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A música de hoje é um medley de 3 canções de Rabindranath Tagore - Je chilo Amar Shwapnocharini | Bhalobeshe Sokhi | Tumi Robe Nirobe Rearranjado por Arup Bhattachharya e apresentado por Sankarayan Bandopadhyaya.
Pretos escravos e senhores
Pelo mesmo ideal irmanados
A desbravar
Os vastos rincões
Não conquistados
Procurando evoluir
Para unidos conseguir
A sua emancipação
Trabalhando nos canaviais
Mineração e cafezais
Samba-enredo da escola de samba Mangueira para o carnaval de 1962. Interpretado por Lecí Brandão, ele foi composto por Zagaia, Comprido e Leléo para o desfile. Nesse ano, a Mangueira homenageou o sociólogo Gilberto Freyre e sua obra Casa-Grande & Senzala com um desfile memorável.
É lícito me dizeres, que Manan, tua mulher
Virá à minha Casa, para aprender comigo
Minha extensa e difícil dialética lírica?
Canção e liberdade não se aprende
Mas posso, encantada, se quiseres
Deitar-me com o amigo que escolheres
E ensinar à mulher e a ti, Dionísio,
A eloquência da boca nos prazeres
E plantar no teu peito, prodigiosa
Um ciúme venenoso e derradeiro.
“Ode descontínua e remota para flauta e oboé. De Ariana para Dionísio” é um dos capítulos do livro “Júbilo, Memória, Noviciado da Paixão” (1974), de HILDA HILST.
Canto dos índios Caiapós no ritual da mandioca
“Bô medipê bô medipê nahi noaiê êtê
Bô medipi bô medipi nahi noaiê
Ê Te me tebe mã bo
Ô ête pu mu me tebe mã bo
Ô ête pu mu o ne me tebe medipi e mã bo o êtê pu mu”
“Por seres tão inventivo
E pareceres contínuo
Tempo, tempo, tempo, tempo
És um dos deuses mais lindos
Tempo, tempo, tempo, tempo”
Oração Ao Tempo - Caetano Veloso
“Eu sei que você nunca me leu
Como escritor nunca vou ter o teu amor
Você só gosta de poeta popular
E eu meu bem, meu bem
Meu bem, não sei cantar”
SAMBA DO ESCRITOR – Dulce Nunes e Millor Fernandes – Gravação de 1968
CORO DAS BRUXAS
(Tatiana Belinky)
“Somos as bruxas do monte careca
muito cuidado criança sapeca
somos de kiev que fica bem longe
e de nós bruxas ninguem se esconde
somos bonitas mas nao boazinhas
nao somos fadas mas bruxas daninhas
nao se enganem por sermos formosas
e sedutoras porem perigosas”
Tic Tic Tati é fruto da parceria Fortuna-Hélio Ziskind e tem como base a literatura infantojuvenil da escritora Tatiana Belinky
“Violência por todo mundo
A todo minuto, por todas nós
Por essa voz
Que só quer paz
Por todo luto, nunca é demais
Desrespeitada, ignorada
Assediada, explorada
Mutilada, destratada
Reprimida, explorada
Mas a luz não se apaga
Digo que sinto
Ninguém me cala”
Respeita - Ana Cañas
Em seu clássico livro de memórias, Living to Tell the Tale, García Márquez relata seus dias como um jovem vivendo em um bordel em Barranquilla, tentando escrever e, acima de tudo, dançando a noite toda. Em uma passagem, ele relata uma noite passada dançando e cantando mambos e boleros, e descreve sentir uma "onda de libertação". A canção que ele lembra especificamente é "Mambo Numero 5", de Perez Prado.
“Quando o sol esclarecia
o bem e o mal da Bahia,
meu mal antigo dormia
e outro me dava bom dia:
o mal amor alegria
que me encantava e mordia
e devagar me fundia
na luz escorregadia
do mar olhar calmaria
de Maria da Bahia”
Corações e Cantiga para Lygia Peixoto, dois poemas musicados por Lucas de Oliveira do Recife
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