
Sign up to save your podcasts
Or


O deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do Governo na Câmara dos Deputados, diz que as discussões e avanços das reformas propostas desde o início do governo do presidente Jair Bolsonaro, como a tributária e a administrativa, vão ficar para depois do processo eleitoral de 2022.
Em entrevista ao Poder360, Barros disse que a reforma administrativa é “muito boa” e que “provavelmente” ficará para depois do ano eleitoral. Sobre a tributária, o congressista disse que a proposta mexe com a arrecadação dos Estados e municípios e isso dificulta qualquer debate no período das eleições.
O secretário estadual da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, disse que o Estado não cogita novas restrições a locais de maior aglomeração, como eventos e bares, por causa da recém-descoberta variante do coronavírus, a ômicron.
“Não tivemos algo que pudesse saltar aos olhos para que precisássemos reconsiderar as estratégias que tem sido tomadas hoje”, disse o secretário. A declaração foi feita em entrevista ao Poder360 na 6ª feira (3.dez.2021).
O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou ao Poder360 neste domingo (5.dez.2021) que a Petrobras começará a anunciar diminuição no preço dos combustíveis a partir desta semana. Ele não deu detalhes sobre quanto será o percentual de redução, mas explicou que a queda no preço deve seguir por algumas semanas.
“A Petrobras começa nesta semana a anunciar redução no preço do combustível”, disse. Procurada pelo Poder360, a estatal disse que não vai se pronunciar.
Os projetos de autorização ferroviária, sem a necessidade de leilão, farão com que o país passe o modal dos atuais 20% na matriz de transporte para 45% em 15 anos.
A expectativa é do secretário nacional de transportes terrestres, Marcello Costa, em entrevista ao Poder360. O governo vai fechar o ano de 2021 com 35 propostas de autorizações, que dá em torno de 9.000 km de novos trilhos.
O cenário econômico de 2022 será marcado por estagnação econômica. Também por “populismo fiscal”, adiantado para este ano, adverte Carlos Kawall, diretor da ASA Investments e ex-secretário do Tesouro Nacional. Suas estimativas não favorecem o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição. Muito menos às camadas sociais e empresariais mais vulneráveis ao aumento da inflação e das taxas de juros.
Segundo o economista, 2022 não verá o aumento de 2% no PIB (Produto Interno Bruto), previsto pelo Ministério da Economia. Será de zero — menor do que a maioria das estimativas do mercado, de 0,5%.
“Mas há previsões mais negativas que as minhas, que consideram ambiente de recessão”, ponderou Kawall para o Poder360.
O vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos –que não gostou de ter o presidente Jair Bolsonaro como novo colega de partido–, disse que foi cortejado para se filiar em siglas da esquerda à direita. Com sua potencial saída do PL (Partido Liberal), afirmou ter recebido convite de quase todas elas.
“Parece até meio vaidoso, mas não é”, declarou em entrevista ao Poder360 em seu recém-reformado gabinete na Câmara.
O deputado, que ganhou notoriedade por presidir a comissão da Reforma da Previdência e por relatar importantes projetos na Casa já em seu 1º mandato, afirmou que o mais natural será continuar em um partido de centro. Não deve, pelo menos por ora, retornar a siglas de esquerda, onde se manteve na maior parte de sua carreira política.
A advogada do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Karina Kufa, disse que a campanha de reeleição estará mais preparada em 2022 que em 2018 para resguardar a atuação digital dos apoiadores e para rastrear ataques de opositores.
Kufa equipou o escritório e investiu em tecnologia para monitorar a atuação digital dos bolsonaristas –listando ações negativas que podem prejudicar o presidente– e dos críticos–sistematizando menções que podem se enquadrar como crimes digitais. Ela disse, em entrevista ao Poder360 na 2ª feira (29.nov.2021), que o foco de sua atuação será a profissionalização do monitoramento digital.
O advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, mais conhecido como Kakay, lança nesta 4ª feira (1º.dez.2021), pela Geração Editorial, o livro “Muito além do direito”. A obra reúne 80 artigos publicados na imprensa, 53 deles no jornal digital Poder360, onde ele escreve toda 6ª feira.
Em entrevista ao Poder360, Kakay afirmou que o livro foi organizado para resgatar o período que vai da Lava Jato à condução da pandemia pelo presidente Jair Bolsonaro (PL).
Ex-ministra do Meio Ambiente e uma das principais vozes dos encontros paralelos da COP26, Izabella Teixeira afirma não haver alternativa para o Brasil senão a redução imediata e eficiente do desmatamento ilegal. É isso ou acabar com o acesso dos seus produtos do agronegócio ao mercado internacional, advertiu.
“Se Brasil quer ser competitivo em economia de baixo carbono, terá de acabar com o desmatamento ilegal, que é mais de 95% do total no país”, afirmou. “Recorde de 13.000 km² desmatados em 12 meses [na Amazônia]? O governo perdeu o controle.”
O coordenador econômico da campanha presidencial do PT em 2018, Guilherme Mello, 38 anos, avalia a necessidade de uma nova regra fiscal para substituir o teto de gastos. Na visão dele, não adianta uma norma rígida que é “burlada” pelo governo.
“O atual arcabouço fiscal não serve para praticamente nada, porque não ancora expectativas. Ele é remendado sistematicamente”, afirmou o economista professor da Unicamp em entrevista ao Poder360, em 24 de novembro.
From the publisher's feed

22 Listeners

163 Listeners

14 Listeners