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A bondade, o amor, o poder de Deus não mudaram – desde o princípio. Ele segue onipresente, onipotente e onisciente. Precisamos realinhar nossa mente à perspectiva do reino, entendendo que Ele é o Senhor das nossas vidas e de todas as coisas. Isso significa que passaremos por dificuldades, erros e problemas, mas não haverá abalo estrutural, pois há um firmamento permanente e imutável que sustenta a nossa vida: Deus!
Muitas vezes, nos preocupamos demais em fazer uma boa performance para sermos aprovados pelas pessoas. No entanto, o que realmente importa é nos esforçarmos para sermos mais parecidos com Deus — e Deus é alegria!
Não basta parecer felizes; precisamos ser felizes. A alegria que vem do Senhor não depende das circunstâncias: ela é um contentamento pleno, constante e abundante.
A mesa estendida para nós foi estabelecida pelo Cordeiro perfeito. Essa mesa é cheia de amor, graça e misericórdia que cobrem uma multidão de pecados e deixa para trás o passado. Ela nos conecta ao Reino de Deus e nos resgata para o Pai!
Existe um novo nível em Deus e temos sido chamados a nos mover para isso, sem demora e sem questionamentos.Precisamos estar prontos para viver os planos Dele, sem esperar um roteiro definido. Entender a direção que Ele tem para nossas vidas, nos posicionarmos diante disso e respondermos de forma correta nos colocará no lugar certo para vivermos o novo de Deus!
Só um líder desprendido de poder pode transferir autoridade para um discípulo fazer algo melhor e mais alto. Discipular é transferir cultura, é dar vantagem, é abrir os olhos de alguém para que ele saiba o caminho a ser seguido.Jesus nos chama para gerar discípulos, e não apenas membros de uma igreja, permanecer fiéis, repartir aquilo que temos recebido. O nosso propósito é transferir tudo para as pessoas para que Deus possa nos encher novamente.
Todos passamos por momentos de aflição e desespero. No entanto, a grande questão é como respondemos a esse desespero. Nossa esperança, nosso refúgio e nossa fortaleza devem estar no Senhor, não nas nossas soluções humanas. As histórias de desespero podem ser diferentes, mas as promessas de Deus são as mesmas.
Precisamos aprender a identificar nossos lugares de ansiedade, abrir mão das nossas certezas e estar vulneráveis diante dEle. A vulnerabilidade dá espaço para que o Espírito Santo opere em nós!
Se a nossa esperança está no lugar errado, precisamos reencontrar e fortalecer nossa fé, que é o pilar necessário para desfrutar verdadeiramente da esperança viva que vem de Jesus.
A base da nossa esperança é a fé na obra redentora de Jesus. Por isso, esperança e fé seguem juntas, nos sustentam nos dias difíceis e nos permitem experimentar um lugar de plena confiança e dependência no Senhor!
Diariamente, estamos rodeados por notícias conflitantes e negativas. Quando damos ênfase a elas, corremos o risco de duvidar não apenas das promessas, mas também do próprio Senhor que as fez. Se fixamos nossos olhos nessas circunstâncias, podemos enfraquecer, desanimar e nos tornar mornos e autossuficientes.No entanto, Jesus nos chama a resgatar a sensibilidade e o amor dos primeiros dias, convidando-nos a voltar o olhar para Ele com a mesma entrega do primeiro encontro.
Palavras de homens podem morrer, mas as palavras declaradas por Deus sobre nós ainda estão de pé! Ele tem nos feito governar nossa vida a partir da mente de Cristo, com um espírito alegre e estável, e não através da ótica do passado ou dos nossos traumas!
Jesus quer nos transformar para que carreguemos autoridade e poder, prefigurando e antecipando aquilo que está por vir, quando Ele voltar.
Existem três tempestades distintas que acontecem na Bíblia e três interpretações acerca de cada uma delas. Existem aquelas que precisamos repreender, aquelas que nos encorajam e aquelas que servem para abrir os nossos olhos.
Precisamos saber discernir em quais delas estamos, tendo convicção de que há uma voz que aponta para onde devemos ir. Mesmo que estejamos fadigados e exaustos, essa mesma voz traz o descanso e o repouso; ela nos incentiva a ter coragem e prosseguir! E as lutas que vivemos, no fim, glorificam a Deus.
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