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“Por amor às causas perdidas
Tudo bem, até pode ser
Que os dragões sejam moinhos de vento
Tudo bem, seja o que for
Seja por amor às causas perdidas
Por amor às causas perdidas”
Dom Quixote - Canção de Engenheiros do Hawaii
“O importante é ser você
Mesmo que seja estranho, seja você
Mesmo que seja bizarro, bizarro, bizarro
Mesmo que seja estranho, seja você
Mesmo que seja”
Álvares de Azevedo, Um Poeta Rock’n Roll, o primeiro documentário da série Animadas Letras Paulistas, trata da obra Lira dos Vintes Anos, a mais representativa do autor, incluindo um pouco da vida de um dos expoentes do romantismo brasileiro, conta com o som de “Máscara” da cantora Pitty.
“O seu olhar agora
O seu olhar nasceu
O seu olhar me olha
O seu olhar é seu
Seu olhar melhora
Melhora”
A romântica O Seu Olhar é uma composição de Arnaldo Antunes e Paulo Tatit e foi lançada em 1995 no álbum Ninguém
Quem não conhece aquele manto azul e branco
Que cobre o mundo de encanto,
Pois o bem faz sem ver a quem
Que bom é ser missionário da caridade
Buscando dar dignidade
E esperança a quem já não tem”
_Madre Tereza De Calcutá - Banda Exodus_
“Já, já me vai Marília branquejando
Os Mares minha bela”
_Marília de Dirceu_
_Marcos Portugal e Tomás Antonio Gonzaga_
“O rico e o pobre são duas pessoas
O soldado protege os dois
O operário trabalha pelos três
O cidadão paga pelos quatro
O vagabundo come pelos cinco
E o advogado rouba os seis
O juiz condena os sete
O médico mata os oito
O coveiro enterra os nove
E o diabo leva os dez”
”As Mulheres e Nelson Rodrigues” Canção de Velhas Virgens
“Meu pai grande
Inda me lembro
E que saudade de você
Dizendo, eu já criei seu pai
Hoje vou criar você
Inda tenho muita vida pra viver”
"Pai Grande”, Milton Nascimento
“Riacho virou caminho
De pedras ardendo em fogo
No poço secou a água
Menino morreu sem nome
Na Caatinga o homem chora
O boi que morreu de sede
A roça que era verde
A seca torrou garrancho”
”A seca”, Alceu Valença
“Não gosto de sertão verde
Sertão de Violeiro e de açude cheio
Sertão do rio descendo, lento.
Largo , limpo
Sertão de sambas na latada
Harmônico, bailes e algodão
Sertão de canjica e de fogueira
Capelinha de melão é de S. João
Sertão de poço da ingazeira
Onde a piranha rosna feito cachorro
E a a tainha sombreia de negro n`água quieta
Onde as moças se despem devagar
Prefiro o sertão vermelho, bruto, bravo
Com o couro de terra furado pelos serrotes
Hirtos, altos, secos e híspidos
E a terra é cinza soalhando um sol de cobre
E uma luz oleosa e mole
Escorre como óleo amarelo de lâmpada da igreja”
”Não gosto de sertão verde”, Luis da Câmara Cascudo
📜 *Poema de domingo – 23 de julho*
“Querida, ao pé do leito derradeiro
Em que descansas dessa longa vida,
Aqui venho e virei, pobre querida,
Trazer-te o coração do companheiro.”
_O soneto “A Carolina”, do renomado escritor realista Machado de Assis, ganha melodia na voz de Rudi Vilela_
🎧 _Ouça este e outros episódios também aqui_: https://bit.ly/PoemaDomingo
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