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📜 *Poema de domingo – 22 de setembro*
“Nosso maior patrimônio está ameaçado. Vítima do apetite voraz de grileiros, madeireiros, garimpeiros e invasores - e fragilizada pelas ações e pelo discurso de um governo omisso e irresponsável - a Amazônia corre perigo.
O desfile de notícias ruins é desesperador e interminável: no primeiro semestre de 2021 os alertas de desmatamento apontaram para um aumento da devastação; o mês de junho registrou o maior número de focos de calor em 14 anos; e o registro de conflitos no campo em 2020 é o maior dos últimos 35 anos.
É por isso que dois dos maiores artistas do nosso país - o cantor e compositor Nando Reis e o compositor-letrista Carlos Rennó - criaram a #CançãoPraAmazônia: um manifesto poético-musical em vídeo em defesa da maior floresta tropical do mundo.”
“Meus senhores aqui está a água
que rega rosas e manjericos
que lava o bidé, que lava penicos
tira mau cheiro das algibeiras
dá de beber ás fressureiras
lava a tromba a qualquer fantoche e
lava a boca depois de um broche.”
"A Água"
Autor: Manuel Maria Barbosa du Bocage.
Intérprete: Quim Barreiros
_Stars when you shine, you know how I feel_
Estrelas quando você brilha, você sabe como eu me sinto
_Scent of the pine, you know how I feel_
Aroma do pinheiro, você sabe como eu me sinto
_Oh, freedom is mine!_
Ah, a liberdade é minha!
_And I know how I feel_
E eu sei como eu me sinto
_Feeling Good - Nina Simone_
“Olho os mortos dos retratos sempre a olhar para nós,
Conversam sem fazer gestos e falam sem terem voz.
E falam sem terem voz,
A não ser a voz do vento,
Até que a morte nos diga:
- Filho já vai sendo tempo.”
Vitorino & Janita Salomé - "Os mortos dos retratos"
Texto de António Lobo Antunes
“Cambia lo superficial
Cambia también lo profundo
Cambia el modo de pensar
Cambia todo en este mundo
Cambia el clima con los años
Cambia el pastor su rebaño
Y así como todo cambia
Que yo cambie no es extraño
Cambia, cambia
Cambia, cambia”
Todo Cambia
Canção de Mercedes Sosa
“Ó meu sabiá formoso,
Sonoroso,
Já desponta a madrugada,
Desabrocha a linda rosa
Donairosa,
Sobre a campina orvalhada.”
*O SABIÁ*
Letra: Fagundes Varela (“Vozes da América", 1864)
“Eu nasci assim, eu cresci assim
Eu sou mesmo assim
Vou ser sempre assim
Gabriela, sempre Gabriela
Quem me batizou, quem me iluminou
Pouco me importou, e assim que eu sou
Gabriela, sempre Gabriela”
Modinha para Gabriela
Dorival Caymmi
Eu fiz promessa
Que o primeiro pingo d'água
Eu molhava a flor da santa
Que estava em frente do altar
Pingo D'Água
João Pacífico
A galera se anima e diz: Olhem só, isso é o Pata Pata (o Pata Pata é assim)
Saguquga sathi bega nantsi pata pa (sathi pata pata)
A galera se anima e diz: Olhem só, isso é o Pata Pata (o Pata Pata é assim)
Saguquga sathi bega nantsi pata pa (sathi pata pata)
A galera se anima e diz: Olhem só, isso é o Pata Pata (o Pata Pata é assim)
Saguquga sathi bega nantsi pata pa (sathi pata pata)
A galera se anima e diz: Olhem só, isso é o Pata Pata (o Pata Pata é assim)
Saguquga sathi bega nantsi pata pa (sathi pata pata)
Pata Pata - Stereo Version
Miriam Makeba
Com a fé de quem olha do banco a cena
Do gol que nóiz mais precisava, na trave
A felicidade do branco, é plena
A pé trilha em brasa e barranco, que pena
Se até pra sonhar tem entrave
A felicidade do branco, é plena
A felicidade do preto, é quase
Ismália - Emicida com participação Fernanda Montenegro
Voz de Fernanda Montenegro interpreta poema "Ismália" de Alphonsus de Guimarães
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