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Todos somos um! Mas essa unidade começa na nossa comunhão com Cristo. Quando há divisão na igreja, ela reflete uma desconexão com Deus.É a ligação com Cristo que nos torna verdadeiramente próximos uns dos outros. Somente assim formamos uma família espiritual — viva, sincera e comprometida.
O vinho novo simboliza o que Deus está realizando neste tempo: um toque fresco, um mover diferente, uma nova estação. Para vivermos isso, precisamos de uma mente renovada. Não fomos chamados para permanecer presos ao passado, mas para caminhar em novidade de vida.
O desejo de Deus é nos encher com esse vinho novo. Para isso, Ele precisa ampliar o odre — que somos nós. À medida que nos deixamos transformar e crescer, a glória também se manifesta de forma mais intensa. Que estejamos prontos para receber tudo o que Deus deseja derramar sobre nós!
Uma nova estação exige um novo posicionamento. Não podemos entrar em um tempo novo mantendo a mesma mentalidade ou vestindo antigas roupagens.Diante de tantas palavras liberadas, por que ainda temos dificuldade em compreender o verdadeiro significado da família espiritual? Por que não vivemos essa realidade de forma plena? Por que, tantas vezes, nos comportamos como estranhos diante de Deus e da Sua família?A resposta está em nossas posturas: ainda há áreas em que agimos como órfãos. Precisamos assumir nossa identidade como filhos — filhos amados, herdeiros legítimos.
Deus tem levantado uma igreja paternal de homens maduros, que governam todas as coisas e servem com alegria. Servir é fazer parte de uma boa obra – uma obra poderosa. Servimos para agradar a Deus, e não a homens. Servimos para honrar o nosso Senhor, e não por recompensa própria.Quem trabalha, trabalha para receber. Quem serve, serve porque já recebeu. A medida da igreja paternal e verdadeira não é o quanto somos servidos, mas o quanto nós servimos.
Nosso chamado é, antes de tudo, estar com Deus. O chamado não é uma tarefa a ser cumprida, mas um lugar de intimidade e permanência na presença Dele. Já a vocação nasce desse lugar e se manifesta para o bem do próximo: ela é a porção de Cristo em nós, dada para servir.O dom que recebemos não foi concedido para exibição, mas como instrumento de serviço e entrega. É tempo de despertar os dons que carregamos e avançar com propósito!
Uma igreja paternal não é uma igreja paternalista. Ela não controla, não oprime, não infantiliza. Ao contrário, ela dá destino e ajuda as pessoas a caminharem para o propósito que Deus já desenhou para cada uma. Na ausência de paternidade, Deus levanta pessoas que empurram outras para o seu destino, porque Ele é fiel para completar a obra que começou.A lapidação faz parte desse processo. Deus não trabalha com pedras prontas, polidas pela religiosidade ou por regras humanas. Ele escolhe pedras brutas — imperfeitas, cheias de defeitos — para transformá-las segundo Seu próprio molde.
Muitas pessoas buscam uma igreja perfeita, mas se esquecem de quem fazia parte do ministério de Jesus: gente comum, imperfeita e cheia de falhas. A reunião dessas pessoas imperfeitas é uma oportunidade para que a glória de Deus se manifeste.
Os púlpitos não precisam de super-heróis, mas de homens e mulheres de coração quebrantado, conscientes de que dependem da graça, da misericórdia e da presença de Deus. Uma igreja madura reconhece quando Jesus está presente — e também quando Ele não está.
Podemos falar que Jesus cura, liberta, transforma. Mas nunca é sobre o que Ele faz, e sim quem Ele é! Ele não apenas realiza milagres — Ele é o próprio milagre. Não é apenas Aquele que dá vida, mas é a Vida. Não é só o caminho para a liberdade, Ele é a própria Liberdade. Conhecê-lo é mais do que presenciar obras; é experimentar a presença do próprio Deus entre nós.
Um novo tempo, uma nova estação, exigem uma nova postura. É necessário nos revestirmos de uma nova mentalidade, de um novo alimento espiritual. O Senhor quer nos conduzir a esse novo tempo, mas, para isso, precisamos estar alinhados com a Sua vontade e assumir a posição que Ele espera de nós. Precisamos discernir o novo de Deus, entender o movimento do Espírito nos dias de hoje.
Começamos como servos, passamos a amigos, nos tornamos filhos e, por fim, assumimos o papel de embaixadores do Reino. Em Cristo, fomos selados e trocados por Ele — Aquele que não cometeu pecado se fez pecado por nós, para que, nele, nos tornássemos justiça de Deus.
Essa nova identidade não é simbólica, mas real e transformadora. Quando entregamos o coração a Deus, somos adotados por Ele, e essa adoção nos concede o direito de viver como verdadeiros filhos. Assim, não apenas pertencemos à família celestial, mas também representamos o Reino como seus embaixadores na Terra.
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