Poder Entrevista

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Poder Entrevista episodes

  • Documentário sobre Haddad estreia nas plataformas digitais nesta 5ª

    O documentário “Partido”, protagonizado pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estreia nesta 5ª feira (4.jul.2024) nas plataformas digitais brasileiras, como Google Play, Vivo Play e Claro TV+. O filme mostra o político durante sua campanha à eleição presidencial de 2018, que foi vencida por Jair Bolsonaro (PL).


    O produtor do longa Andrés Benedykt disse em entrevista ao Poder360 que a maior mensagem do filme é “a importância da defesa da democracia”. Afirma que o documentário mostra que Haddad “está a todo tempo tentando ser o possível guardião da democracia”. 

    18 min
  • Arco Norte será o protagonista da exportação em 5 anos, diz entidade

    O Arco Norte –área estratégica que abrange os portos dos estados das regiões Norte e Nordeste– deve assumir o protagonismo das exportações brasileiras nos próximos 5 anos. A avaliação é do presidente da Amport (Associação dos Terminais Portuários e Estações de Transbordo de Cargas da Bacia Amazônica), Flávio Acatauassú.


    Atualmente, os portos do Arco Norte concentram 43% das mercadorias que saem do Brasil para o exterior. Em 2008, esse volume correspondia a 13%. Dentro desse horizonte de 5 anos, Acatauassú afirma que os terminais brasileiros acima do paralelo 16 do hemisfério sul serão responsáveis por 50% das exportações brasileiras.

    20 min
  • Qualquer alimento deveria ser mais barato, diz Abia sobre tributária

    A Abia (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos) é crítica quanto à eficácia da taxação seletiva sobre bebidas açucaradas na reforma tributária. O “imposto do pecado” foi incluído no PLC (projeto de lei complementar) 68 de 2024 por sugestão do governo para desencorajar o consumo de produtos considerados nocivos à saúde. Na lista, também estão incluídos itens como cigarro e cerveja.


    Para o setor que representa a maior parte da indústria do país, a iniciativa pouco será útil ao combate à obesidade e às doenças crônicas, como propõe quem a defende. Seu principal efeito, diz a associação, será o de pesar no bolso do consumidor.

    39 min
  • Brasil pode avançar na transição expandindo petróleo, diz Shell

    O presidente da Shell no Brasil, Cristiano Pinto da Costa, concedeu entrevista ao repórter do Poder360 Geraldo Campos Jr., em 19 de junho de 2024. A entrevista foi no estúdio do jornal digital, em Brasília.

    O Brasil terá uma janela de oportunidades com a transição energética e poderá avançar e liderar essa agenda ao mesmo tempo em que terá espaço para expandir a produção de petróleo e gás natural. É o que mostra o estudo “Cenários Sketch”, realizado pela Shell, analisando 2 cenários potenciais para a transição energética no país nos próximos anos.

    Na próxima década, os 2 cenários analisados mostram que, à medida que o país avança em direção à meta de zerar emissões líquidas, há expansão no setor de petróleo e gás. E o Brasil poderá atingir esse objetivo em 2050 ou no máximo até 2062, desde que promova mudanças no uso do solo, como combate ao desmatamento.

    Ao Poder360, Pinto da Costa, explicou que os 2 cenários analisados não são projeções, mas visões possíveis de mundo com ênfase na transição e segurança energética.

    55 min
  • Iphan foi “bastante atacado” na gestão Bolsonaro, diz Leandro Grass

    O presidente do Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), Leandro Grass (Partido Verde), disse em entrevista ao Poder360 na 4ª feira (19.jun.2024) que o instituto foi “bastante atacado” no governo Jair Bolsonaro (PL). Afirmou que nas poucas vezes em que o ex-presidente da República falou do órgão, o tratou “de maneira pejorativa e desrespeitosa”. 


    O presidente do Iphan declarou que quando assumiu o instituto em janeiro de 2023, no começo do governo Lula e depois da gestão Bolsonaro, encontrou “muita coisa interrompida e prejudicada”. 

    22 min
  • Brasil será o líder da Opep dos renováveis, diz CEO da Honeywell

    O CEO da Honeywell, José Fernandes, concedeu entrevista ao redator do Poder360 Eric Napoli, em 29 de maio de 2024. A entrevista foi no estúdio do jornal digital, em Brasília (DF).

    Para Fernandes, o Brasil tem alinhado suas vocações geográficas com uma regulação robusta para impulsionar a produção de biocombustíveis e alçar sua posição entre as potências na transição energética.

    O executivo afirmou que o Brasil tem potencial para se tornar o líder da "Opep dos renováveis", uma comparação ao papel influente no setor energético que hoje é ocupado pela Arábia Saudita, o país mais influente da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo).

    Para demonstrar a confiança da Honeywell no Brasil, Fernandes, que assumiu o posto de chefe de operação na América Latina em janeiro deste ano, mudou a matriz da companhia na região do México para o Brasil. Segundo o executivo, o país e os EUA serão os responsáveis por alavancar a economia global durante todo o período de transformação das fontes de energia fósseis para as limpas.

    "Estados Unidos e Brasil, na nossa visão, são os países que têm condição de realmente mover a agulha na transição energética. Sem sombra de dúvida serão os países mais críticos nessa transformação", declarou Fernandes.

    25 min
  • Lula deveria defender anistia para condenados do 8 de Janeiro, diz Mauro Mendes

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deveria defender a anistia dos condenados pelos atos do 8 de Janeiro, afirmou o governador do Mato Grosso, Mauro Mendes, 60 anos (União Brasil).


    “Acho que tem que ter, sim [anistia]. Acho que nós temos que pacificar o Brasil. Temos que sair dessa agenda. Acho que o presidente Lula deveria ser o 1º cara a levantar essa bandeira. Vamos botar um ponto final [no 8 de Janeiro]”, disse Mendes nesta 3ª feira (11.jun.2024).

    50 min
  • Companhias abertas estimam mais gastos com transição da tributária

    A transição para as novas regras propostas pela reforma tributária ligou o alerta das grandes companhias de capital aberto. O setor afirma que precisará aumentar os custos com a contratação de uma equipe especializada que dê conta de questões jurídicas, contábeis e tecnológicas para lidar com a existência de 2 sistemas tributários ao mesmo tempo.

    “Tem custo de sistema, tem custo de contador, tem custo de advogado. Tem o custo de um enorme contencioso, quase do tamanho do PIB brasileiro, que vai ficar aí e precisa ser tratado”, disse ao Poder360 Pablo Césario, 42 anos, presidente da Abrasca (Associação Brasileira de Companhias Abertas).

    27 min
  • Medidas às empresas são insuficientes e não chegam, diz Fecomércio-RS

    O presidente da Fecomércio do Rio Grande do Sul, Luiz Carlos Bohn, disse ao Poder360 que os anúncios das 3 esferas de governo não se tornaram efetivos para as empresas gaúchas afetadas pelas chuvas. Segundo ele, os empréstimos subsidiados não estão disponíveis com facilidade para os empreendimentos.


    Bohn criticou as medidas de prorrogação de pagamento de impostos. Citou que a economia do Estado foi amplamente afetada. Muitos empresas devem ficar de 1 a 2 meses sem funcionamento. Para ele, o Rio Grande do Sul só conseguirá se reconstruir com facilidade com dinheiro a fundo perdido, ou seja, com empréstimos sem a obrigação de pagamento.

    “Nada saiu do papel, nada se tornou ato. [Medidas] anunciadas existem, realmente, mas nada de efetivo. Estamos aflitos em busca de recursos para iniciar a retomada”, disse. “Precisamos de dinheiro”, afirmou.

    36 min
  • “Taxa da blusinha” é positiva, mas falta regulamentação, diz Abit

    A proposta aprovada na Câmara dos Deputados que estabelece uma alíquota de 20% sobre compras internacionais de até US$ 50 é considerada o 1º passo para a regulamentação dos e-commerces asiáticos, disse o diretor superintendente da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), Fernando Pimentel, 69 anos, ao Poder360.


    Apesar de o texto ser classificado como um avanço, a avaliação é de que ainda não há igualdade tributária em relação às plataformas estrangeiras. Segundo Pimentel, a alíquota média de impostos dos setores têxtil e de confecção é de 40% sobre o produto final, dependendo do Estado e se há imposto de importação. O cálculo considera o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), PIS (Programa de Integração Social) e Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social).

    28 min

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