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BARBAZUL
Autora e ilustrações: Anabella López
Editora: Aletria
Narração: Rosana Mont’Alverne
Barba Azul é um conto clássico recontado pelo francês Charles Perrault e publicado pela primeira vez sob o título “La barbe-bleue”, no livro Les Contes de ma mère l’Oye (Contos da Mamãe Gansa), em 1697. Nesta edição da Aletria, a autora e ilustradora argentina Anabella López faz uma releitura da obra de Perrault. De acordo com a autora, trata-se de “uma escolha estética inspirada pela energia animalesca do personagem, transmutado em entidade bicho-homem”. Por isso, o nome do personagem foi alterado para Barbazul. Ao criar a cena das esposas enterradas de Barbazul, colocando para cada corpo uma rosa vermelha, Anabella nos emociona e homenageia as mulheres vítimas de violência neste mundo.
O PESCADOR, O ANEL E O REI
Autora: Bia Bedran
Ilustradora: Denise Rochael
EDITORA: Lê
Narração: Pierre André
História de um pescador simples, que tinha muita fé e alegria, e de um rei que achava que podia mais que Deus. Inconformado com a fé e a alegria do pescador, o rei lhe deu uma tarefa e armou ao mesmo tempo uma cilada para que o pescador não conseguisse realizá-la. Mas... a sua fé foi maior que o poder do rei.
QUE MONSTRO, MENINO?
Autora: Milene Barazzetti
Ilustração: Marlon Costa
Editora: Alarte
Narração: Pierre André
Qual criança não teve medo de ficar sozinha em seu quarto a noite?
O que se esconde embaixo da cama, no espelho das vidraças, nas sombras que aparecem no quarto de um menino é um mistério a ser revelado.
Tudo aos olhos de Pedro, no escuro de seu quarto, parecem o amedrontar e o fazem gritar. Assim a noite vai passando, ficando mais escura e não deixando ninguém da casa dormir. A mãe acolhe o menino a cada grito dado, mas nada encontra no quarto assombrado.
Será que Pedro vê tudo aquilo que diz?...
O GRÚFALO
Autora: Julia Donaldson
Ilustração: Axel Scheffler
Tradutora: Gilda de Aquino
Editora: Brinque-Book
Narração: Pierre André
Usando de astúcia e imaginação, um ratinho vai criando um monstro terrível e assustador, o Grúfalo, e diverte-se espantando seus predadores. Mas qual não é o seu espanto ao ver sua imaginação personificada à sua frente. O Grúfalo, de Julia Donaldson, é uma divertida fábula sobre os poderes da nossa imaginação. As bonitas ilustrações, de Axel Scheffler, complementam a graça do texto e convidam a acompanharmos o ratinho em seu passeio pela floresta.
A BRUXA MAIS VELHA DO MUNDO
Autora: Elizete Lisboa
Ilustração: José Carlos Aragão
Editora: Paulinas
Narração: Gugu Moicano Barba Verde
Esta é a história de uma bruxa muito, muito velha, talvez a mais velha do mundo! Mas apesar de velha, ela é divertida e brincalhona, adora cantar e decidiu que está na hora de casar! Como não é qualquer um que se arriscaria a casar com uma bruxa (ainda mais assim tão velha...) ela está procurando o seu "bruxo-encantado", bem velho e bem feio, e até colocou um anúncio na frente de sua casa. Será que vai aparecer algum pretendente? Além das brincadeiras da bruxa-cantora, o livro ainda traz uma boa surpresa: o texto e as ilustrações têm transcrição para o braille e convidam as crianças que enxergam e as deficientes visuais a lerem e divertirem-se juntas, provando que as diferenças podem conviver harmoniosamente.
(Uma parceria com o Salão do Livro do Vale do Aço)
AFRA E OS TRÊS LOBOS-GUARÁS
Autores: Ronaldo Simões Coelho e Cristina Agostinho
Edições Sinopse:
Narração: Beatriz Myrrha
Como a magia dos clássicos não tem fronteiras, nos sonhos de meninas e meninos brasileiros os personagens têm suas feições e habitam o cotidiano. Foi assim com Afra, que durante um passeio com os pais no Parque do Caraça, foi dar uma volta sozinha e entrou em uma casa desconhecida, atraída pelo cheiro de comida. Ao acordar e se assustar com uma família de lobos-guarás, ela aprenderá que a curiosidade não pode se sobrepor ao respeito e à educação.
(Uma parceria com o Salão do Livro Vale do Aço)
JUDITH, SOB O CÉU DE PARIS
Autor: Pierre André
Inspirado na canção de Edith Piaf, Sous le ciel de Paris (Sob o Céu de Paris)
Narração: Pierre André
Judith é uma galinha que vive em Paris, encantada pelo nariz de Heloise, uma menina que lhe alimenta e que ficou sua amiga, quer ter um nariz tão lindo. Mas Heloise sabe que, além de ser algo impossível, há outras maneiras de ser feliz e que ajudar sua amiga.
BOM DIA TODAS AS CORES
Autora: Ruth Rocha
Ilustração Alberto Llinares
Quinteto Editorial
Narração Pierre André
Um camaleão muito simpático vivia mudando de opinião, isto é, de cor. Se encontrava o sabiá-laranjeira, logo ele ficava dourado. Se encontrava o louva-a-deus, ficava verde também. Mudava de cor como quem troca de roupa. Parecia um arco-íris ambulante. E fazia isso para agradar os outros. Mas os outros eram muito diferentes, e ele não conseguia agradar todo mundo, porque, como ele matutou sozinho em casa:
Foi aí que o camaleão tomou uma decisão...
Que decisão será?...
CHAPEUZINHO AMARELO
Autor: Chico Buarque
Ilustração: Ziraldo
Editora: José Olympio
Narração Pierre André
Chapeuzinho Amarelo conta a história de uma garotinha amarela de medo. Tinha medo de tudo, até do medo de ter medo. Era tão medrosa que já não se divertia, não brincava, não dormia, não comia. Seu maior receio era encontrar o Lobo, que era capaz de comer ?duas avós, um caçador, rei, princesa, sete panelas de arroz e um chapéu de sobremesa?. Ao enfrentar o Lobo e passar a curtir a vida como toda criança, Chapeuzinho nos ensina uma valiosa lição sobre coragem e superação do medo. Já em sua 40º edição, este clássico de nossa literatura infantil vem encantando gerações e gerações de leitores. O livro de Chico Buarque recebeu, em 1979, o selo de ?Altamente Recomendável?, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), e, em 1998, Ziraldo conquistou o Prêmio Jabuti na categoria Ilustração. PS: O livro que tenho é da editora José Olympio, mas já foi publicado também pela editora Autêntica, não se antes ou depois.
A VELHORA CAMBALHOTA
Autora: Sylvia Orthof
Ilustração: Tato
Editora: Lê
Narração: Pierre André
O texto retrata as peripécias de uma velhota da tradicional família mineira, que resolve dar cambalhotas e virar o direito pelo avesso, escandalizando uma cidade do interior de Minas.
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