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A safra brasileira de grãos bate novo recorde esse ano e pode passar de 271,7 milhões de toneladas, a estimativa é da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), e foi divulgada nesta quarta-feira (12) em seu 8º Levantamento da Safra 2020/2021.
CO: os maiores acumulados de chuva estão previstos para o norte do MT, o que beneficiará o milho 2ª safra. Nas demais áreas, as chuvas serão escassas, aumentando a restrição de água.
SE: as chuvas serão irregulares, com maiores acumulados no sudeste de SP. Não há previsão para o oeste de SP e Triângulo Mineiro, mantendo as condições desfavoráveis para o feijão e o milho 2ª safra.
S: chuva em toda a região, com maiores acumulados no leste de SC. Apesar de atenuar a restrição de água às lavouras de milho 2ª safra no PR, será ainda insuficiente para recuperar a umidade no solo. Há previsão de geada nos dias 12 e 13 em grande parte da região Sul.
A previsão agrometeorológica é para os dias 10 a 17/05/21
As informações do Boletim são Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Você vai saber como é possível obter o Selo Arte, que possibilita o comércio nacional de alimentos de origem animal feitos de forma artesanal.
Com o objetivo de capacitar jovens estudantes e graduados para atuarem no campo, o AgroResidência, Programa de Residência Profissional Agrícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), já está com diversos projetos em andamento pelo país. No total, 76 projetos de instituições de ensino foram selecionados no primeiro edital para desenvolverem atividades de qualificação técnica com 943 estudantes e recém-egressos dos cursos de ciências agrárias e afins.
Em reunião na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (05), a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse que as prioridades para o próximo Plano Safra continuarão sendo os pequenos e médios produtores rurais, além de incentivos para a produção de milho, para a irrigação e para o armazenamento. Ela lembrou que o Plano Safra 2021/2022 ainda está em negociação com a área econômica do governo.
Segundo a ministra, o governo também trabalha em incentivos para a produção maior de milho no Brasil.
Tereza Cristina disse que a ampliação de recursos para armazenamento também será importante por causa das expectativas de aumento na produção agropecuária.
A abertura de mercados para produtos brasileiros também foi destacada pela ministra na audiência. Segundo ela, desde 2019 foram abertos 134 mercados para os produtos do agronegócio brasileiro: 34 em 2019; 74 em 2020; e 26 nos quatro primeiros meses de 2021.
A ministra anunciou que será lançado ainda em maio a ferramenta Analisa CAR, que será um módulo de análise dinamizada do Cadastro Ambiental Rural, disponibilizadas para os estados.
A liberação de seis estados brasileiros como zonas livres de febre aftosa sem vacinação também foi abordada pela ministra. Ela lembrou que essas áreas já foram aprovadas pelo comitê técnico da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e no final de maio, a assembleia da OIE deverá aprovar os estados do Paraná, do Rio Grande do Sul e do Bloco I, formado pelos estados do (Acre, Rondônia e parte do Amazonas e do Mato Grosso) como zonas livres de febre aftosa sem vacinação.
Os países integrantes do Conselho Agropecuário do Sul (CAS) aprovaram nesta terça-feira (4) uma declaração conjunta para fortalecer sua posição sobre sistemas alimentares. O documento, intitulado “Princípios e Valores da Região para a Produção de Alimentos no Marco do Desenvolvimento Sustentável”, é assinado pelos ministros do Brasil, Paraguai, Argentina, Chile e Uruguai e cita pontos como segurança alimentar, desenvolvimento sustentável, respeito às diferenças locais e cooperação internacional.
Os ministros dos cinco países se reuniram de forma virtual. A declaração mostra que não existe um modelo único de desenvolvimento que sirva a todas as nações do mundo. “Portanto, é essencial uma visão inclusiva da sustentabilidade dos sistemas alimentares com soluções que se adaptem às realidades e necessidades locais, com base em sólidos argumentos científicos”, diz o texto.
Segundo a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, o documento fortalecerá a posição conjunta dos países signatários.
A ministra destacou a necessidade de os países da América do Sul pensarem em uma mensagem única da região para a Cúpula dos Sistemas Alimentares, que será promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU), em setembro deste ano.
Como parte do processo preparatório para a Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU, o governo brasileiro, por intermédio do Ministério das Relações Exteriores, está organizando o Diálogo Nacional, com o objetivo de ouvir a sociedade sobre o aprimoramento do sistema alimentar brasileiro. As três primeiras videoconferências serão realizadas entre os dias 10 e 14 de maio de 2021.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Centro Gestor e Operacional do sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) anunciaram na segunda-feira (3) a criação do Sistema Nacional de Meteorologia (SNM). O objetivo é eliminar colocações de atividades, gerando assim uma cadeia de processos, produtos e dados interligados e complementares.
N-NE: expectativa de chuva no norte do TO, sul do MA e oeste do PI, beneficiando as lavouras de milho 2ª safra. Nas regiões entre Sergipe, Alagoas e Bahia (SEALBA), as chuvas ainda serão insuficientes para intensificar a semeadura do feijão e do milho 3ª safra.
CO: embora haja previsão de pouca chuva no norte do MT, será favorável ao milho 2ª safra. Nas demais regiões, como MS e sul de GO, a falta de chuvas aumentará a deficiência de água no solo.
SE: as chuvas serão irregulares, com maiores acumulados no RJ, sul do ES e leste de SP. Não há previsão de chuva para o oeste de SP e Triângulo Mineiro, onde a umidade no solo já está baixa.
S: maiores acumulados de chuva no leste de SC, centro e sul do RS. A falta de chuvas aumentará a limitação de água para o milho 2ª safra no PR. Possibilidade de geada fraca no RS.
Previsão agrometeorológica – 03/05 a 10/05/2021
As informações do Boletim são da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), órgãos ligados ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Começa neste sábado (1º) a primeira etapa da campanha nacional de vacinação contra a febre aftosa de 2021. Nessa etapa deverão ser vacinados bovinos e bubalinos de todas as idades, para a maioria dos estados brasileiros, conforme o calendário nacional de vacinação. Ao todo, espera-se imunizar cerca de 170 milhões de animais.
Dos 21 estados que realizam a imunização dos animais neste período, no Amazonas e em Mato Grosso participam apenas os municípios que ainda não suspenderam a vacinação, enquanto no Espírito Santo ocorrerá para bovinos e bubalinos com até 24 meses de idade.
O diretor do Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Geraldo Moraes, pede o apoio e a participação dos produtores para correta aquisição e aplicação da vacina, além dos cuidados com a conservação e utilização.
As vacinas devem ser adquiridas nas revendas autorizadas e mantidas entre 2°C e 8°C, desde a aquisição até o momento da utilização, incluindo o transporte e a aplicação, já na fazenda. Devem ser usadas agulhas novas para aplicação da dose de 2 ml na tábua do pescoço de cada animal, preferindo as horas mais frescas do dia, para fazer a contenção adequada dos animais e a aplicação da vacina.
Além de vacinar o rebanho, o produtor deve também declarar ao órgão de defesa sanitária animal de seu estado. A declaração de vacinação deve ser realizada de forma online ou, quando não for possível, presencialmente nos postos designados pelo serviço veterinário estadual nos prazos estipulados.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) reforça que devem ser adotadas medidas de cuidado com a Covid-19 para a garantia da manutenção dos compromissos com as zonas reconhecidas como livre de febre aftosa com vacinação perante a Organização Mundial da Saúde Animal (OIE).
Em caso de dúvidas, a orientação é procurar o órgão de defesa sanitária animal de seu estado.
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