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O vice-presidente de relações institucionais da Clear Corretora, Roberto Indech, concedeu entrevista ao repórter do Poder360 Hamilton Ferrari em 25 de janeiro de 2023. A entrevista foi realizada no estúdio do Poder360 em Brasília.
Roberto Indech, 39 anos, vice-presidente de Relações Institucionais da Clear Corretora, disse que a sinalização de mudanças na autonomia do BC (Banco Central) dá a entender ao mercado que a decisão da taxa básica, a Selic, será feita na “caneta”. Ele afirmou que os agentes gostam de previsibilidade e defende que é possível aproveitar as oportunidades de 2023 para ganhar dinheiro com ações de empresas.
Indech participou do Poder Entrevista, gravado em 25 de janeiro de 2023. A entrevista foi gravada antes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aumentar o tom das críticas à independência da autoridade monetária. Em 18 de janeiro, o chefe do Executivo havia dito que a autonomia era “bobagem”.
O vice-presidente da Clear está na empresa desde maio de 2022. Trabalhou na Rico Investimentos e na XP. Formou-se em relações internacionais pela Fundação Armando Alvares Penteado.
O ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula, disse nesta 5ª feira (9.fev.2023) que o governo pretende ainda em 2023 retomar a venda de pescados para a União Europeia, suspensa desde 2018. Uma auditoria dos europeus havia apontado, em 2017, que as exigências sanitárias para exportação do produto não estavam sendo cumpridas.
“Tenho expectativa de que nós possamos ser avaliados. Em sendo avaliado ainda esse ano, nos será permitido voltar a fornecer para o mercado europeu”, declarou em entrevista ao Poder360.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) concedeu entrevista ao editor sênior do Poder360 Guilherme Waltenberg em 9 de fevereiro de 2023. A entrevista foi realizada no gabinete do senador.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), disse que é "natural" que seu pai se candidate novamente a presidente em 2026. Ele diz "trabalhar" pelo plano, que envolve manter o seu partido, o PL, unido.
"Independente de qual seja a decisão dele lá na frente, certamente a direita vai estar muito bem representada com alguém próximo a nós, se não for ele próprio, obviamente. Na minha cabeça o trabalho é para que ele seja o candidato em 2026", disse em entrevista ao Poder360.
Os primeiros passos já foram definidos para manter o grupo político alinhado. Flávio será o novo líder da minoria no Congresso. Disse que a oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será responsável sem ser "frouxa".
"Será firme, dura, contundente. Mas que sabe negociar quando determinado assunto for benéfico para a população", disse. Ele citou a reforma tributária como exemplo dessa abertura.
Outra missão da oposição será defender o que considera conquistas do governo de seu pai. "Saio da esfera do Senado e vou também para a Câmara fazer a defesa do nosso legado. Já começa com a apreciação de vetos do presidente Bolsonaro", disse.
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), concedeu entrevista ao editor sênior do Poder360 Guilherme Waltenberg em 8 de fevereiro de 2023. A entrevista foi realizada no estúdio do Poder360 em Brasília.
Ele diz que o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), usa métodos semelhantes aos do seu antecessor, Jair Bolsonaro (PL), na condução do governo. Sobretudo ao buscar supostos culpados por suas dificuldades. Não as soluções.
A movimentação de navios de contêiner no porto de Santos (SP) pode atingir seu limite em 8 anos, se não abrir novas áreas. A avaliação é de Patrício Júnior, 61 anos, diretor de investimentos em terminais da Terminal Investment Limited – a TIL, braço de terminais de contêiner do grupo MSC.
As primeiras consequências se o país chegar a essa situação seriam os aumentos dos preços dos produtos transportados e perda de eficiência do transporte. Como solução, Patrício Júnior afirma que seria necessário a modernização dos portos do Norte e Nordeste e novas áreas para movimentação de contêiner em Santos.
“O crescimento de Santos mostra que em quase 8 anos o porto já vai estar sem capacidade na área de contêiner. Nós precisamos crescer, só que para isso tem que ter lugar para fazer o estoque dos contêineres e sem novas áreas, não vai fazer“, disse Patrício.
O presidente da Apex-Brasil, Jorge Viana, disse em entrevista ao Poder360 que a agência estuda transferir o escritório em Israel de Jerusalém para Tel Aviv, capital do país. Afirmou que a representação não pode ter “interesses outros que não o comércio”.
O escritório em Jerusalém foi inaugurado em dezembro de 2019, no governo de Jair Bolsonaro, com a presença do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) também participou. Disse que era o 1º passo para transferir a Embaixada do Brasil para a cidade. Palestinos são contra.
Viana disse que a avaliação para transferência do escritório de Jerusalém é feita em conjunto com o Itamaraty, Ministério das Relações Exteriores. A meta é ter uma conclusão até o fim de 2023. A Apex não tem planos de fechar escritórios. Estuda abrir um em Cingapura. “O campo de disputa hoje [para ampliar exportações] é o Sudeste da Ásia”, afirmou.
O ex-deputado federal e ex-ministro Miro Teixeira (PDT-RJ) diz que a democracia brasileira nunca esteve sob risco. Nem nos ataques às sedes dos Três Poderes no 8 de Janeiro.
Para ele, que foi ministro das Comunicações no 1º governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e líder do Governo na Câmara dos Deputados, não há aderência social para golpes. Nem nas Forças Armadas. Ao contrário. Há um apreço pela democracia.
“Se alguém disser que a democracia corre risco, não chame a polícia, chame o manicômio. Peça para vir um psiquiatra para cuidar daquela pessoa. A democracia não correu risco nem nos ataques do 8 de Janeiro. Pode ter havido a intenção. Mas, entre a intenção e alcançar o objetivo, há uma diferença enorme”, disse em entrevista ao Poder360.
O Confert (Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas), implantado em maio de 2022, está no “limbo institucional”, disse Bernardo Silva, 44 anos, diretor-executivo do Sinprifert (Sindicato Nacional das Indústrias de Matérias-Primas para Fertilizantes).
O governo extinguiu a Secretaria de Assuntos Estratégicos, na qual estava o conselho. O colegiado não foi vinculado a nenhum dos 37 ministérios do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A meta do PNF (Plano Nacional de Fertilizantes), de 2022, é depender menos de exportações, segundo Silva. O país precisa de melhoras na tributação, energia elétrica, gás natural e logística. O PNF tem metas até 2050. Houve temor de escassez no ano passado por causa da Guerra da Ucrânia.
O senador eleito Rogério Marinho (PL-RN) disse na 3ª feira (17.jan.2023) que, se chegasse à Presidência do Senado, desengavetaria projetos que discutem a redução da maioridade penal e a facilitação da liberação de agrotóxicos. O ex-ministro de Jair Bolsonaro (PL) deu entrevista ao Poder360.
“O projeto da maioridade penal tem que ser discutido e ao longo do tempo tem sido procrastinado. Acho que precisamos tratar dos projetos ambientais que estão sendo sobrestados pela questão ideológica. Tem que haver discussão e que o Congresso discuta e vote, por exemplo, a questão dos defensivos”, disse.
Segundo Marinho, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) coloca o agronegócio como adversário. O senador de 1º mandato deverá disputar a presidência da Casa contra Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que conta com apoio da sigla do atual chefe do Executivo.
A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, disse que avalia revogar aproximadamente 12 atos assinados durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros 3 de gestões anteriores que não correspondem ao propósito da pasta. A afirmação foi realizada durante entrevista ao Poder360, em 25 de janeiro.
Entre os atos que Franco pretende sugerir a revogação está o Decreto 9.887 de 2019, que institui a Conatrae (Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo) e extinguiu o mesmo colegiado criado em 2003, no 1º governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A ministra ainda citou o decreto 9.759 de 2019, da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que anulou os conselhos de participação social no governo federal. Esse ato foi revogado por Lula logo depois da posse, em 1º de janeiro.
“É trazer esses conselhos para serem ativos em relação à erradicação do trabalho escravo. Temos visto diversos casos de pessoas que estavam em trabalho escravo sendo descobertos e precisamos pautar“, disse.
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