Podcasts do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil

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Podcasts do Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil episodes

  • Governo suspende PIS/Cofins na importação de milho

    Governo Federal suspendeu nesta quinta-feira (23) a cobrança de PIS e Cofins na importação de milho até 31 de dezembro deste ano. O objetivo é desonerar o custo de aquisição externa com foco no aumento da oferta interna buscando reduzir a pressão de preços e os custos dos criadores de animais, já que o grão é importante insumo na alimentação de bovinos, suínos e aves.

    A medida consta na Medida Provisória Nº 1.071,  foi proposta pela ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), em razão da quebra na produção de milho por causa da seca, e do cenário de aperto no abastecimento, o que provocou alta no preço do milho para os criadores de animais.

    Segundo a MP, ficam reduzidas a zero, até 31 de dezembro de 2021, as alíquotas de contribuição incidentes na importação do milho. A Medida Provisória entra em vigor no quinto dia útil após a data de sua publicação.

    A suspensão permitirá a compra de milho de outros mercados fora do Mercosul de maneira competitiva, melhorando o abastecimento interno e evitando reajuste nos preços das carnes para o consumidor. A expectativa é que a retirada da cobrança da tarifa represente redução de 9,25% no custo de importação ou R$ 9 por saca.

    De acordo com o levantamento mais recente da Conab (setembro), a produção nacional de milho safra 2020/2021 deve chegar a 85,7 milhões de toneladas, uma redução de 16,4% em comparação ao ciclo anterior (102,5 milhões de toneladas), impactada por problemas climáticos.

    Outra medida tomada, recentemente, pela Câmara de Comércio Exterior (Camex), foi a retirada do imposto de importação (8%), a Tarifa Externa Comum (TEC), do milho até o fim deste ano, e a facilitação para as compras de milho geneticamente modificado cultivado nos Estados Unidos. Ambas normativas foram propostas pelo Ministério da Agricultura.

    O Governo Federal também autorizou leilões públicos de compra ou de remoção de estoque de milho realizados pela Conab de forma a garantir a regularidade do abastecimento do cereal, beneficiando pequenos criadores de animais, inclusive aquicultores.

    A previsão é adquirir até 110 mil toneladas para atender o Programa de Venda em Balcão (ProVB) até o final do ano. Os leilões deverão ter início este mês.

    4 min
  • Mapa cria Grupo de Trabalho para discutir desperdício de alimentos

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) criou nesta terça-feira (21) o Grupo de Trabalho de Enfrentamento a Perdas e Desperdício de Alimentos no âmbito da Comissão de Desenvolvimento Sustentável do Agronegócio (CDSA).

    O tema será debatido na Cúpula dos Sistemas Alimentares, a ser realizada no dia 23 de setembro, em Nova York (Estados Unidos), pela Organização das Nações Unidas (ONU). Como forma de garantir a segurança alimentar e nutricional mundial de forma sustentável, o Brasil liderou as discussões que resultarão numa proposta unificada de países da América do Sul bem como da América Central e Caribe a ser apresentada na cúpula.

    O Grupo de Trabalho é coordenado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e ainda reúne representantes da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A duração das atividades é de 180 dias, podendo ser prorrogadas uma vez por igual período.

    A primeira reunião está prevista para o mês de outubro de forma a iniciar a exposição de um plano de ação nacional adequado com os compromissos internacionais do Brasil para a redução de perdas e desperdício de alimentos.

    O grupo também desenvolverá estratégias, alinhadas à economia circular, para o aproveitamento integral dos alimentos e fortalecimento das ações de redistribuição para redução do desperdício, por meio de recomendações de ajustes regulatórios, estímulo e aprimoramento de programas sociais.

    3 min
  • Levantamento da safra de café estima produção de 49,9 milhões de sacas

    A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgou nesta terça-feira (21), o 3º Levantamento da Safra 2021 de café. A previsão é que o Brasil produza aproximadamente 46,9 milhões de sacas de café beneficiado.

    O número representa uma diminuição de 25,7% em relação ao resultado da safra de 2020, considerada recorde. A área em produção, por sua vez, é atualmente estimada em 1,8 milhão de hectares, 4,4% menor que a safra anterior.

    A produção de café arábica está estimada em 30,7 milhões de sacas, 36,9% a menos se comparado ao volume produzido na safra anterior. O conilon, por sua vez, deve alcançar uma produção de 16,15 milhões de sacas, o que indica um aumento de 12,8% sobre o resultado obtido em 2020.

    Além dos efeitos fisiológicos da bienalidade negativa, observados em diversas regiões produtoras neste ciclo, os motivos para a redução também incluem as condições climáticas adversas de seca em muitas localidades e as geadas, como para a diminuição da área em produção, como explica o presidente da Companhia, Guilherme Ribeiro.

    O levantamento da Conab foi realizado em um momento em que mais de 95% das áreas plantadas já foram colhidas. O resultado da pesquisa de campo mostra uma redução na produção, em comparação à safra anterior. O diretor do Departamento de Comercialização e Abastecimento do Ministério da Agricultura, Silvio Farnese, destacou que apesar da redução na produção, os números atendem ao consumo interno e externo.

    O café é uma das culturas caracterizada pela bienalidade. Ou seja, em um ano a cultura produz um maior número de frutos, exigindo da planta mais nutrientes, enquanto no ano seguinte, a produção é menor. Assim, a menor produção permite a recomposição das estruturas vegetais e reservas da planta.

    4 min
  • Boletim Agrometeorológico, a previsão do tempo para o produtor rural

    N-NE: Maiores acumulados de chuva irão se concentrar no noroeste do AM, oeste do PA e de RR. Entre o Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (MATOPIBA) não há previsão de chuva, mantendo as condições favoráveis para a finalização da colheita do algodão. Já em Sergipe, Alagoas e Bahia (SEALBA), a previsão de pouca chuva favorecerá o amadurecimento e a antecipação da colheita do milho 3ª safra, visto que os grãos poderão atingir a umidade ideal.

    CO: Há previsão de chuva com maior concentração no centro-norte do MT e centro-oeste de GO, o que deverá amenizar a deficiência de água no solo. Nas demais áreas praticamente não há previsão de chuva, beneficiando a colheita do algodão, do milho 2ª safra, do feijão 3ª safra e do trigo irrigado. No sudoeste do MS a ausência de chuva favorecerá o amadurecimento e a colheita do trigo.

    SE: Os maiores acumulados de chuva irão se concentrar somente no sudeste de MG, enquanto nas demais áreas são previstos volumes de chuva inferiores a 10 mm. Essa condição favorecerá o amadurecimento e a colheita do algodão, do milho 2ª safra e do trigo irrigado. No centro-sul de SP, a chuva poderá ser insuficiente para as lavouras de trigo ainda em enchimento de grãos.

    S: A entrada de um sistema frontal irá favorecer a ocorrência de chuvas mais significativas no sul e norte do RS e centro de SC. No PR, os volumes serão menores e ocorrerão somente na metade sul do estado. No geral, as condições serão favoráveis para o trigo em desenvolvimento, floração e enchimento de grãos e o início dos cultivos de 1ª safra.

    A Previsão Agrometeorológica é para os dias 20/09 a 27/09/2021

    As informações do Boletim são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

    3 min
  • Boletim agrometeorológico, a previsão do tempo para o produtor rural

    N-NE: Chuvas mais volumosas estarão concentradas no AM, RR e em parte do PA. Pouca ou nenhuma chuva no Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (MATOPIBA) manterão as condições favoráveis para a colheita do algodão e do feijão 3ª safra. Já em Sergipe, Alagoas e Bahia (SEALBA) praticamente não há previsão de chuvas, mantendo a diminuição de água para as lavouras de milho 3ª safra que ainda se encontram em enchimento de grãos.

    CO: Queda de chuva mais significativas são previstas no sudoeste do MS, contribuindo para o enchimento de grãos das lavouras de trigo sequeiro semeadas mais tarde. Pouca ou nenhuma chuva estão previstas para as demais regiões do CO, beneficiando a colheita do algodão, do milho 2ª safra, do feijão 3ª safra e do trigo irrigado.

    SE: Na maior parte da região não ocorrerá precipitações e as temperaturas continuarão elevadas, favorecendo a maturação e a colheita do algodão, do milho 2ª safra e do trigo irrigado. Poucas chuvas previstas no RJ, sul de MG e em algumas áreas de SP favorecerão parte das lavouras de trigo que ainda se encontram em floração e enchimento de grãos.

    S: Previsão de chuva em toda região, com maiores acumulados no RS e em SC. O desenvolvimento vegetativo, a floração e o enchimento de grãos do trigo serão beneficiados na maioria das regiões produtoras. Algumas regiões no PR ainda demandam chuvas para o bom desenvolvimento do trigo, mas estarão favoráveis para a maturação e colheita do milho 2ª safra.

    Previsão Agrometeorológica* (13/09 a 20/09/2021)

    As informações do Boletim são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

    3 min
  • Episódio 46: Pescado

    O secretário de Aquicultura e Pesca do Mapa, Jorge Seif Jr., fala sobre as iniciativas do governo e das iniciativas privadas para aumentar o consumo de peixes, frutos do mar e demais tipos de pescado. Saiba também como escolher um bom pescado.

    12 min
  • Agricultura familiar tem espaço garantido na maior feira agropecuária da América Latina

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) prepara o pavilhão para a agricultura familiar na 44ª Expointer com espaço para 228 expositores. A Expointer é a maior feira agropecuária da América Latina, e começa no próximo sábado (4), em Esteio, Rio Grande do Sul.

    Nos sete mil metros quadrados do Pavilhão da Agricultura Familiar, o visitante encontrará queijos, polpas, mel, vinhos e espumantes, plantas, artesanato e outros produtos ofertados e distribuídos em 210 estandes. Durante nove dias de programação, o espaço oferecerá toda a diversidade da produção das agroindústrias familiares.

    A ministra Tereza Cristina também é presença confirmada na 44ª Expointer. A visita está prevista para o final da próxima semana. Na oportunidade, além de prestigiar a feira, a ministra participará de reunião com representantes dos diversos setores da agropecuária do Rio Grande do Sul. Em entrevista a uma rádio local, ela falou da importância da feira e do empenho dos organizadores para que pudesse ser realizada.

    Os estandes serão divididos entre 216 estabelecimentos do Rio Grande do Sul, oito de Minas Gerais, três do Amapá e um do Rio de Janeiro. Desses, 90 são comandados por mulheres e 48 por jovens. Do total, as agroindústrias lideram com 178 empreendimentos participantes, seguidas por 35 de artesanato. Serão 71 estandes com produtos de origem animal e 103 com produtos de origem vegetal.

    4 min
  • Tereza Cristina é eleita nova presidente da Junta Interamericana de Agricultura

    A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, foi eleita nesta quarta-feira (1º) para presidir a Junta Interamericana de Agricultura (JIA), durante a Conferência de Ministros da Agricultura das Américas 2021, que acontece em San José da Costa Rica. A JIA é o principal órgão de governo do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA).

    A presidência da JIA é eleita a cada dois anos. Para a ministra, a escolha de seu nome é  um reconhecimento ao papel da mulher no setor e à liderança do Brasil na produção sustentável de alimentos.

    Durante a Conferência, que segue até quinta-feira (2), os ministros da agricultura dos países do IICA vão debater o posicionamento comum do Hemisfério na Cúpula sobre Sistemas Alimentares da ONU e o papel dos sistemas agroalimentares sustentáveis como eixo estratégico para a recuperação econômica dos nossos países no pós-Covid-19.

    A ministra destacou que o papel da agricultura para a sustentabilidade estará em evidência tanto na Cúpula dos Sistemas Alimentares como na COP-26, prevista para novembro, em Glasgow, na Escócia.

    O Diretor-Geral do IICA, Manoel Otero, foi reeleito para o período de 2022 a 2026.

    4 min
  • Mapa apoia Semana do Pescado que incentiva consumo de peixes e demais espécies

    Para estimular o consumo de pescado pelos brasileiros, começa, nesta quarta-feira (1º) a Semana do Pescado, que tem o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Em sua 18ª edição, a ação, organizada pelo setor privado, pretende descentralizar o conhecimento e acesso aos produtos dos grandes centros de produção e consumo para atingir todas as cidades brasileiras.

    Considerada uma "segunda Quaresma", a Semana do Pescado, em edições anteriores, mostrou um aumento entre 30% e 50% nas vendas no varejo no período da campanha, que vai até 15 de setembro.

    Segundo o secretário de Aquicultura e Pesca do Ministério, Jorge Seif, o Brasil tem a maior ictiofauna do mundo, o que nos permite experimentar essa grande variedade de espécies.

    O Brasil se destaca por ser um grande produtor desta proteína animal, além de possuir uma diversidade de espécies aquáticas de água doce e água salgada. Além de peixes, o pescado reúne crustáceos (camarões), moluscos (ostras e mexilhões), anfíbios (rãs), répteis (jacaré e tartarugas), equinodermos (ouriços e pepinos-do-mar) e outros animais aquáticos usados na alimentação humana.

    O pescado ainda pode ser produzido através da atividade agropecuária, conhecida também, como aquicultura. Hoje, o país ocupa a 15ª posição na produção de peixes em cativeiro, e é o 8º na produção de peixes de água doce.

    A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO, na sigla em inglês) estima que a produção global de peixes tenha chegado a cerca de 179 milhões de toneladas em 2018, das quais 82 milhões de toneladas foram provenientes da produção aquícola.

    3 min

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