vagas. O público-alvo na primeira etapa são os servidores do Mapa. Na segunda etapa, será aberto para o público em geral.
O coordenador de logística para a Produção Agropecuária do Mapa, Carlos Alberto Batista, ressalta que o curso traz uma linguagem mais leve para o público.
Participaram também do lançamento o secretário de Política Agrícola do Mapa, Guilherme Bastos, e a coordenadora da Escola Nacional de Gestão Agropecuária (Enagro), Luciana Barbosa.
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