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O governo federal deve enviar os estudos da privatização da Eletrobras ao TCU (Tribunal de Contas da União) no fim de agosto, disse Diogo Mac Cord, secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, ao Poder360. O prazo máximo, segundo Mac Cord, é no início de setembro.
Segundo o secretário, o governo mantém contato com os técnicos do TCU para que o projeto não seja uma “surpresa” quando chegar no tribunal. A comunicação com a área técnica, de acordo com Mac Cord, diminui a chance de atraso no cronograma por causa de pedidos de ajustes no projeto.
O vice-presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirmou ao Poder360 que o grupo majoritário no colegiado trabalha para “tirar o Brasil do cercadinho” no Palácio da Alvorada onde o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) costuma conversar com apoiadores.
O convidado do Poder Entrevista criticou Bolsonaro por, na sua visão, preocupar-se com o voto impresso e com queixas sobre ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), e não se dedicar a encontrar soluções para o avanço da inflação, do desemprego e da fome no Brasil em meio à pandemia do novo coronavírus.
A ex-ministra do Meio Ambiente no governo Lula, 3 vezes candidata à Presidência da República e fundadora da Rede Sustentabilidade, Marina Silva, disse que o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), assumiu o lugar do ex-ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, por “fazer a demolição da governança ambiental”.
A declaração foi dada em entrevista ao Poder360. “Não temos política ambiental e ainda uma ação no Congresso, que hoje é liderado pelo presidente [Arthur] Lira que assumiu o lugar de [Ricardo] Salles, que fazia a demolição da governança ambiental. Com o fim do licenciamento, mudando as regras para a demarcação das terras dos povos indígenas, aprovando leis que vão dar um prêmio para quem pratica a drenagem de terra pública”, disse a ex-ministra. “Tudo isso é um conjunto de medidas que fazem com que o Brasil hoje esteja na pior situação da agenda em relação a biodiversidade e mudanças climáticas”.
O ex-presidente Michel Temer (MDB) afirmou na 4ª feira (25.ago) ao Poder360 que o recuo do Jair Bolsonaro e dos ministros do Supremo Tribunal Federal em favor do diálogo será a melhor forma de evitar a escalada de tensão entre os 2 Poderes e uma consequente crise institucional no país.
Para ele, não recuar é “próprio do autoritarismo”. “Na arte da política e da administração pública, [os atores] têm de compor, conversar. E não pode haver agressão a um poder por outro poder”, afirmou, para destacar que as pessoas físicas à frente do Executivo, Legislativo e Judiciário são autoridades constituídas que devem obediência à Constituição".
O ex-secretário de Política Econômica do governo de FHC, José Roberto Mendonça de Barros, não tem uma boa notícia aos brasileiros sobre o início de 2022. Ao Poder Entrevista, o economista previu uma “pequena recessão” no período.
Para todo o ano eleitoral, ele projeta crescimento de apenas 1,4%, enquanto a média das estimativas do mercado continua em 2,0%. “O cenário desenhado é de situação fiscal complicada, juros mais altos, inflação elevada, risco de apagão. Nada de revolução liberal”, afirmou o fundador da consultoria MB Associados. “A aflição do PIB é que tudo pode sair ainda pior“, completou, referindo-se às grandes corporações e instituições financeiras do país.
O ex-secretário de Receita Federal Jorge Rachid, 60 anos, disse que o projeto de reforma do Imposto de Renda discutido no Congresso exige “muito movimento” político, sem melhorar efetivamente o sistema tributário. Avalia que o melhor caminho é a retirada de todo o texto.
Em entrevista ao Poder360, Rachid questionou a real necessidade de se mexer na tributação sobre a renda em um momento de recuperação econômica. Segundo ele, texto mexe com 6% da carga tributária, de um total de 33%.
O Poder360 conversou com o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso. O cenário político brasileiro, as possibilidades para as próximas eleições e a situação do PSDB na disputa nacional foram alguns dos assuntos discutidos na entrevista de Guilherme Waltenberg.
O Poder360 conversou com o ex-ministro de Infraestrutura João Santana. O fim da estabilidade, a independência dos servidores públicos e as reformas estruturais do Brasil foram alguns temas da entrevista de Gabriel Buss.
O Poder360 conversou com a diretora da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) Miriam Wimmer. A Lei Geral de Proteção de Dados e a regulação e controle dos dados dos brasileiros foram alguns dos assuntos debatidos na entrevista do repórter Alexandre Leoratti.
O Poder360 conversou com o presidente do Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo) Sergio Bandeira de Mello. Os impactos na mudança dos preços, a gestão dos combustíveis no Brasil e os projetos de lei sobre a tarifa social foram alguns dos assuntos da entrevista de Alexandre Leoratti.
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