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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) abriu consulta pública para receber contribuições para atualização do Plano Setorial para Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária, visando o Desenvolvimento Sustentável (ABC+). As sugestões podem ser enviadas pelos interessados até 30 de setembro, conforme as orientações publicadas no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça-feira (31).
Na consulta pública, os interessados poderão enviar as contribuições técnicas para os itens “Metas” e “Eixos Estratégicos de Atuação”, que integram o Plano Operacional do ABC+.
O objetivo do ABC+ é de promover a adaptação da agropecuária brasileira à mudança do clima e o controle das emissões de gases de efeito estufa (GEE), com aumento da eficiência e resistência dos sistemas produtivos, considerando uma gestão integrada da paisagem. O ABC+ é a atualização do Plano ABC, executado de 2010 a 2020, que se tornou referência mundial de política pública na promoção de tecnologias e práticas sustentáveis no setor agropecuário.
Nestes próximos dez anos (2020 a 2030), o ABC + continuará a promover a adoção de tecnologias e práticas sustentáveis, chamadas, nesta nova etapa, de Sistemas, Práticas, Produtos e Processos de produção Sustentáveis (SPSABC).
Para participar, acesse o site do Mapa em consultas públicas.
N-NE: Maiores acumulados de chuva irão ocorrer no AM, RR e oeste do PA. Quedas de chuva menos volumosas são previstas na costa leste da região nordeste e beneficiará os cultivos de 3ª safra. Lavouras no interior de Sergipe, Alagoas e Bahia (SEALBA), que são a maioria, estarão ainda sob restrição hídrica para o enchimento de grãos do feijão e do milho 3ª safra. Já no Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (MATOPIBA), pouca chuva prevista manterá as condições favoráveis para encerrar a colheita do algodão.
CO: Sem previsão de chuva para grande parte da região, favorecendo a maturação e a colheita do algodão, do milho 2ª e do feijão 3ª safras. A falta de chuva será desfavorável para o trigo em enchimento de grão no MS, mas sem previsão de impacto em GO devido ao manejo irrigado.
SE: Chuvas são previstas na faixa leste de SP e nordeste de MG. Nas demais regiões, o tempo seco favorecerá a maturação e a colheita do algodão, do milho 2ª safra e do trigo. O trigo sequeiro em enchimento de grãos permanecerá sob diminuição de água em parte de SP. Não há previsão de impacto no feijão 3ª safra devido ao manejo irrigado.
S: Há possibilidade de pouca chuva apenas no centro-sul do RS e leste do PR. O armazenamento de água no solo estará adequado para o desenvolvimento vegetativo e floração do trigo no RS, SC e parte do PR. Nas demais regiões do PR, o trigo permanece sob restrição hídrica. As condições para a colheita do milho 2ª safra estarão favoráveis.
A Previsão Agrometeorológica é para os dias 30/08 a 06/09/2021
As informações do Boletim são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou nesta quinta-feira (26/08) as Perspectivas para a Agropecuária Safra 2021/22 – Edição Grãos, com as principais variáveis de mercado e as tendências para as culturas de soja, arroz, feijão, algodão e milho. Os dados apontam para uma produção total de 289,6 milhões de toneladas de grãos para a safra 2021/22.
A publicação aponta, de forma geral, para a manutenção de preços em patamares remuneradores para as principais culturas, além de um novo recorde de 141,3 milhões de t na produção de soja, mantendo o Brasil como o maior produtor e exportador da oleaginosa no mundo e também recorde próximo de 115,9 milhões de t na produção de milho.
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, ressaltou a importância da disponibilização de informações para que produtores tomem decisões mais orientadas para planejar sua produção.
Para o arroz, a expectativa é de um pequeno aumento de produção, com projeção aproximada de 11,8 milhões de t. Já para o feijão, a perspectiva é de manutenção de área e aumento da produção, devido à recuperação da produtividade, que foi afetada no último ciclo. Com isso, há a projeção de recuperação da produção e dos estoques finais.
O presidente da Conab, Guilherme Ribeiro destacou que o Levantamento tem o objetivo de contribuir para a previsibilidade do setor, reduzir as divergências de informações e para o aumento da transparência das operações e, por meio das análises, tomar decisões mais estratégicas e com maior segurança.
Nas Perspectivas para a Agropecuária, que chega ao seu oitavo ano, o leitor pode conferir estimativas detalhadas como área, produtividade, produção, consumo, exportações e rentabilidade na Safra 2021/2022, além de um quadro de oferta e demanda, com as variáveis referentes às safras anteriores.
O Banco do Brasil lançou o Programa BB Investimentos para apoiar as ações do agronegócio com R$ 10,5 bilhões de recursos adicionais para financiamentos rurais. O anúncio foi realizado na terça-feira (24) em evento no Palácio do Planalto, com a presença do presidente da República Jair Bolsonaro e da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina.
Pelo Programa, R$ 5,5 bilhões serão destinados para financiamentos de energia renovável, irrigação, produção integrada, recuperação de pastagem, máquinas e equipamentos. Para a armazenagem, foram disponibilizados R$ 2 bilhões com o objetivo de financiar a modernização e aquisição de silos e armazéns e mais R$ 1 bilhão para atender pequenos e médios produtores com o BB Consórcio Armazenagem.
A ministra Tereza Cristina destacou a importância da parceria entre Mapa e o banco no apoio aos produtores rurais afetados pela geada no Sul e Sudeste, entre eles cafeicultores de Minas Gerais e produtores de cana em São Paulo.
O presidente do BB, Fausto Ribeiro, destacou que dos R$ 135 bilhões anunciados pelo Banco no maior Plano Safra da história, já foram liberados R$ 23 bilhões entre julho e agosto, o que demonstra uma forte demanda do setor pelos recursos.
Além dos recursos do Banco do Brasil, o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) reservou R$ 1,3 bilhão para apoiar os produtores atingidos pela geada, medida aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).
O auditor fiscal federal agropecuário Romero Teixeira, conta como é o treinamento dos cães que ajudam a impedir a entrada de produtos proibidos no país
N-NE: Maiores acumulados de chuva irão ocorrer em áreas do noroeste do AM, RR e AC. Quedas de chuva menos volumosas são previstas na costa leste da região e favorecerá os cultivos de 3ª safra mais próximos da faixa litorânea. Lavouras nos interiores de Sergipe, Alagoas e Bahia (SEALBA) estarão ainda sob diminuição de água para o enchimento de grãos do feijão e do milho 3ª safra. Entre o Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (MATOPIBA), a ausência de chuva manterá as condições favoráveis para a colheita do algodão e do milho 2ª safra.
CO: Não há previsão de chuva para grande parte da região, favorecendo a maturação e a colheita do algodão, do milho 2ª e do feijão 3ª safras. Para o sul do MS, são previstos volumes de chuva que contribuirão para o enchimento de grãos do trigo.
SE: Os maiores acumulados de chuva são previstos na faixa leste de SP e sul de MG, favoráveis para o amadurecimento e o enchimento de grãos do trigo. Nas demais regiões, o trigo permanecerá sob diminuição de água e a colheita do milho 2ª safra será favorecida pela pouca ou ausência de chuvas.
S: Com a entrada da frente fria, há possibilidade de chuva em toda região, onde o maior acumulado irá se concentrar no centro-sul do RS e em algumas regiões do PR. Os tratos culturais, que dependiam de umidade no solo, e o desenvolvimento dos cultivos de inverno serão favorecidos com as chuvas previstas. Há possibilidade de geada fraca no sul de SC e em áreas do norte e sul do RS, além de geada moderada na campanha gaúcha.
A Previsão Agrometeorológica é para os dias 23/08 a 30/08/2021
As informações do Boletim são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, participou nesta terça-feira (24) do Fórum Brasil Pró Clima, realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Canal Agromais.
Tereza Cristina defendeu que o papel positivo da agropecuária para a mitigação de emissões e adaptação às mudanças climáticas deve ser reconhecido durante as discussões da COP-26, que acontecerá em novembro em Glasgow, na Escócia. Ela também destacou as ações já praticadas no Brasil para garantir a sustentabilidade na agricultura.
A ministra enfatizou que é preciso mostrar que a agropecuária brasileira promove, além da geração de renda e da segurança alimentar, a conservação ambiental e destacou a importância do setor privado para carregar essa mensagem ao mundo.
O presidente do Conselho Temático de Meio Ambiente e Sustentabilidade da CNI, Marcelo Thomé, garantiu que o setor industrial já assumiu responsabilidade com a agenda ambiental.
A regularização fundiária foi apontada pelos participantes como uma das ações para combater o desmatamento ilegal no país, especialmente na Amazônia.
De acordo com o 2º Levantamento da Safra 2021/22, divulgado nesta quinta-feira (19) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a expectativa é que sejam colhidos 592 milhões de toneladas, representando um volume de cerca de 62 milhões de toneladas de matéria prima a menos em relação à safra 2020/21. A estimativa de queda no volume da cana-de-açúcar no Brasil está prevista em 9,5%. Os efeitos climáticos adversos da estiagem durante o ciclo produtivo das lavouras e as baixas temperaturas registradas em junho e julho estão entre as causas da redução, que incluem ainda episódios de geadas em algumas áreas de produção, sobretudo nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, como explica o presidente da Companhia, Guilherme Ribeiro.
Com a menor oferta de matéria prima, haverá impactos nos derivados da cana como é o caso do etanol, o volume estimado é de 29,22 bilhões de litros, redução de 10,8% em relação ao ciclo anterior.
A produção de açúcar no país também sofre os impactos com as reduções na oferta de cana. Estimado em 36,9 milhões de toneladas, o volume de açúcar previsto é 10,5% menor que o produzido na temporada anterior.
O secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Guilherme Bastos, explicou que negociações estão sendo feitas para ajudar os produtores.
Os dados completos sobre o 2° Levantamento da Safra 2021/22 de cana-de-açúcar e as condições de mercado deste produto podem ser conferidas no site da companhia em www.conab.gov.br no Boletim de Safra da Cana-de-Açúcar.
N-NE: Estão previstas queda de chuva mais concentradas na porção superior da região norte. Pouca chuva prevista entre Sergipe, Alagoas e Bahia, na região da SEALBA, o que poderá prejudicar o enchimento de grãos do feijão e do milho 3ª safra. A ausência de chuva entre o Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (MATOPIBA) manterá as condições favoráveis para a colheita do algodão e do milho 2ª safra.
CO: Não há previsão de chuva. O tempo seco continuará favorecendo a maturação e a colheita do algodão e do milho 2ª safra. O baixo armazenamento de água no solo e a ausência de chuvas pode prejudicar o enchimento de grãos das lavouras de trigo não irrigado.
SE-S:Baixos volumes de chuvas são previstos apenas para o sul e a zona da mata mineira; a costa leste de SP; o centro-norte de SC e o extremo-sul do RS. As chuvas contribuirão para a manutenção da umidade no solo, favorecendo o desenvolvimento dos cultivos de inverno. Porém, as lavouras de trigo, em estádios mais avançados, em SP e na metade norte do PR estarão sob diminuição de água. No RS, a falta de chuvas dificultará a aplicação da adubação de cobertura. São previstas temperaturas mínimas mais amenas e não se espera eventos de geada para a próxima semana.
Previsão Agrometeorológica é para os dias 16/08 a 23/08/2021
As informações do Boletim são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
É sempre bom consumir hortaliças e frutas da estação têm inúmeros benefícios. Entre eles, encontrar produtos mais frescos e por estarem em época de produção os preços estarão mais baixos e os destaques do mês de agosto são a couve e a tangerina.
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