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N-NE: sem previsão de chuva no Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia ( MATOPIBA) e em Sergipe, Alagoas e Bahia (SEALBA), onde a terceira safra do milho e do feijão encontram-se em semeadura e desenvolvimento, restringindo o avanço na implantação das lavouras.
CO e SE: os acumulados de chuva serão baixos e ficarão restritos a algumas áreas do sudoeste do MS, do sul de MG e à metade sul de SP, amenizando a diminuição de água nessas áreas. Nas demais, aumentará a deficiência de água no solo, mantendo as condições desfavoráveis para o milho 2ª.
S: são previstos bons acumulados de chuva em toda a região, com maiores volumes na parte central do PR, aumentando a umidade no solo e beneficiando o milho 2ª, que se encontra em floração e enchimento de grãos. Há previsão de geada fraca a moderada.
Previsão agrometeorológica – 24/05 a 31/05/2021
As informações do Boletim são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia, órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Representantes do governo, setor produtivo e sociedade civil do Brasil e da China se reúnem a partir desta quinta-feira (20) para discutir a sustentabilidade na agricultura. A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, participou, hoje, da abertura do Diálogo Brasil-China sobre o tema, em evento online, realizado pelo Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC) e o Instituto de Finanças e Sustentabilidade chinês (IFS).
Tereza Cristina destacou a sustentabilidade como foco da agricultura brasileira.
A China é o principal parceiro do agronegócio brasileiro, tendo o Brasil como um dos mais importantes fornecedores de alimentos para a população do país asiático.
A sustentabilidade na agropecuária é um tema de fundamental importância para ambos os países, que buscam conciliar segurança alimentar e preservação do meio ambiente com uso de inovações tecnológicas e aumento da produtividade. É o que destacou o ministro da Agricultura e Assuntos Rurais da China, Tang Renjian.
O evento vai explorar potenciais formas de cooperação entre os dois países nessas áreas e apresentar práticas corporativas ligadas à agricultura sustentável. Ao longo de dois dias serão realizados quatro painéis sobre assuntos fundamentais para a cooperação sino-brasileira: finanças verdes, agricultura sustentável, biodiversidade e economia circular.
Também será discutida a relação entre agricultura sustentável e biodiversidade, considerando-se que a China sediará em outubro a COP15 sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas.
A Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com a Escola Nacional de Gestão Agropecuária (Enagro), disponibilizou o curso EAD “Febre aftosa: Vigilância e procedimentos na investigação de doença vesicular”, voltado para os profissionais que trabalham com Defesa Sanitária Animal nos Órgãos Estaduais de Saúde Animal e nas Superintendências Federais de Agricultura.
As inscrições podem ser feitas de 20 a 28 de maio, no site da Escola Nacional de Gestão Agropecuária, com início da capacitação para 1º de junho.
Em uma linguagem clara e objetiva, o curso apresenta as características da febre aftosa e do sistema de vigilância brasileiro para essa doença, tendo como principal foco os procedimentos realizados pelo serviço veterinário oficial brasileiro perante as notificações de suspeita de doença vesicular.
A vigilância de doenças vesiculares é um dos pilares do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (Pnefa), e ganha especial importância em um cenário em que o país, desde 2018, é reconhecido internacionalmente como livre de febre aftosa.
Com a disponibilização dessa capacitação na modalidade a distância, o Departamento de Saúde Animal espera alcançar mais de 10 mil profissionais atuantes nos serviços de defesa sanitária animal no país e, assim, estar preparados para agir de forma rápida e correta no atendimento de uma possível suspeita de febre aftosa.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento divulgou em cerimônia virtual, nesta quarta-feira (19), o estudo “Cenários e Perspectivas da Conectividade para o Agro”, que mostra que apenas 23% do espaço agrícola brasileiro possui algum nível de cobertura por internet e, mesmo assim, o Brasil consolidou-se como potência agroambiental no cenário mundial.
A exportação de frutas brasileiras cresceu 21,39% nos quatro primeiros meses deste ano, de acordo com o 5º Boletim Prohorte divulgado nesta terça-feira (18), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
A comparação é feita com mesmo período do ano passado e o principal destino das exportações é o continente europeu. As vendas para o exterior têm se tornado uma boa opção para médios e grandes produtores manterem a rentabilidade diante da situação de uma boa safra e de uma menor demanda no mercado interno conforme explica o superintendente de Estudos Agroalimentares e da Sócio Biodiversidade da Companhia, Marison Marinho.
Já nas hortaliças o destaque no último mês ficou com o aumento nos preços do tomate, a variação chegou a mais de 50% como é o caso da Central de Abastecimento de Vitória. A gerente de Estudo do Mercado Hortigranjeiro da Conab, Joyce Fraga comenta os motivos dos aumentos e trás dados dos demais produtos.
Neste mês o boletim apresenta também uma análise da comercialização de flores e plantas ornamentais produzidas pelo país durante esse período de pandemia. As estatísticas do comércio de flores e plantas ornamentais são cada vez mais fundamentais para o acompanhamento e desenvolvimento de políticas públicas para o setor, conforme analisa o diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, Sérgio De Zen.
No site da Conab www.conab.gov.br você pode acompanhar mais detalhes sobre o mercado atacadista de hortifrutis do Brasil e a análise do setor de flores e plantas ornamentais.
N-NE: entre o Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (MATOPIBA), haverá chuva no MA e em parte do TO, beneficiando o milho 2ª safra. Entre Sergipe, Alagoas e Bahia (SEALBA), ocorrerão baixos acumulados de chuva, mantendo as condições desfavoráveis para o feijão e o milho 3ª safra.
CO: pouca chuva no norte do MT, favorecendo as lavouras de milho 2ª safra. Nas demais áreas, as chuvas serão escassas, aumentando a deficiência de água no solo.
SE: não há previsão de chuva significativa, o que manterá a restrição de água para o feijão, o milho 2ª e o trigo. Entretanto, as condições serão favoráveis para a maturação e a colheita da cana e do café.
S: são previstos baixos acumulados de chuva na região. Apenas em algumas áreas a oeste do RS os volumes serão maiores. A umidade no solo continuará baixa na maior parte do PR.
A previsão Agro meteorológica é para os dias 17 a 24/05/21.
As informações do Boletim são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
O Governo Federal fez mais uma entrega nesta sexta-feira (14), de títulos a famílias que vivem em assentamentos no estado de Mato Grosso Sul. Foram entregues 1.128 Títulos de Domínio (TD), por meio do Incra. É a maior entrega de títulos definitivos no estado. Com isso, alcançou-se a marca de quase 4 mil documentos de titulação (definitivos e provisórios) emitidos entre 2019 e 2021. O número de TDs (títulos definitivos) emitidos é 245 a mais que o total de TDs emitidos ao longo dos 15 anos anteriores.
O evento de entrega dos títulos definitivos ocorreu no Assentamento Santa Mônica, no município de Terenos (MS), com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, e do presidente do Incra, Geraldo Melo Filho.
O presidente Bolsonaro destacou a importância da entrega dos títulos aos assentados.
Somente no Projeto de Assentamento Santa Mônica, 307 famílias receberam o instrumento de posse definitiva dos lotes. Os demais documentos foram entregues em outros assentamentos do estado.
A ministra Tereza Cristina ressaltou que a missão do Governo Federal é agilizar a titulação no país para garantir a independência financeira dos agricultores familiares acesso a crédito e políticas públicas.
Os demais 2.798 documentos de emitidos pelo Incra no estado são os chamados Contratos de Concessão de Uso. Eles representam uma fase anterior à transferência das parcelas de forma definitiva. Embora tenha caráter provisório, o documento permite ao assentado ter acesso à terra, às modalidades do Crédito Instalação, do Incra, e às políticas governamentais específicas para o público da reforma agrária.
Durante a cerimônia, foram firmados termos de compromisso para adesão de prefeituras ao Titula Brasil, criado para apoiar a titulação de assentamentos e de áreas públicas rurais da União e do Incra passíveis de regularização por meio de parcerias com os municípios.
O prazo para as inscrições no Selo Mais Integridade 2021/22 foi prorrogado para o dia 21 de junho. A portaria com a mudança na data foi publicada no Diário Oficial da União na quinta-feira (13).
As inscrições podem ser feitas pelo site do Mapa em www.agricultura.gov.br Podem se inscrever empresas e cooperativas do agronegócio que adotem práticas de integridade com enfoque na responsabilidade social, sustentabilidade, ética e comprometimento de impedir fraudes, suborno e corrupção. A cerimônia de entrega do Selo está prevista para janeiro de 2022. Esta é a quarta edição da premiação.
O chefe da Assessoria Especial de Controle Interno do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Claudio Torquato, destaca a importância do selo no incentivo para que as empresas e cooperativas brasileiras adotem práticas de prevenção a corrupção e responsabilidade social e ambiental.
Para conquistar o Selo Mais Integridade, a organização precisa cumprir os seguintes requisitos: ter um programa de compliance, código de ética e conduta, canais de denúncia efetivos; promover ações com ênfase na responsabilidade social e ambiental e treinamentos para melhoria corporativa; estar em dia com as obrigações trabalhistas; não ter multas relacionadas ao tema nos últimos dois anos; não ter casos de adulteração ou falsificação de processos e produtos fiscalizados pela Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA); ter ações de boas práticas agrícolas enquadradas nas metas de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e não ter cometido crimes ambientais nos últimos 24 meses.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), lançou nesta quinta-feira (13), o módulo de Análise Dinamizada do CAR. A ferramenta foi desenvolvida pelo Serviço Florestal Brasileiro (SFB), em parceria com a Universidade Federal de Lavras, em conjunto com os estados e vai permitir a análise dos dados declarados no Cadastro Ambiental Rural (CAR) de forma automatizada, por meio de mapeamentos georreferenciados, garantindo agilidade e precisão ao processamento. O AnalisaCAR, que será disponibilizado aos estados para otimizar a verificação dos dados declarados no CAR, utiliza tecnologias de sensoriamento remoto e pode processar a análise de milhares de cadastros simultaneamente. Com a ferramenta, os estados poderão qualificar a base de dados do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Sicar), que já conta com mais de 6 milhões de registros. A ministra Tereza Cristina lembrou que a implementação efetiva do Código Florestal irá contribuir para que o crescimento da produção agrícola ocorra em sinergia com a conservação ambiental. O Amapá será o primeiro estado a ter o sistema implantado. O estado já possui os mapeamentos necessários para a implantação e já participou de capacitações sobre como operar a ferramenta. Até o fim do ano, pelo menos dez estados deverão estar utilizando a ferramenta, que será disponibilizada para todo o país em um prazo de dois anos. O diretor de Regularização Ambiental do SFB, João Adrien, explicou que a ferramenta é mais uma à disposição dos estados e produtor rural e não substitui a necessidade de análise manual. A análise dos dados declarados no CAR é fundamental para a implantação efetiva do Código Florestal Brasileiro. Até o momento, com a análise manual feita por equipe técnica, cerca de 3% dos cadastros da base do Sicar passaram por algum tipo de análise. A competência para implantação do Código Florestal é das unidades federativas e cabe ao SFB, como órgão coordenador da política a nível nacional, dar suporte e buscar meios para dar celeridade a este processo.
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